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terça-feira, 6 de novembro de 2018
quinta-feira, 6 de julho de 2017
O milagre de Anne Sullivan
Descrição
para cegos: A imagem mostra a capa do filme, com frente e verso, verso à
esquerda e frente à direta, que contém o nome das duas atrizes principais, Anne
Bancroft interpretando Anne Sullivan e Patty Duke, Helen Keller. E logo depois,
o nome original, “The Miracle Worker” e um desenho de Anne tocando na mão de
Helen.
O filme de gênero drama/biográfico trata da história de
Helen Keller (Patty Duke), criança cega, surda e muda, que com a ajuda incansável
de sua professora, Anne Sullivan (Anne Bancroft), se adapta e passa a entender
as coisas que a cercam. Situação que entra em confronto com os pais de Helen,
que sempre a mimaram e nunca lhe trataram como qualquer outra criança. O título
original do filme é “The Miracle Worker”, que adaptado para o português
brasileiro, ficou “O milagre de Anne Sullivan”, produzido nos Estados Unidos,
com direção de Arthur Penn, no ano de 1962. A obra ganhou vários prémios, e foi
inspirado no livro de Helen, “The Story of my Life” e na peça teatral
de William Gibson. Para ver o filme, clique no link. (Gabrielly
Alencar)
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terça-feira, 23 de agosto de 2016
Curta retrata infância de menina com paralisia cerebral
Por Jéssica Xavier
O livro infantil Por Que Heloísa?, da publicitária Cristiana Soares ganhou vida nas telas e se tornou filme. O curta-metragem conta a história de uma garota de 6 anos com paralisia cerebral chamada Heloísa que encara o início de sua vida escolar. O filme é baseado em uma história real e foi realizado pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e pela TV Cultura de São Paulo.
- O projeto transmidiático Por que Heloísa? foi concebido com a
intenção de gerar a reflexão coletiva. Como podemos mudar nossa forma de olhar
as questões relacionadas à deficiência e à existência humana e colaborar, na
prática, para tornar o mundo melhor para todos? - indaga a autora.
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sexta-feira, 19 de agosto de 2016
O que é ser deficiente para você?
| Descrição para cegos: mãos com terra. Em uma delas, uma pequena flor amarela se destaca. |
Por Rebeka Akber
Eu nunca vi a luz do sol, nunca pude
contemplar o mar, nem minha mãezinha a quem tanto amo, pude sua graça e doçura
enxergar. Nasci cego, e foram tantas as vezes que me considerei incapacitado, e
desejei não ter nascido. Fiz até mais que isso, desejei ter nascido surdo
também, para não ter que ouvir minha família chorar nas incontáveis vezes que
eu fiz cirurgias, para tentar ao menos vultos enxergar, e que nunca deram
resultados. Rezei, chorei, implorei.
Mas certo dia, e, diga-se de passagem,
um lindo dia, aceitei e compreendi. Pedi para que minha mãe me levasse à praça
de nosso bairro, e ela, como de costume, deixou-me lá e retornou para nossa
casa, para continuar seus afazeres. Minha mãe foi e ali estava eu sentado, sentindo
apenas o vento bater em meu rosto, em pensamentos distantes, senti que alguém
se aproximava. Pensei que minha mãe havia retornado. Foi quando uma linda
garotinha, sim tenho certeza de que ela deve ser linda, pois sua alma deve
ser tão bela quanto seus pequenos traços, se apresentou.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Ação da Confenen para banir crianças com deficiência da escola regular é negada
![]() |
| Descrição para cegos: a imagem mostra vários meninos posando para a foto, sorrindo. Alguns estão fazendo o gesto "paz e amor", com os dedos em forma de "V". |
Por Gabriela Garcia
O ministro Edson
Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), indeferiu medida cautelar na Ação de
Inconstitucionalidade (ADI) 5357, ajuizada pela Confederação Nacional dos
Estabelecimentos de Ensino (Confenen) contra dispositivos do Estatuto da Pessoa
com Deficiência (Lei 13.146/2015) que tratam de obrigações dirigidas às escolas
privadas.
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