| Descrição para cegos: ilustração que está escrita "Mundo Podcast". Fonte: Mundo Podcast
Por Maria Ricarte
De acordo com uma pesquisa feita em 2016 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil existem 45 milhões de Pessoas com Deficiência (PCDs), ou seja, quase 24% da população brasileira possui algum tipo de deficiência - seja ela física, visual, auditiva, mental ou múltipla. Dentre esses tipos de deficiências que atingem a população, a mais comum entre os brasileiros é a visual, que chegou a atingir 35,8 milhões de pessoas em 2010. Dito isso, a necessidade de medidas institucionais para amparar e inserir essa parcela da população é altamente importante para que haja uma equidade de oportunidade entre os PCDs e a população que não possui nenhum tipo de deficiência.
Essa realidade, determinou a existência de um programa que pudesse conversar com a sociedade sobre a questão da acessibilidade e da realidade dos indivíduos que possuem deficiência visual. Assim surgiu o Podcast Papo Acessível, criado por Fernando Scalabrini que conta com a ajuda de José Luiz Braga e Renata Rodrigues Fonseca . A finalidade do programa é conversar informalmente sobre tecnologia, internet, vida diária, fazer entrevistas e levar entretenimento com bom humor aos deficientes visuais.
Acesse o Link do Podcast Papo Acessível, para poder se informar e conhecer mais sobre essa realidade que atinge uma grande parcela de brasileiros:
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terça-feira, 13 de novembro de 2018
Podcast inclusivo: um mundo cheio de possibilidades
sábado, 3 de novembro de 2018
Educação inclusiva: um modelo de ensino lúdico e dinâmico
Descrição para cegos: Professor Marcelo em pé ao lado do mapa interativo. Foto por: Reprodução/Tv Globo
Por Maria Ricarte
A inclusão vai além da possibilidade de inserir pessoas com deficiências no convívio comum, é a mudança no pensamento e no comportamento dos indivíduos e em suas atitudes perante as pessoas com deficiência. É, além de tudo, ter o processo de inclusão como algo natural, normal para todos e não algo forçado. O processo de inclusão se inicia ao inserir o deficiente visual na escola, sendo este um ambiente comum para todos, em que possibilita a este aluno uma autonomia, deixando-o capaz de tomar decisões e cuidar de si, sendo uma pessoa independente com capacidade de frequentar lugares comuns e de se relacionar com a sociedade.
Neste contexto, é possível perceber que as instituições de ensino e os seus profissionais são de suma importância para a educação inclusiva de qualidade e para que haja o desenvolvimento cognitivo das crianças com deficiência visual, o que é parte fundamental para a mudança no preconceito existente na sociedade, uma vez que é através das crianças de hoje que se tem o adulto de amanhã.
Dito isso, o pernambucano Marcelo Miranda, professor de Geografia do Instituto Federal de Educação (IFPE) teve a ideia de criar mapas com textura física para ajudar no aprendizado de deficientes visuais. A novidade desses mapas consiste em ter partes cobertas com um material diferente, para que as pessoas que não enxergam conheçam e entendam o lugar onde vivem, consequentemente facilitando o ensino e o aprendizado desses estudantes que terão uma noção maior do que estão aprendendo.
Acesse o link da matéria publicada no G1 - portal da Rede Globo - dia 15 de Outubro de 2018 e obtenha mais informações sobre o projeto que facilita a vida de muitos estudantes com deficiência visual:
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Verônica González Donet, âncora de TV e cega
Se
você gosta de conhecer exemplos de pessoas que superam expectativas e
ultrapassam barreiras mostrando sua capacidade profissional acima de qualquer
deficiência, veja a história de Verônica González, jornalista da televisão estatal
da Argentina. Ganhadora de prêmios na área de comunicação, participa de eventos
na condição de palestrante, inclusive do Fórum Social sobre Deficiência e Direitos
Humanos, em Genebra, na Suíça. Além disso, realizou, através da Fundação
Telefônica, miniprogramas de rádio com o objetivo de aumentar a conscientização
pública sobre a forma como a mídia mostra as pessoas com deficiência. Saiba mais. (William Veras)
sábado, 13 de agosto de 2016
Agosto das Letras teve seminário de leitura e acessibilidade
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| Descrição para cegos: foto mostra a professora Joana Belarmino na mesa do debate. |
Por William Veras
O
Espaço Cultural José Lins do Rego recebeu na última quinta-feira o I Seminário
Sobre Acessibilidade ao Livro e à Leitura, que objetivou levantar discussões
sobre os mecanismos de acesso à leitura em todos os formatos, bem como o debate
sobre o acesso das pessoas com deficiência visual a determinados materiais, que
muitas vezes sofrem interferências por causa de problemas relacionados a direitos
autorais, falta de compromisso do mercado editorial em produzir livros
acessíveis para todos, dentre outros assuntos.
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Há mais do que seu olho pode ver
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| Descrição para cegos: foto de um olho feminino. |
Por Amanda
Galdino
Com
o passar dos anos eu aprendi que o ver é relativo. As pessoas podem ver umas às
outras, mas não se enxergam de verdade. Elas não compreendem a importância de
tomar um tempo para si e realmente observar o mundo ao seu redor.
Eu
posso sentir o cheiro das flores frescas. Posso ouvir o som da água do rio
correndo e a risada das crianças que brincam no parque. Sinto a brisa leve percorrer
os meus braços. E tudo é muito intenso.
Eu
sou capaz de sentir tudo ao meu redor. Os sentimentos, as emoções, as dores, os
sonhos. A realidade me é muito mais palpável.
Eu
posso não ser capaz de ver as cores, não conseguir olhar o céu, ou enxergar o
meu reflexo nos olhos daqueles que amo, mas eu sou capaz de sentir cada parte
disso dentro do meu ser. Porque a vida me ensinou que a visão é muito mais do
que a habilidade de ver, é a sensibilidade de entender o que é visto.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Análise de redes sociais aponta pontos positivos e negativos em matéria de inclusão
Sabe-se que a
internet dispõe de um amplo acervo de conteúdos que informam e entretêm, mas
que também possibilita interações sociais. Com o surgimento de tecnologias
inclusivas (como os leitores de tela e teclados em Braille, por exemplo),
pessoas com deficiência passaram a desfrutar da acessibilidade na web. No entanto,
muito ainda é necessário para que a inclusão seja mais efetiva. A pedagoga
Luciane Barbosa, que defende mais acessibilidade na programação de páginas da web,
analisou a experiência proporcionada por algumas redes sociais a pessoas
portadoras de deficiência visual. A conclusão é de que muitas páginas ainda são
construídas sem visar a inclusão. Leia reportagem sobre o assunto publicada no Portal EBC. (Marília Araújo)
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