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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Verônica González Donet, âncora de TV e cega

Descrição para cegos: foto da jornalista Verônica Donet na 
bancada do telejornal. Ela sorri para a câmera enquanto, 
com as mãos, lê o texto  em Braille. Atrás dela vê-se o 
cenário, com  imagens de uma cidade. 
Se você gosta de conhecer exemplos de pessoas que superam expectativas e ultrapassam barreiras mostrando sua capacidade profissional acima de qualquer deficiência, veja a história de Verônica González, jornalista da televisão estatal da Argentina. Ganhadora de prêmios na área de comunicação, participa de eventos na condição de palestrante, inclusive do Fórum Social sobre Deficiência e Direitos Humanos, em Genebra, na Suíça. Além disso, realizou, através da Fundação Telefônica, miniprogramas de rádio com o objetivo de aumentar a conscientização pública sobre a forma como a mídia mostra as pessoas com deficiência. Saiba mais. (William Veras)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

IV Colóquio de Direitos da Pessoa com Deficiência, com Ana Flávia Coutinho

Descrição para cegos: foto da professora
Ana Flávia durante o colóquio. Em primeiro
plano, abaixo da foto, vê-se a câmera, em
cujo visor aparece a imagem que está sendo
captada.

A professora Ana Flávia Coutinho foi a convidada da turma de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos da Universidade Federal da Paraíba para o IV Colóquio de Direitos da Pessoa com Deficiência, ocorrido no dia 27 de outubro de 2016. Ela é doutorada em Psicologia Social pela UFPB, mestra em Tecnologia das Engenharias pela Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro, em Portugal, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Paraíba e em Processamento de Dados pela Asper. Tem experiência na área de Engenharia de Reabilitação, atuando principalmente nos temas tecnologias assistivas, acessibilidade, educação especial e autismo. O colóquio foi organizado por Jéssica Xavier, Rebeka Akber, Samuel Amaral e William Veras.





CONFIRA O COLÓQUIO NA INTEGRA:

1 – Relações sociais e deficiência
- A professora explica a evolução histórica da relação entre a sociedade e as pessoas com deficiência, e as fases da exclusão, segregação, integração e inclusão. 


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Comunicação para pessoas com surdo-cegueira

Descrição para cegos: imagem obtida do vídeo mostra, da esquerda para a direita, a intérprete, garoto com surdo-cegueira e pesquisador. A intérprete está falando enquanto segura, com a mão esquerda, a direita do garoto, observados pelo pesquisador. Eles têm diante de si uma mesa sobre a qual se vê uma luva conectada a fios. Atrás deles há uma estante com livros. Em primeiro plano se vê a legenda com um trecho da fala da intérprete - "sempre esse problema de como se comunicar" - e um quadro sobreposto onde se vê a intérprete de Libras.

Se para uma pessoa surda as dificuldades de comunicação já são grandes, imagine para quem tem surdo-cegueira? A TV Brasil exibiu dentro do programa Especial, que é apresentado por uma cadeirante e específico para assuntos na área de deficiência, uma reportagem a respeito das tecnologias que estão sendo desenvolvidas para melhor comunicação de pessoas que além de não escutar, também não enxergam. Confira a reportagem completa clicando no vídeo a seguir. (William Veras)


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Porque descrição para cegos em imagens na internet

Descrição para cegos: imagem mostra as frases "O que você olha", "O que você vê" e "O que você enxerga" escritas várias vezes e em posições diversas (vertical, horizontal, inclinada, investida, de cabeça para baixo) submetidas a um processo de desfoque que prejudica a leitura.

Por William Veras*


Imagine você entrando em algum site ou portal na internet e não ter a oportunidade de saber que imagens estão presentes nas seções do site. Imagine ainda receber um e-mail de alguém contendo várias fotos para ilustrar algum produto, serviço, informações ou pessoas e você não conseguir entender nada... É isso que quem não enxerga vive constantemente, em todos os lugares.
Como não existe uma lei ou fiscalização ativa em ferramentas criadas para a internet, pessoas com deficiência visual acabam não usufruindo com total autonomia desses produtos da web. Por causa disso, muita gente vai em busca de alternativas, mas nenhuma delas funciona com eficácia.

domingo, 13 de novembro de 2016

UFPB tem programa de apoio para alunos com deficiência

Descrição para cegos: foto mostra o aluno Otto
de Sousa, do Curso de Rádio e TV, sendo
auxiliado por sua apoiadora, que lê alguns papéis.

Por William Veras


Se as dificuldades acadêmicas, barreiras e desafios já são visíveis para quem não possui nenhum tipo de deficiência, imagine as dificuldades que uma pessoa com alguma necessidade especial enfrenta, em todos os aspectos, durante a sua vida acadêmica.
Foi pensando nisso que o Comitê de Inclusão e Acessibilidade da Universidade Federal da Paraíba criou o programa Aluno Apoiador, que visa disponibilizar estudantes para auxiliar a pessoa com deficiência dentro e fora da sala de aula, incluindo suporte pedagógico e comunicacional, ajuda na mobilidade dentro do campus, organização de materiais em formatos acessíveis e acompanhamento em todos os eventos acadêmicos que o aluno necessitar participar.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Campanha cobra da Semob acessibilidade nas calçadas

Descrição para cegos: foto de uma calçada ao longo de um muro. Sem pavimento, em parte ela é tomada por capim e lixo. 

Por William Veras



Muitas calçadas de nossa cidade são completamente inapropriadas para os pedestres. Os problemas vêm desde carros estacionados até degraus, buracos e pavimento quebrados que podem provocar quedas em pessoas idosas ou com alguma deficiência.
Essa falta de acessibilidade arquitetônica em João Pessoa tem prejudicado muita gente em seu direito de ir e vir, e foi pensando nisso que se criou um movimento através da Avaaz, site que organiza petições públicas sobre assuntos de interesse coletivo e que procura resolvê-los encaminhando-os para os órgãos competentes.

sábado, 13 de agosto de 2016

Agosto das Letras teve seminário de leitura e acessibilidade

Descrição para cegos: foto mostra a professora
Joana Belarmino na mesa do debate.

Por William Veras


O Espaço Cultural José Lins do Rego recebeu na última quinta-feira o I Seminário Sobre Acessibilidade ao Livro e à Leitura, que objetivou levantar discussões sobre os mecanismos de acesso à leitura em todos os formatos, bem como o debate sobre o acesso das pessoas com deficiência visual a determinados materiais, que muitas vezes sofrem interferências por causa de problemas relacionados a direitos autorais, falta de compromisso do mercado editorial em produzir livros acessíveis para todos, dentre outros assuntos.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O mundo da fotografia é possível para quem não enxerga?

Descrição para cegos: foto em preto e branco mostra uma bicicleta com aves voando ao seu lado. A cena da a impressão de que a bicicleta anda ao lado dos pássaros, da direita para a esquerda.

Por William Veras


Hoje é comum tirarmos fotografias; desde muito pequenos, somos estimulados a capturar imagens, e logo cedo ganhamos diversas oportunidades de fotografar. Mas você já parou para pensar em uma pessoa cega fotografando? Será que isso é possível?
Resolvemos fazer uma pesquisa entre algumas pessoas com deficiência visual e, para nossa surpresa, descobrimos que essa possibilidade é real, inclusive treinada através de cursos de fotografias específicos para pessoas cegas.
Mas, antes, saiba o que diz uma profissional do ramo da fotografia a respeito.
A fotógrafa Marcele Martineis, 12 anos no ramo, e trabalhando profissionalmente a quatro na fotografia, nos relatou algumas coisas que podem ajudar na abertura deste debate. Segundo Marcele, a fotografia é simplesmente a captura de emoções. Emoções estas que podem ser capturadas em paisagens, na natureza em geral, no canto dos pássaros, e todas as demais coisas que atraem o olhar e a emoção.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Jovens com deficiência visual criam web rádio

Descrição para cegos: à esquerda, William Veras e, à direita, Otto de Sousa Moreira, ambos utilizando seus respectivos notebooks em uma transmissão da Web Rádio Luz e Arte.

Por Samuel Amaral

O slogan “A rádio que promove sempre a inclusão”, repetido tantas vezes durante a programação da Web Rádio Luz e Arte, não é uma frase de efeito qualquer, mas a melhor expressão do espírito desse projeto, realizado exclusivamente por pessoas com deficiência visual.
A Web Rádio Luz e Arte começou suas atividades no dia 2 de dezembro de 2015, por iniciativa do estudante de Rádio e TV da Universidade Federal da Paraíba Otto de Sousa Moreira, e de Ana Lúcia Santos, na época vice-presidente do Instituto dos Cegos da Paraíba Adalgisa Cunha. No ar 24 horas por dia, sete dias por semana, a Web Rádio tem uma programação variada, para todos os gostos, veiculando programas musicais, boletins de notícia, programas esportivos, religiosos, literários: todos voltados para o público em geral.