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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Comunicação para pessoas com surdo-cegueira

Descrição para cegos: imagem obtida do vídeo mostra, da esquerda para a direita, a intérprete, garoto com surdo-cegueira e pesquisador. A intérprete está falando enquanto segura, com a mão esquerda, a direita do garoto, observados pelo pesquisador. Eles têm diante de si uma mesa sobre a qual se vê uma luva conectada a fios. Atrás deles há uma estante com livros. Em primeiro plano se vê a legenda com um trecho da fala da intérprete - "sempre esse problema de como se comunicar" - e um quadro sobreposto onde se vê a intérprete de Libras.

Se para uma pessoa surda as dificuldades de comunicação já são grandes, imagine para quem tem surdo-cegueira? A TV Brasil exibiu dentro do programa Especial, que é apresentado por uma cadeirante e específico para assuntos na área de deficiência, uma reportagem a respeito das tecnologias que estão sendo desenvolvidas para melhor comunicação de pessoas que além de não escutar, também não enxergam. Confira a reportagem completa clicando no vídeo a seguir. (William Veras)


sábado, 27 de agosto de 2016

As tecnologias assistivas a serviço da inclusão

Descrição para cegos: a foto mostra a palestrante Ana Flávia Coutinho, em pé, gesticulando enquanto fala para a platéia sentada à sua frente. Atrás da professora há um telão onde são projetados os slides da palestra.
Por Samuel Amaral

Promovendo a Acessibilidade às pessoas com deficiência através das Tecnologias Assistivas foi o tema de uma das palestras ocorridas na manhã de ontem (26) na Feira de Inovação e Tecnologia Expotec. Foi ministrada pela professora Ana Flávia Coutinho, da UFPB.
        A palestrante citou dados do Censo 2010, de que há mais de 45 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, o que representa 24% da população. Isso significa que “temos um universo de pessoas com deficiência em nossa sociedade e que ela precisa ser inclusiva. A gente precisa pensar iniciativas que envolvam todas as pessoas”, segundo professora Ana Flávia.
        A adequação dos espaços públicos e privados para acolher as pessoas com deficiência é uma dessas iniciativas, afirma a professora. “A pessoa com deficiência não é deficiente, quem é deficiente é o ambiente! O ambiente é que tem que se mudar para que todas as pessoas sejam incluídas”, afirmou.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Análise de redes sociais aponta pontos positivos e negativos em matéria de inclusão

Descrição para cegos: a imagem mostra o desenho da silhueta de um homem sentado, mexendo num notebook que está em cima de uma mesa. Ao fundo, várias logos de redes sociais são distribuídas em uma balão cinza, como Blogger, YouTube, Facebook, Google, Twitter, Flicker, Wordpress, Apple, Linkedin, entre outros.
Sabe-se que a internet dispõe de um amplo acervo de conteúdos que informam e entretêm, mas que também possibilita interações sociais. Com o surgimento de tecnologias inclusivas (como os leitores de tela e teclados em Braille, por exemplo), pessoas com deficiência passaram a desfrutar da acessibilidade na web. No entanto, muito ainda é necessário para que a inclusão seja mais efetiva. A pedagoga Luciane Barbosa, que defende mais acessibilidade na programação de páginas da web, analisou a experiência proporcionada por algumas redes sociais a pessoas portadoras de deficiência visual. A conclusão é de que muitas páginas ainda são construídas sem visar a inclusão. Leia reportagem sobre o assunto publicada no Portal EBC. (Marília Araújo)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Aplicativo ajuda crianças com paralisia cerebral

O aplicativo sendo utilizado por uma menina de nove anos com paralisia cerebral
Descrição para cegos: a foto mostra a mão de uma menina com paralisia cerebral utilizando o aplicativo em um tablet.


O progresso da tecnologia está proporcionando mudanças no cotidiano de
pessoas com deficiência e, assim, um novo modelo de vida. Seja com a
criação de próteses cada vez mais leves e com respostas mais rápidas
para a adaptação do usuário, ou por meio dos computadores, ajudando na
comunicação de indivíduos com deficiência. É o caso do primeiro
aplicativo disponível para tablets no nosso idioma, o Livox, que você
confere abaixo. (Mabel Abreu)

Carlos Pereira, pai de Clara, de cinco anos, desenvolveu o aplicativo Livox e agora consegue se comunicar com a filha, que tem paralisia cerebral. O analista de sistemas criou inicialmente um sistema simples em que a menina podia responder "sim" ou "não". Com ajuda de fonaudiólogos, terapeutas ocupacionais e pedagogos, o aplicativo ganhou forma e é considerado um dos métodos mais eficientes de se comunicar com pacientes com esse
diagnóstico no Brasil.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Anel pode ajudar deficientes visuais a ler sem Braille

Descrição para cegos: a foto mostra uma mão que tem, no dedo indicador, o FingerReader. O dedo passa pelas palavras de um livro, no mesmo movimento que se executa na leitura de textos transcritos para o Sistema Braille. 
Tecnologia a serviço do bem comum é sempre bem-vinda. Já está em fase de testes um recurso que será de grande utilidade para facilitar o acesso de deficientes visuais a qualquer tipo de livro: um anel que lê. (Gabriella Mayara)

As pessoas que possuem algum tipo de deficiência visual poderão encontrar em um futuro não tão distante um equipamento capaz de permitir a leitura de livros sem braile.
Desenvolvido pelo Fluid Interfaces Group, no laboratório do MIT, o FingerReader pode ser classificado como um tipo de anel capaz de ler e repetir através de um áudio as palavras de um livro qualquer. Certamente, um grande avanço quando comparado ao sistema braile, popularmente utilizado entre pessoas com deficiência visual.