Se para uma pessoa surda as
dificuldades de comunicação já são grandes, imagine para quem tem surdo-cegueira?
A TV Brasil exibiu dentro do programa Especial,
que é apresentado por uma cadeirante e específico para assuntos na área de
deficiência, uma reportagem a respeito das tecnologias que estão sendo
desenvolvidas para melhor comunicação de pessoas que além de não escutar,
também não enxergam. Confira a reportagem completa clicando no vídeo a seguir.
(William Veras)
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
sábado, 27 de agosto de 2016
As tecnologias assistivas a serviço da inclusão
Promovendo
a Acessibilidade às pessoas com deficiência através das Tecnologias Assistivas foi
o tema de uma das palestras ocorridas na manhã de ontem (26) na Feira de
Inovação e Tecnologia Expotec. Foi ministrada pela professora Ana Flávia
Coutinho, da UFPB.
A palestrante citou dados do Censo 2010,
de que há mais de 45 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, o que representa
24% da população. Isso significa que “temos um universo de pessoas com
deficiência em nossa sociedade e que ela precisa ser inclusiva. A gente precisa
pensar iniciativas que envolvam todas as pessoas”, segundo professora Ana
Flávia.
A adequação dos espaços públicos e
privados para acolher as pessoas com deficiência é uma dessas iniciativas,
afirma a professora. “A pessoa com deficiência não é deficiente, quem é
deficiente é o ambiente! O ambiente é que tem que se mudar para que todas as
pessoas sejam incluídas”, afirmou.
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quarta-feira, 27 de maio de 2015
Análise de redes sociais aponta pontos positivos e negativos em matéria de inclusão
Sabe-se que a
internet dispõe de um amplo acervo de conteúdos que informam e entretêm, mas
que também possibilita interações sociais. Com o surgimento de tecnologias
inclusivas (como os leitores de tela e teclados em Braille, por exemplo),
pessoas com deficiência passaram a desfrutar da acessibilidade na web. No entanto,
muito ainda é necessário para que a inclusão seja mais efetiva. A pedagoga
Luciane Barbosa, que defende mais acessibilidade na programação de páginas da web,
analisou a experiência proporcionada por algumas redes sociais a pessoas
portadoras de deficiência visual. A conclusão é de que muitas páginas ainda são
construídas sem visar a inclusão. Leia reportagem sobre o assunto publicada no Portal EBC. (Marília Araújo)
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Aplicativo ajuda crianças com paralisia cerebral
![]() |
| Descrição para cegos: a foto mostra a mão de uma menina com paralisia cerebral utilizando o aplicativo em um tablet. |
O progresso da tecnologia está proporcionando mudanças no cotidiano de
pessoas com deficiência e, assim, um novo modelo de vida. Seja com a
criação de próteses cada vez mais leves e com respostas mais rápidas
para a adaptação do usuário, ou por meio dos computadores, ajudando na
comunicação de indivíduos com deficiência. É o caso do primeiro
aplicativo disponível para tablets no nosso idioma, o Livox, que você
confere abaixo. (Mabel Abreu)
Carlos Pereira, pai de Clara, de cinco anos, desenvolveu o aplicativo Livox e agora consegue se comunicar com a filha, que tem paralisia cerebral. O analista de sistemas criou inicialmente um sistema simples em que a menina podia responder "sim" ou "não". Com ajuda de fonaudiólogos, terapeutas ocupacionais e pedagogos, o aplicativo ganhou forma e é considerado um dos métodos mais eficientes de se comunicar com pacientes com esse
diagnóstico no Brasil.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Anel pode ajudar deficientes visuais a ler sem Braille
Tecnologia a serviço do bem comum é sempre bem-vinda. Já está
em fase de testes um recurso que será de grande utilidade para facilitar o
acesso de deficientes visuais a qualquer tipo de livro: um anel que lê. (Gabriella
Mayara)
As pessoas que possuem algum tipo de deficiência
visual poderão encontrar em um futuro não tão distante um equipamento capaz de
permitir a leitura de livros sem braile.
Desenvolvido pelo Fluid Interfaces Group, no
laboratório do MIT, o FingerReader pode ser classificado como um tipo de anel
capaz de ler e repetir através de um áudio as palavras de um livro qualquer.
Certamente, um grande avanço quando comparado ao sistema braile, popularmente
utilizado entre pessoas com deficiência visual.
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