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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Entendendo a "adaptação razoável"


Descrição para cegos: a imagem mostra uma calçada acessível: rebaixada e com piso tátil.
Apesar de haver um grande número de pessoas com deficiência no Brasil, e do muito que tem se esclarecido sobre seus direitos, ainda é um grande desafio para elas encontrarem condições mínimas de para alcançarem autonomia e dignidade. Isso devido, principalmente, à falta de acessibilidade, que é uma exigência constitucional e direito fundamental para as pessoas com deficiência. Uma forma de desimpedir esses acessos pode ser a adaptação razoável, conceito apresentado na Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, de 2006. A adaptação razoável é indicada para a adequação de espaços, produtos e serviços. A leitura do texto a seguir, publicado na página do Grupo Vozes, Empoderamento e Inclusão das Pessoas com Deficiência, pode elucidar o conceito. (Marília Araújo)

sábado, 12 de dezembro de 2015

Educação é direito de todos


Descrição para cegos: a imagem mostra carteiras enfileiradas numa sala de aula.
Por Marília Araújo
Um dos grandes desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência é a luta pelo acesso ao ensino regular. Assegurar a todos a igualdade de condições para o acesso à escola e a permanência nela, sem discriminação, é um princípio que está previsto na Constituição desde 1988, porém o processo de inclusão tem encontrado muitas barreiras no tocante à educação.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

III Colóquio sobre Direitos da Pessoa com Deficiência – com Windyz Ferreira e Alceni Maria

Descrição para cegos: foto mostra Windyz à esquerda e Alceni à direita, sentadas, e a câmera filmando-as, com elas aparecendo no visor

O III Colóquio sobre Direitos da Pessoa com Deficiência foi realizado no dia 1º de dezembro pela turma de Jornalismo e Cidadania do Curso de Jornalismo na UFPB. As convidadas foram a professora Windyz Brazão Ferreira e a pedagoga Alceni Maria da Silva, que tem visão subnormal e é servidora da Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência da Paraíba (Funad). O colóquio foi organizado por Gabriela Garcia, Luiz Lambert, Marília Araújo e Marília Cordeiro.

Assista ao colóquio a seguir:

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Dia de quê?

Descrição para cegos: ilustração mostra o mapa mundi com o símbolo da ONU sobreposto, ambos na cor azul. Atrás encontra-se o símbolo da Justiça, a balança, nas cores do arco-íris. À esquerda e à direita da balança está o Símbolo Internacional de Acesso, representado por uma pessoa em cadeira de rodas, também nas cores do arco-íris. Ao centro, há detalhes na forma da letra "S" na cor verde.
Por Marília Araújo

Por decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU)de 14 de outubro de 1992, o 3 de dezembro foi instituído como o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. A principal ideia dessa data é refletir sobre as melhores ações para garantir qualidade de vida e dignidade para todas as pessoas que têm algum tipo de deficiência.
Mas além de refletir, é urgente pôr em prática. Um longo caminho ainda precisa ser percorrido para que alcancemos uma sociedade efetivamente inclusiva, ou seja, um lugar com oportunidades para todos, onde cada indivíduo representa igual papel de contribuição para a coletividade.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A discriminação mora ao lado

Descrição para cegos: a imagem mostra seis esculturas de macacos: três maiores e três menores. As menores estão à frente e têm a cor azul. Eles aparecem fechando a boca, os ouvidos e os olhos. Os três macacos maiores estão atrás e são marrons. Eles fazem os mesmos gestos: um fecha a boca, o outro os ouvidos e o outro os olhos. 

Por Marília Araújo


Eu estava lá, ao lado da porta, pedindo que me ajudassem a subir a rampa íngreme. E você, nem a minha presença sentiu. Eu estava lá, na calçada, sem saber se o sinal abriu. E você tampouco me viu.
Eu pedi ajuda, com gestos simples, e parece que isso te amedrontou. E quando não pude ouvir o que disse, você de pronto me ignorou.
Eu precisei de educação de qualidade, e você não atendeu. Mostrou quanto era difícil adaptar a escola para “uma pessoa como eu”.
Você viu o meu currículo e quis me contratar, mas ao ver minha diferença, precisou ensaiar desculpas para me incapacitar.
Tudo isso foi tão pouco, mas se lhe pareceu casual, permita que eu informe: isso não é natural. Se ainda existe discriminação, quem é deficiente, afinal?

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

UFPB sedia Curso internacional de Gentle Teaching

Descrição para cegos: imagem mostra um polegar para cima, em sinal de "positivo". Há uma "carinha feliz" pintada nele, com olhos arregalados e um largo sorriso. Ao fundo há uma lousa. 
Por Marília Araújo

O Projeto de extensão Pró-Mães, da Universidade Federal da Paraíba, em parceria com a Associação de Deficientes e Familiares (Asdef), realiza na próxima sexta-feira um Curso de Gentle Teaching para Famílias de Pessoas com Deficiência. Será ministrado pelo psicólogo Mario do Carmo Pereira, de Portugal, e acontece no auditório da Reitoria, das 8h às 17h.
O Gentle Teaching (ou Ensino Gentil) é um modelo pedagógico baseado numa forma de relacionamento de interdependência e companheirismo, que visa demonstrar que a base das necessidades do ser humano está nos sentimentos.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Entendendo o esporte adaptado

Descrição para cegos: a imagem mostra parte de uma cadeira de rodas numa pista de atletismo. A cadeira é adptada para a prática desportiva, contando com uma pequena rodinha chamada de "roda anti-tombos". 
Em nosso país, pelo menos 30 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência e, por causa do princípio de sempre valorizar o mais forte, ágil ou resistente nos esportes, elas têm que enfrentar grandes barreiras para exercer esse direito com dignidade. Felizmente, o Brasil está caminhando, ainda que a passos curtos, em direção à inclusão de pessoas com deficiência no desporto; conquistando, inclusive, colocações de destaque em Paraolimpíadas e jogos Parapan-americanos. No entanto, ainda há muito que precisa ser feito para garantir o direito ao esporte e ao lazer. O texto a seguir, publicado no site Vida Mais Livre, ajuda a entender o esporte adaptado, que pode (e deve) ser adotado em escolas, para incluir crianças e adolescentes com deficiência nas atividades esportivas. (Marília Araújo)

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

O acesso da mulher com deficiência ao SUS

Descrição para cegos: a foto em preto e branco mostra uma mulher de costas para a câmera, conduzindo uma pessoa em cadeira de rodas por uma calçada. À direita da foto, árvores enfileiradas margeiam a calçada; e, à esquerda, há um muro com plantas. 
O Governo Federal criou recentemente um grupo de trabalho com o objetivo de definir estratégias para garantir o acesso de mulheres com deficiência aos cuidados da saúde da mulher, no Sistema Único de Saúde (SUS), bem como buscar formas de melhorar a qualidade do atendimento nas unidades. O grupo, ligado às Secretarias de Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e do Ministério da Saúde, também deve promover campanhas contra o preconceito e a violência. Leia abaixo a matéria na íntegra, divulgada pelo Portal EBC. (Marília Araújo)

terça-feira, 14 de julho de 2015

Pesquisadores sugerem teste de olfato para diagnosticar autismo

Descrição para cegos: a foto mostra uma menina de cabelos loiros sentada no asfalto. Ela aprece com a cabeça reclinada sobre o braço direito, que se apoia em sua perna. Com a mão esquerda ela segura um punhado de margaridas brancas. 
Pesquisadores de Israel realizaram testes de olfato com cerca de 36 crianças a fim de analisar se a forma como elas sentem odores pode ser uma base para diagnóstico de autismo. Os resultados mostraram que, diferente das outras, as crianças com autismo não dispensavam mais ou menos tempo inalando aromas agradáveis ou desagradáveis. O método pode ser uma ferramenta adicional para diagnosticar o transtorno precocemente, o que geralmente acontece depois que a criança faz dois anos. Leia a notícia completa, veiculada no Blog Quem Inova, do grupo Catraca Livre. (Marília Araújo)

Teste de olfato promete ser base para diagnosticar autismo

       Um estudo realizado pelo Instituto Weizmann de Israel concluiu que a maneira como as crianças reagem a odores poderia ser a inesperada base de um teste para autismo.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Onde está o princípio da isonomia?

Descrição para cegos: a imagem contém representações de diferentes tipos de pessoas, em diferentes cores: meninas, mulheres, homens e pessoas com deficiência, representadas pelo Símbolo Internacional de Acesso, no qual uma pessoa está na cadeira de rodas.
Os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da igualdade perante a lei existem. Porém, muitas vezes são esquecidos ou mal compreendidos pela sociedade, em relação à pessoa com deficiência. Apesar dos discretos avanços ocorridos nos últimos tempos, na busca pela inclusão desses indivíduos, percebe-se que muitas pessoas ainda precisam evoluir, no sentido de reconhecer e respeitar os direitos da pessoa com deficiência. A Lei Nº 8.213 (Lei de Cotas), por exemplo, está em vigor desde 1991, mas a aceitação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal ainda é muito baixa. Foi partindo do questionamento “quanto as pessoas com deficiência têm seus direitos humanos e fundamentais respeitados? ”, que o advogado Luis Kassab escreveu para o site Vida mais Livre. Leia a seguir: (Marília Araújo)

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Análise de redes sociais aponta pontos positivos e negativos em matéria de inclusão

Descrição para cegos: a imagem mostra o desenho da silhueta de um homem sentado, mexendo num notebook que está em cima de uma mesa. Ao fundo, várias logos de redes sociais são distribuídas em uma balão cinza, como Blogger, YouTube, Facebook, Google, Twitter, Flicker, Wordpress, Apple, Linkedin, entre outros.
Sabe-se que a internet dispõe de um amplo acervo de conteúdos que informam e entretêm, mas que também possibilita interações sociais. Com o surgimento de tecnologias inclusivas (como os leitores de tela e teclados em Braille, por exemplo), pessoas com deficiência passaram a desfrutar da acessibilidade na web. No entanto, muito ainda é necessário para que a inclusão seja mais efetiva. A pedagoga Luciane Barbosa, que defende mais acessibilidade na programação de páginas da web, analisou a experiência proporcionada por algumas redes sociais a pessoas portadoras de deficiência visual. A conclusão é de que muitas páginas ainda são construídas sem visar a inclusão. Leia reportagem sobre o assunto publicada no Portal EBC. (Marília Araújo)