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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Univesp promove a educação sobre os direitos das PcDs através do ensino a distância

Descrição para cegos: professor Luiz Henrique Proença lendo um texto. Fonte: Youtube

Por Maria Ricarte
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência revogada em 06 de Julho de 2015, assegurou e promoveu , o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais para pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. Dito isso, a importância do conhecimento da população sobre a questão da desigualdade social existente entre crianças, jovens e adultos portadores de deficiência é essencial para conscientizar a sociedade sobre as dificuldades, os direitos e os deveres de cada um perante essa parcela da população.
A criação do Curso virtual de Licenciatura sobre Educação e Inclusão, pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), ministrada pelo Professor Luiz Henrique Proença, compactua com a ideia da criação de medidas conscientizadoras  a fim de educar a população sobre a importância da adoção de projetos, leis, ONGs e escolas capacitadas para que os portadores de deficiência possam ter seus Direitos Humanos e Fundamentais garantidos. O curso, disponibilizado no Youtube, contém 28 vídeos;  sendo que 25 são vídeos aulas abordando ramificações sobre temas específicos relacionados à inclusão na educação e três vídeos são debates tendo o assunto “Política Nacional de Educação Especial” como base.

Acesse o link da playlist existente no Youtube com os vídeos do Curso virtual de Licenciatura Educação e Inclusão, de 2015, e obtenha mais informações sobre o mesmo:

domingo, 25 de junho de 2017

Dia Internacional do Surdocego

Descrição para cegos: ilustração composta por quatro imagens iguais, organizadas em quadrados, sendo duas mais claras e duas mais escuras, formada por três mãos, dando a impressão que uma pessoa segura à mão de outra, sobre a qual desenha.

Por Gabrielly Alencar

No dia 27 de junho é comemorado o Dia Internacional da Pessoa Surdocega. A data foi escolhida em homenagem a Helen Keller, que nasceu nesse dia e foi um grande exemplo de superação, se tornando escritora e ativista social norte-americana e a primeira pessoa surdocega a entrar para o ensino superior.
A surdocegueira é uma deficiência única e apesar de estar associada a cegueira e surdez, não consiste na somatória de ambas, mas tem características peculiares, como graves perdas auditiva e visual, não havendo, porém, uma privação total dos dois sentidos.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Campanha Doe Sua Voz

Descrição para cegos: a imagem mostra um rapaz olhando 
diretamente para a câmera, e a legenda: “Você pode doar a sua?”

Por Isy Veras

       A perda parcial ou total da audição, é um problema que dificulta bastante o processo de comunicação social. Pensando nessa falha de interação entre os deficientes auditivos e a população em geral, a Propeg (uma agência baiana de comunicação) lançou uma campanha, levando a alcance público o trabalho da Associação de Pais a Amigos de Deficientes Auditivos do Estado da Bahia (Apada/BA), intitulada “Doe Sua Voz”.
         A campanha foi desenvolvida em uma plataforma online que permite que pessoas acessem o conteúdo e possam “doar” suas vozes em gravação.
        O vídeo de divulgação do projeto mostra um rapaz, interagindo através de legendas, para pedir a doação da voz do internauta para que ele possa falar algo.
        A mecânica do projeto é simples: é necessário apenas um browser atualizado e disponibilidade de recurso de áudio, depois sua voz pode ser gravada seguindo as legendas em vídeo e também compartilhada em redes sociais.
      

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

IV Colóquio de Direitos da Pessoa com Deficiência, com Ana Flávia Coutinho

Descrição para cegos: foto da professora
Ana Flávia durante o colóquio. Em primeiro
plano, abaixo da foto, vê-se a câmera, em
cujo visor aparece a imagem que está sendo
captada.

A professora Ana Flávia Coutinho foi a convidada da turma de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos da Universidade Federal da Paraíba para o IV Colóquio de Direitos da Pessoa com Deficiência, ocorrido no dia 27 de outubro de 2016. Ela é doutorada em Psicologia Social pela UFPB, mestra em Tecnologia das Engenharias pela Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro, em Portugal, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Paraíba e em Processamento de Dados pela Asper. Tem experiência na área de Engenharia de Reabilitação, atuando principalmente nos temas tecnologias assistivas, acessibilidade, educação especial e autismo. O colóquio foi organizado por Jéssica Xavier, Rebeka Akber, Samuel Amaral e William Veras.





CONFIRA O COLÓQUIO NA INTEGRA:

1 – Relações sociais e deficiência
- A professora explica a evolução histórica da relação entre a sociedade e as pessoas com deficiência, e as fases da exclusão, segregação, integração e inclusão. 


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Comunicação para pessoas com surdo-cegueira

Descrição para cegos: imagem obtida do vídeo mostra, da esquerda para a direita, a intérprete, garoto com surdo-cegueira e pesquisador. A intérprete está falando enquanto segura, com a mão esquerda, a direita do garoto, observados pelo pesquisador. Eles têm diante de si uma mesa sobre a qual se vê uma luva conectada a fios. Atrás deles há uma estante com livros. Em primeiro plano se vê a legenda com um trecho da fala da intérprete - "sempre esse problema de como se comunicar" - e um quadro sobreposto onde se vê a intérprete de Libras.

Se para uma pessoa surda as dificuldades de comunicação já são grandes, imagine para quem tem surdo-cegueira? A TV Brasil exibiu dentro do programa Especial, que é apresentado por uma cadeirante e específico para assuntos na área de deficiência, uma reportagem a respeito das tecnologias que estão sendo desenvolvidas para melhor comunicação de pessoas que além de não escutar, também não enxergam. Confira a reportagem completa clicando no vídeo a seguir. (William Veras)


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Porque descrição para cegos em imagens na internet

Descrição para cegos: imagem mostra as frases "O que você olha", "O que você vê" e "O que você enxerga" escritas várias vezes e em posições diversas (vertical, horizontal, inclinada, investida, de cabeça para baixo) submetidas a um processo de desfoque que prejudica a leitura.

Por William Veras*


Imagine você entrando em algum site ou portal na internet e não ter a oportunidade de saber que imagens estão presentes nas seções do site. Imagine ainda receber um e-mail de alguém contendo várias fotos para ilustrar algum produto, serviço, informações ou pessoas e você não conseguir entender nada... É isso que quem não enxerga vive constantemente, em todos os lugares.
Como não existe uma lei ou fiscalização ativa em ferramentas criadas para a internet, pessoas com deficiência visual acabam não usufruindo com total autonomia desses produtos da web. Por causa disso, muita gente vai em busca de alternativas, mas nenhuma delas funciona com eficácia.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

10 filmes sobre inclusão de pessoas com deficiência

Descrição para cegos: A imagem é uma cena do filme Colegas, nela estão três jovens com síndrome de down, uma mulher e dois homens. Um deles dirige um conversível, a menina está no banco carona e o outro no banco de trás. Todos estão fantasiados.   

Diante dos desafios na inclusão de pessoas com deficiência, os filmes são uma ótima maneira de abordar o assunto e discutir o respeito à diversidade. O Centro de Referência em Educação Integral listou 10 filmes que tratam a inclusão de pessoas com diferentes tipos de deficiência. Na lista, estão as obras brasileiras: Colegas (2002), Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014), A Pessoa é Para o Que Nasce (2002) e Janela da Alma (2001). Confira a lista completa no site do Centro de Referência. (Jéssica Xavier)

domingo, 20 de novembro de 2016

Funad promove V Mostra de Arte Inclusiva

Descrição para cegos: cartaz
da mostra, que tem no centro
 um papel com o nome do evento
e alguns símbolos referentes a
deficiências como os de
cadeirante, surdo e cego. Em
volta, manchas de tinta, pincéis,
lápis e duas mãos pintando.

Jéssica Xavier


A V Mostra de Arte Inclusiva, promovida pela Funad (Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência) e pela Secretaria de Estado da Educação da Paraíba, acontecerá nos dias 24 e 25 deste mês, na sede da Funad em João Pessoa. A abertura oficial do evento acontece às 8h30 do dia 24, e as atividades ocorrem pela manhã e tarde.
A mostra irá exibir os trabalhos desenvolvidos ao longo do ano pelos artistas com deficiência da Funad e de outras instituições. O objetivo é mostrar a arte como um instrumento não só de expressão, mas também de inserção social e inclusão das pessoas com deficiência.
Além das exposições de artes visuais que ocorrem durante os dois dias, o evento terá apresentações de diversos grupos de música, teatro e dança, como, por exemplo, Bailando sobre Rodas e Sapateando sobre Rodas, ambas realizadas por cadeirantes da Funad. Também estará disponível uma oficina de bordado russo, a exposição fotográfica Veja-me, de Danielle Ribeiro, Marcos Neves e Virginia Cavalcanti, e a exibição dos palhacinhos reciclados do artista plástico Joselito Dantas.
        O evento é gratuito e aberto a todos os públicos. Confira a programação completa e participe!

domingo, 13 de novembro de 2016

UFPB tem programa de apoio para alunos com deficiência

Descrição para cegos: foto mostra o aluno Otto
de Sousa, do Curso de Rádio e TV, sendo
auxiliado por sua apoiadora, que lê alguns papéis.

Por William Veras


Se as dificuldades acadêmicas, barreiras e desafios já são visíveis para quem não possui nenhum tipo de deficiência, imagine as dificuldades que uma pessoa com alguma necessidade especial enfrenta, em todos os aspectos, durante a sua vida acadêmica.
Foi pensando nisso que o Comitê de Inclusão e Acessibilidade da Universidade Federal da Paraíba criou o programa Aluno Apoiador, que visa disponibilizar estudantes para auxiliar a pessoa com deficiência dentro e fora da sala de aula, incluindo suporte pedagógico e comunicacional, ajuda na mobilidade dentro do campus, organização de materiais em formatos acessíveis e acompanhamento em todos os eventos acadêmicos que o aluno necessitar participar.

domingo, 23 de outubro de 2016

Conheça (e apoie) o Braille Bricks

Descrição para cegos: símbolo do projeto Brille Bricks. O segundo "l" da palavra "Braille", está representado por três pontos que, em braille, formam essa letra, dentro de um retângulo vermelho. O "c" da palavra "Bricks" também está representado por seus pontos correspondentes no Sistema Braille, dentro de um retângulo amarelo.

Como uma simples peça de Lego pode ajudar quem não enxerga? O projeto experimental Braille Bricks, desenvolvido pela agência Lew’Lara TBWA em parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos tem a proposta de transformar o brinquedo numa ferramenta de inclusão e alfabetização de crianças com deficiência visual, funcionando como um complemento ao processo de aprendizagem tradicional dos livros e apostilas. O vídeo abaixo faz parte da campanha #BrailleBricksForAll (Braille Bricks Para Todos), e mostra a reação de crianças cegas em contato com os blocos adaptados. Visa também pressionar o fabricante a produzir peças desse tipo em escala global. O registro do produto está disponível através de Creative Commons. (Samuel Amaral).


terça-feira, 4 de outubro de 2016

Drama: locomoção de pessoas com deficiência na periferia

Descrição para cegos: casas da periferia, sem infra-estrutura e precariamente construídas em um morro. 
A Pública – Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo, produziu o minidocumentário Meio Complicado, que mostra as dificuldades de mobilidade enfrentadas por pessoas com deficiência que vivem nas periferias. Devido à falta de infraestrutura urbana adequada, muitas delas vivem presas em casa, isoladas do convívio social, pois não podem enfrentar os degraus com tamanhos diferentes, buracos, becos estreitos, ladeiras íngremes e calçadas irregulares. Confira o vídeo aqui. (Samuel Amaral).

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Moda inclusiva para pessoas com deficiência

Descrição para cegos: a imagem apresenta um cadeirante à esquerda e uma menina com prótese em uma das pernas à direita. A foto mostra apenas os membros inferiores do casal. Há algumas bexigas azuis espalhadas pelo chão.
       Diante das dificuldades encontradas pelas pessoas com deficiência para achar roupas em lojas, além da falta de informações da indústria sobre esse tipo de consumidor, a estilista e cadeirante Michele Simões criou o projeto Meu corpo é real, que propõe estabelecer uma ponte entre o consumidor e a indústria através de informações mais adequadas. Através de um minidocumentário, da realização do ‘Fashion Day Inclusivo’ e de depoimentos na página do Instagram, o projeto discute o acesso físico às lojas, o preparo dos atendentes, o desenvolvimento de peças mais funcionais, além de fomentar soluções para tornar a moda desse público mais prática. Confira a reportagem completa no Hypeness. (Jéssica Xavier)

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

21 de setembro: dia de luta

Descrição para cegos: foto mostra detalhe de um cadeirante em sua cadeira. Na imagem aparecem apenas uma pequena parte da roda, sobre a qual repousa uma mão , e uma parte da coxa sobre o assento.

Hoje, 21 de setembro, é o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Propositalmente, esta data coincide com o Dia da Árvore, buscando, com isso, o simbolismo do reflorir que vem com a Primavera, que se inicia daqui a dois dias. Assim como as plantas se renovam nesta estação, o movimento em defesa das pessoas com deficiência vê, na data, oportunidade de reagrupar as forças para continuar lutando até que todas as barreiras excludentes sejam derrubadas. A propósito da data, o site Vida+Livre publicou artigo do seu repórter Daniel Limas que traz a relação das leis promulgadas em benefício da pessoa com deficiência, a que poderíamos também chamar de lista das conquistas das lutas da pessoa com deficiência. Confira o artigo clicando aqui

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Pesquisa propõe cinema para deficientes visuais

Descrição para cegos: desenho de uma mulher deficiente visual com óculos escuros. Em uma mão leva a bengala e um par de ingressos e com a outra mão segura um pacote de pipoca.

O publicitário Diego Normandi realizou um estudo que permitiu entender como seria um cinema para os deficientes visuais. A pesquisa elaborou uma proposta de serviço cinematográfico compatível com as necessidades dos usuários com deficiência, possibilitando a eles uma experiência acessível e inclusiva. Para o publicitário, é necessário que as cadeias de produção, distribuição e divulgação se adequem ao uso de ferramentas de áudio-descrição. Reportagem completa no site Ciência na Rua. (Jéssica Xavier)

sábado, 27 de agosto de 2016

As tecnologias assistivas a serviço da inclusão

Descrição para cegos: a foto mostra a palestrante Ana Flávia Coutinho, em pé, gesticulando enquanto fala para a platéia sentada à sua frente. Atrás da professora há um telão onde são projetados os slides da palestra.
Por Samuel Amaral

Promovendo a Acessibilidade às pessoas com deficiência através das Tecnologias Assistivas foi o tema de uma das palestras ocorridas na manhã de ontem (26) na Feira de Inovação e Tecnologia Expotec. Foi ministrada pela professora Ana Flávia Coutinho, da UFPB.
        A palestrante citou dados do Censo 2010, de que há mais de 45 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, o que representa 24% da população. Isso significa que “temos um universo de pessoas com deficiência em nossa sociedade e que ela precisa ser inclusiva. A gente precisa pensar iniciativas que envolvam todas as pessoas”, segundo professora Ana Flávia.
        A adequação dos espaços públicos e privados para acolher as pessoas com deficiência é uma dessas iniciativas, afirma a professora. “A pessoa com deficiência não é deficiente, quem é deficiente é o ambiente! O ambiente é que tem que se mudar para que todas as pessoas sejam incluídas”, afirmou.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Curta retrata infância de menina com paralisia cerebral

Descrição para cegos: cena do filme mostra Heloísa na entrada da sala de aula. Ela está numa cadeira de rodas e, atrás dela, tem uma porta aberta e um banquinho. Na parede à sua esquerda, um cabide com uma mochila pendurada.
Por Jéssica Xavier

         O livro infantil Por Que Heloísa?, da publicitária Cristiana Soares ganhou vida nas telas e se tornou filme. O curta-metragem conta a história de uma garota de 6 anos com paralisia cerebral chamada Heloísa que encara o início de sua vida escolar. O filme é baseado em uma história real e foi realizado pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e pela TV Cultura de São Paulo.
- O projeto transmidiático Por que Heloísa? foi concebido com a intenção de gerar a reflexão coletiva. Como podemos mudar nossa forma de olhar as questões relacionadas à deficiência e à existência humana e colaborar, na prática, para tornar o mundo melhor para todos? - indaga a autora.

domingo, 14 de agosto de 2016

Mesa discutiu o acesso à leitura na era digital

Descrição para cegos: da esquerda para direita, sentados atrás de mesas: Sandra Santiago, Perla Assunção, Antônio Muniz, Joana Belarmino e Helosman de Oliveira. Sobre as mesas há uma jarra e copos com água, microfone e a linha braille de Antônio Muniz. Ele está portando o microfone, falando.
Por Samuel Amaral

Pessoas com Deficiência e o acesso à leitura na era digital foi o tema que norteou as discussões na tarde da quinta-feira (11) no I Seminário Paraibano sobre Acessibilidade ao Livro e à Leitura, realizado no âmbito do projeto Agosto das Letras 2016. Integraram a mesa as professoras Joana Belarmino e Sandra Santiago, da UFPB; Perla Assunção, representante da Fundação Dorina Nowill; Antônio Muniz, presidente da Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB); e Helosman de Oliveira, representante da Funad (Fundação de Apoio ao Deficiente). 

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Inserção ou inclusão?

Descrição para cegos: à esquerda, Kézia Nascimento, na cadeira de rodas, em um vestido florido. À direita, Francisco Izidoro, presidente da Asdef - Associação de Deficientes e Familiares, tendo em mãos um exemplar do Estatuto da Pessoa com Deficiência.
Por Samuel Amaral

Muita gente pode pensar que são sinônimos, mas na grande maioria das vezes, inserir pessoas com deficiência no mercado de trabalho não representa incluí-las na sociedade.
A Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência já existe há mais de 25 anos e assegura a inserção dessa parte da população no mercado de trabalho. Ela determina que empresas com mais de 100 empregados devem reservar porcentuais mínimos de vagas para pessoas com deficiência no seu quadro de funcionários: de 2 a 5% nas que contam com até 200 funcionários; 3% em empresas que têm de 201 a 500 funcionários; e 4% para as que dispõem de 501 a 1000 postos de trabalho. No entanto, segundo dados do Ministério do Trabalho, dos 45,6 milhões de deficientes brasileiros, apenas 306 mil encontram-se em algum tipo de atividade formal.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Jovens com deficiência visual criam web rádio

Descrição para cegos: à esquerda, William Veras e, à direita, Otto de Sousa Moreira, ambos utilizando seus respectivos notebooks em uma transmissão da Web Rádio Luz e Arte.

Por Samuel Amaral

O slogan “A rádio que promove sempre a inclusão”, repetido tantas vezes durante a programação da Web Rádio Luz e Arte, não é uma frase de efeito qualquer, mas a melhor expressão do espírito desse projeto, realizado exclusivamente por pessoas com deficiência visual.
A Web Rádio Luz e Arte começou suas atividades no dia 2 de dezembro de 2015, por iniciativa do estudante de Rádio e TV da Universidade Federal da Paraíba Otto de Sousa Moreira, e de Ana Lúcia Santos, na época vice-presidente do Instituto dos Cegos da Paraíba Adalgisa Cunha. No ar 24 horas por dia, sete dias por semana, a Web Rádio tem uma programação variada, para todos os gostos, veiculando programas musicais, boletins de notícia, programas esportivos, religiosos, literários: todos voltados para o público em geral.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Projeto garante trabalho para pessoas com deficiência

Descrição para cegos: no primeiro plano, a imagem mostra um homem em cadeira de rodas, utilizando um notebook, que está sobre uma mesa. Ao seu lado, num segundo plano, aparecem duas mulheres manuseando computadores igualmente dispostos em  cima da mesa. A imagem mostra ainda um homem em pé, auxiliando uma das mulheres. Os rostos não aparecem na imagem. 
Por Amanda Galdino 

Através de ações sustentáveis de inclusão, o projeto “Levanta-te, Vem Para o Meio”, parceria entre a Prefeitura de Teresina e a ASA (Ação Social Arquidiocesana)tem a missão de promover a pessoa com deficiência e garantir-lhe as condições de trabalho para o exercício da cidadania.  
Oferecendo cursos de capacitação, o projeto  oportunidades de empregabilidade em mais de 50 empresas parceiras, que cumprem a cota de contratação de pessoas com deficiência, conforme a Lei 8.213/1991, que segundo o Art. 93, determina que “a empresa com 100 ou mais funcionários está obrigada a preencher de dois a cinco por cento dos seus cargos com beneficiários reabilitados, ou pessoas portadoras de deficiência.” 
Ao todo, são mais de 70 cursos oferecidos, todos gratuitos, que contemplam as áreas de Informática, Eletrônica, Administração, Prestação de Serviços e Comércio.  
A ação já capacitou mais de mil pessoas, tendo, pelo menos, 300 delas incluídas no mercado de trabalho.