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quinta-feira, 6 de julho de 2017

O milagre de Anne Sullivan

Descrição para cegos: A imagem mostra a capa do filme, com frente e verso, verso à esquerda e frente à direta, que contém o nome das duas atrizes principais, Anne Bancroft interpretando Anne Sullivan e Patty Duke, Helen Keller. E logo depois, o nome original, “The Miracle Worker” e um desenho de Anne tocando na mão de Helen.

O filme de gênero drama/biográfico trata da história de Helen Keller (Patty Duke), criança cega, surda e muda, que com a ajuda incansável de sua professora, Anne Sullivan (Anne Bancroft), se adapta e passa a entender as coisas que a cercam. Situação que entra em confronto com os pais de Helen, que sempre a mimaram e nunca lhe trataram como qualquer outra criança. O título original do filme é “The Miracle Worker”, que adaptado para o português brasileiro, ficou “O milagre de Anne Sullivan”, produzido nos Estados Unidos, com direção de Arthur Penn, no ano de 1962. A obra ganhou vários prémios, e foi inspirado no livro de Helen, “The Story of my Life” e na peça teatral de William Gibson. Para ver o filme, clique no link. (Gabrielly Alencar)

sábado, 7 de março de 2015

Um grito de socorro

Descrição para cegos: a imagem mostra a mão de um homem, que se coloca atrás do ouvido, como se tentasse escutar melhor.
Por Gabriella Mayara

Participo de uma comunidade onde os cultos religiosos são transmitidos via internet ao vivo, mas algo que sempre me chamou atenção é que pouquíssimas vezes vi algum intérprete de Libras no recinto. As poucas vezes que vi era alguém conhecido do deficiente que vinha o acompanhando para que pudesse entender. Outras vezes também vi surdos totalmente perdidos durante os sermões pela falta de alguém que os pudesse auxiliar.
O fato que mais me chama atenção é: até onde é esse limite entre alguém deficiente poder praticar ações tão comuns a nós e não poder porque não se tem ferramentas para que ele seja atendido? Até quando ainda veremos pessoas se afastando dos deficientes visuais na rua ao invés de auxiliá-los a passar perto de um buraco, em algum lugar estreito sem cair ou tropeçar? Qual a nossa atitude diante disso? Será que por estarmos “muito bem, obrigada” no nosso lugar deixaremos de nos importar com os outros, já que isso não nos atinge?