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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

IV Colóquio de Direitos da Pessoa com Deficiência, com Ana Flávia Coutinho

Descrição para cegos: foto da professora
Ana Flávia durante o colóquio. Em primeiro
plano, abaixo da foto, vê-se a câmera, em
cujo visor aparece a imagem que está sendo
captada.

A professora Ana Flávia Coutinho foi a convidada da turma de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos da Universidade Federal da Paraíba para o IV Colóquio de Direitos da Pessoa com Deficiência, ocorrido no dia 27 de outubro de 2016. Ela é doutorada em Psicologia Social pela UFPB, mestra em Tecnologia das Engenharias pela Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro, em Portugal, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Paraíba e em Processamento de Dados pela Asper. Tem experiência na área de Engenharia de Reabilitação, atuando principalmente nos temas tecnologias assistivas, acessibilidade, educação especial e autismo. O colóquio foi organizado por Jéssica Xavier, Rebeka Akber, Samuel Amaral e William Veras.





CONFIRA O COLÓQUIO NA INTEGRA:

1 – Relações sociais e deficiência
- A professora explica a evolução histórica da relação entre a sociedade e as pessoas com deficiência, e as fases da exclusão, segregação, integração e inclusão. 


sábado, 3 de dezembro de 2016

Alter: coloque-se no lugar do outro

Descrição para cegos: Na imagem há um bloco de pedra retangular com olhos e nariz  no centro de uma floresta. Traz também a palavra alter e embaixo dela a palavra jogar que está dentro de um retângulo.


Por Jéssica Xavier


         Alter é um jogo que permite que você experimente virtualmente como é ser uma pessoa com deficiência. O jogo foi criado pela Racional Games com parceria da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência e o Conselho Municipal da cidade de Curitiba.
Nele você brinca com um personagem com vários tipos de deficiências (física, visual, auditiva, intelectual e autismo) que vão sendo alteradas em cada fase. O nome Alter, que vem do latim “outro”, representa bem a ideia do jogo, de se colocar no lugar do outro e entender suas dificuldades e potencialidades.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Você sabe o que é terapia ocupacional?

Descrição para cegos: No centro da imagem há uma bola azul com o nome terapia ocupacional. Ao redor, outras bolas cinzas apontam para o centro e tem os dizeres: inclusão, autoestima, participação social, atividades de vida diária, independência, reabilitação, habilitação, atividades significativas, brincar, ambiente, lazer, trabalho, autonomia, funcionalidade.

Por Jéssica Xavier


Uma nova área e profissão vem crescendo e tomando espaço no Brasil nos últimos anos. É a terapia ocupacional, que dentre suas funções ajuda pessoas com deficiência a alcançar melhor qualidade de vida.
Segundo a professora do Departamento de Terapia Ocupacional da UFPB Joana Rostirolla, trata-se de uma profissão que, no Brasil, atua nos campos da educação, cultura, saúde e social. Objetiva facilitar a autonomia, participação e inserção social, por meio do trabalho com pessoas, grupos ou comunidades, de forma a enriquecer suas possibilidades de engajamento em ocupações necessárias ou desejadas.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

10 filmes sobre inclusão de pessoas com deficiência

Descrição para cegos: A imagem é uma cena do filme Colegas, nela estão três jovens com síndrome de down, uma mulher e dois homens. Um deles dirige um conversível, a menina está no banco carona e o outro no banco de trás. Todos estão fantasiados.   

Diante dos desafios na inclusão de pessoas com deficiência, os filmes são uma ótima maneira de abordar o assunto e discutir o respeito à diversidade. O Centro de Referência em Educação Integral listou 10 filmes que tratam a inclusão de pessoas com diferentes tipos de deficiência. Na lista, estão as obras brasileiras: Colegas (2002), Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014), A Pessoa é Para o Que Nasce (2002) e Janela da Alma (2001). Confira a lista completa no site do Centro de Referência. (Jéssica Xavier)

domingo, 20 de novembro de 2016

Funad promove V Mostra de Arte Inclusiva

Descrição para cegos: cartaz
da mostra, que tem no centro
 um papel com o nome do evento
e alguns símbolos referentes a
deficiências como os de
cadeirante, surdo e cego. Em
volta, manchas de tinta, pincéis,
lápis e duas mãos pintando.

Jéssica Xavier


A V Mostra de Arte Inclusiva, promovida pela Funad (Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência) e pela Secretaria de Estado da Educação da Paraíba, acontecerá nos dias 24 e 25 deste mês, na sede da Funad em João Pessoa. A abertura oficial do evento acontece às 8h30 do dia 24, e as atividades ocorrem pela manhã e tarde.
A mostra irá exibir os trabalhos desenvolvidos ao longo do ano pelos artistas com deficiência da Funad e de outras instituições. O objetivo é mostrar a arte como um instrumento não só de expressão, mas também de inserção social e inclusão das pessoas com deficiência.
Além das exposições de artes visuais que ocorrem durante os dois dias, o evento terá apresentações de diversos grupos de música, teatro e dança, como, por exemplo, Bailando sobre Rodas e Sapateando sobre Rodas, ambas realizadas por cadeirantes da Funad. Também estará disponível uma oficina de bordado russo, a exposição fotográfica Veja-me, de Danielle Ribeiro, Marcos Neves e Virginia Cavalcanti, e a exibição dos palhacinhos reciclados do artista plástico Joselito Dantas.
        O evento é gratuito e aberto a todos os públicos. Confira a programação completa e participe!

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Acessibilidade para cadeirantes em agências bancárias é precária

Descrição para cegos: foto do professor Robson Antão de frente para a a câmera.

Duas pesquisas conduzidas por um mesmo grupo realizaram levantamento das condições de acessibilidade em agências bancárias e prédios do judiciário em João Pessoa. Sob orientação do professor Robson Antão, do Departamento de Direito Público da UFPB, objetivaram verificar a efetivação dos direitos da pessoa com deficiência no tocante à mobilidade, observando a arquitetura desses locais. A repórter Taisa Fervie entrevistou o professor Robson Antão para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. Ouça a entrevista. (Jéssica Xavier)



quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Equipamento desenvolvido no Lavid transmite sensações da música para surdos

           Descrição para cegos: foto do professor Carlos Eduardo sorrindo para a câmera.

       Coordenado pelo professor Carlos Eduardo Batista, do Centro de Informática da UFPB, o projeto desenvolvido no Laboratório de Vídeo Digital submete as pessoas surdas às sensações da música. O equipamento, ainda em desenvolvimento, tem obtido êxito nos testes. Ele faz o surdo sentir a música através de vibrações - um outro modo de experiência musical. A repórter Daiane Lima entrevistou o professor Carlos Eduardo Batista para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. Ouça a entrevista. (Jéssica Xavier)






segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Moda inclusiva para pessoas com deficiência

Descrição para cegos: a imagem apresenta um cadeirante à esquerda e uma menina com prótese em uma das pernas à direita. A foto mostra apenas os membros inferiores do casal. Há algumas bexigas azuis espalhadas pelo chão.
       Diante das dificuldades encontradas pelas pessoas com deficiência para achar roupas em lojas, além da falta de informações da indústria sobre esse tipo de consumidor, a estilista e cadeirante Michele Simões criou o projeto Meu corpo é real, que propõe estabelecer uma ponte entre o consumidor e a indústria através de informações mais adequadas. Através de um minidocumentário, da realização do ‘Fashion Day Inclusivo’ e de depoimentos na página do Instagram, o projeto discute o acesso físico às lojas, o preparo dos atendentes, o desenvolvimento de peças mais funcionais, além de fomentar soluções para tornar a moda desse público mais prática. Confira a reportagem completa no Hypeness. (Jéssica Xavier)

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Pesquisa propõe cinema para deficientes visuais

Descrição para cegos: desenho de uma mulher deficiente visual com óculos escuros. Em uma mão leva a bengala e um par de ingressos e com a outra mão segura um pacote de pipoca.

O publicitário Diego Normandi realizou um estudo que permitiu entender como seria um cinema para os deficientes visuais. A pesquisa elaborou uma proposta de serviço cinematográfico compatível com as necessidades dos usuários com deficiência, possibilitando a eles uma experiência acessível e inclusiva. Para o publicitário, é necessário que as cadeias de produção, distribuição e divulgação se adequem ao uso de ferramentas de áudio-descrição. Reportagem completa no site Ciência na Rua. (Jéssica Xavier)

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Curta retrata infância de menina com paralisia cerebral

Descrição para cegos: cena do filme mostra Heloísa na entrada da sala de aula. Ela está numa cadeira de rodas e, atrás dela, tem uma porta aberta e um banquinho. Na parede à sua esquerda, um cabide com uma mochila pendurada.
Por Jéssica Xavier

         O livro infantil Por Que Heloísa?, da publicitária Cristiana Soares ganhou vida nas telas e se tornou filme. O curta-metragem conta a história de uma garota de 6 anos com paralisia cerebral chamada Heloísa que encara o início de sua vida escolar. O filme é baseado em uma história real e foi realizado pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e pela TV Cultura de São Paulo.
- O projeto transmidiático Por que Heloísa? foi concebido com a intenção de gerar a reflexão coletiva. Como podemos mudar nossa forma de olhar as questões relacionadas à deficiência e à existência humana e colaborar, na prática, para tornar o mundo melhor para todos? - indaga a autora.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Pessoas com deficiência intelectual já podem casar

Descrição para cegos: foto mostra o casamento de Rosana e José Francisco. Ela está com um vestido formal azul e ele com camisa social branca e gravata cinza. Juntos exibem a certidão de casamento. Há algumas pessoas atrás do casal, também vestidas formalmente.

       Em janeiro foram aprovadas algumas mudanças no Estatuto da Pessoa com Deficiência, e em uma dessas alterações os impedimentos para o casamento de pessoas com deficiência intelectual foram anulados. Antes, o processo para a união levava meses e enfrentava muita burocracia, sendo necessário autorização dos pais e liberação judicial. Com a nova regulamentação, os noivos agora podem oficializar o matrimônio no cartório como qualquer outro casal, sem obstáculos. Reportagem completa no site da Agência Senado. (Jéssica Xavier)

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Desrespeito a vagas de deficientes na UFPB ganha popularidade nas redes

Descrição para cegos: foto mostra carro vermelho ocupando vaga reservada a pessoas com deficiência, tendo
 a roda sobre a figura que sinaliza essa destinação

                                                                       Por Jéssica Xavier                                                                 
        A legislação assegura a reserva de vagas especiais para deficientes físicos e garante que espaços públicos ofereçam no mínimo 2% dessas vagas. Apesar do caráter humanizante do recurso, não é difícil encontrar casos de desrespeito a esses espaços.
A frequência com que ocorre no campus da Universidade Federal da Paraíba em João Pessoa despertou na comunidade universitária indignação. Indignados, passaram a divulgar e denunciar os flagrantes desse tipo de infração em redes sociais, como o Facebook. A página Barbeiro UFPB se disponibiliza a postar fotos de veículos que param em locais indevidos, como em vagas reservadas, em rampas de acesso, calçadas ou faixas de pedestre. Utilizando a hashtag #barbeiroufpb, qualquer um pode contribuir com denúncias na página.