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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Saiba para que serve o piso tátil nas calçadas

Descrição para cegos: foto de uma calçada com uma pessoa passando o bastão guia em um piso tátil de alerta que, no caso, indica o fim da calçada e começo da via para veículos. Foto: Divulgação/Prefeitura Municipal de Santos -SP
Por Tiago Bernardino

A instalação de sinalização tátil nas calçadas oferece acessibilidade e segurança para as pessoas com deficiência. A sua instalação, assim como a calçada, obedece algumas normas. Para auxiliar a quem pretende reformar a calçada a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem (ABESC), em parceira com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA) disponibiliza um manual.

sábado, 1 de julho de 2017

O que [não] fazer ao projetar para acessibilidade

Descrição para cegos: ilustração sobre acessibilidade que traz ícones que representam grupos contemplados: autistas, deficientes auditivos, disléxicos, baixa visão, deficientes físicos, leitores de tela. Traz mensagem afirmando que “Home Office, Data and Technology tem o objetivo de criar serviços excepcionais para todos. Compreender a acessibilidade significa que podemos construir serviços que funcionam para todos, independentemente da necessidade de seu acesso.” Em seguida convida interessado a enviar mensagem para access@digital.homeoffice.gov.uk para se envolver e ajudar a tornar os serviços do Home Office acessíveis por padrão.”

Por Gustavo Freire

        O internauta Marcelo Sales, ao fazer uma busca para compreender mais sobre o espectro autista se deparou com o post “Do’s and Dont’s” no blog de acessibilidade do governo do Reino Unido.
      

sexta-feira, 2 de junho de 2017

UFPB discute barreiras para alunos com deficiência

Descrição para cegos: foto de duas mulheres sentadas lado a lado. A mulher à esquerda está prestando atenção na da direita, que está se expressando em Libras.

O curso de Direito da Universidade Federal da Paraíba organizou, junto ao Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA), a palestra Inclusão das Pessoas com Deficiência naUniversidade: para além da legalidade, que aconteceu no dia 17 de maio, na sala de Multimídias do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ). A motivação para a realização do evento é o ingresso de mais 115 alunos com deficiência no período letivo que se iniciará em julho, somando-se aos 443 alunos com deficiência matriculados atualmente.(Gustavo Freire).

sábado, 3 de dezembro de 2016

Alter: coloque-se no lugar do outro

Descrição para cegos: Na imagem há um bloco de pedra retangular com olhos e nariz  no centro de uma floresta. Traz também a palavra alter e embaixo dela a palavra jogar que está dentro de um retângulo.


Por Jéssica Xavier


         Alter é um jogo que permite que você experimente virtualmente como é ser uma pessoa com deficiência. O jogo foi criado pela Racional Games com parceria da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência e o Conselho Municipal da cidade de Curitiba.
Nele você brinca com um personagem com vários tipos de deficiências (física, visual, auditiva, intelectual e autismo) que vão sendo alteradas em cada fase. O nome Alter, que vem do latim “outro”, representa bem a ideia do jogo, de se colocar no lugar do outro e entender suas dificuldades e potencialidades.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

A inclusão em debate

Descrição para cegos: a foto mostra
Izaura Maria usando muleta no braço
 direito. Ela está em frente ao
prédio do Centro de Educação,
cuja placa se vê acima da professora.
Por Samuel Amaral

O projeto A Inclusão se faz assim!, coordenado pela professora Izaura Maria de Andrade da Silva (Departamento de Habilitações Pedagógicas da UFPB), com a colaboração da professora Sandra Santiago (DHP-UFPB), está promovendo rodas de conversa sobre a inclusão de estudantes com deficiência. A primeira ocorreu no dia 26 de agosto, tendo como tema Surdez e Libras, tendo como convidados Sandra Santiago (UFPB), Enio Affonso (Funad) e Huynara Martins (Funad).
Outras três rodas de conversa ocorrerão respectivamente neste mês, em outubro e em novembro (veja a programação no final).
O projeto tem o objetivo de sensibilizar e despertar nos alunos o interesse pela área de Educação Especial, visando à construção de uma “escola para todos, que respeita as diferenças, que acolhe as diferenças”, segundo Izaura.
- Esse projeto nasceu de uma pesquisa que constatou que nenhuma licenciatura (com exceção das de Dança e Educação Física) tem disciplinas voltadas para a capacitação do trabalho com educação inclusiva” – explica a professora.

domingo, 14 de agosto de 2016

Mesa discutiu o acesso à leitura na era digital

Descrição para cegos: da esquerda para direita, sentados atrás de mesas: Sandra Santiago, Perla Assunção, Antônio Muniz, Joana Belarmino e Helosman de Oliveira. Sobre as mesas há uma jarra e copos com água, microfone e a linha braille de Antônio Muniz. Ele está portando o microfone, falando.
Por Samuel Amaral

Pessoas com Deficiência e o acesso à leitura na era digital foi o tema que norteou as discussões na tarde da quinta-feira (11) no I Seminário Paraibano sobre Acessibilidade ao Livro e à Leitura, realizado no âmbito do projeto Agosto das Letras 2016. Integraram a mesa as professoras Joana Belarmino e Sandra Santiago, da UFPB; Perla Assunção, representante da Fundação Dorina Nowill; Antônio Muniz, presidente da Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB); e Helosman de Oliveira, representante da Funad (Fundação de Apoio ao Deficiente). 

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O mundo da fotografia é possível para quem não enxerga?

Descrição para cegos: foto em preto e branco mostra uma bicicleta com aves voando ao seu lado. A cena da a impressão de que a bicicleta anda ao lado dos pássaros, da direita para a esquerda.

Por William Veras


Hoje é comum tirarmos fotografias; desde muito pequenos, somos estimulados a capturar imagens, e logo cedo ganhamos diversas oportunidades de fotografar. Mas você já parou para pensar em uma pessoa cega fotografando? Será que isso é possível?
Resolvemos fazer uma pesquisa entre algumas pessoas com deficiência visual e, para nossa surpresa, descobrimos que essa possibilidade é real, inclusive treinada através de cursos de fotografias específicos para pessoas cegas.
Mas, antes, saiba o que diz uma profissional do ramo da fotografia a respeito.
A fotógrafa Marcele Martineis, 12 anos no ramo, e trabalhando profissionalmente a quatro na fotografia, nos relatou algumas coisas que podem ajudar na abertura deste debate. Segundo Marcele, a fotografia é simplesmente a captura de emoções. Emoções estas que podem ser capturadas em paisagens, na natureza em geral, no canto dos pássaros, e todas as demais coisas que atraem o olhar e a emoção.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Inserção ou inclusão?

Descrição para cegos: à esquerda, Kézia Nascimento, na cadeira de rodas, em um vestido florido. À direita, Francisco Izidoro, presidente da Asdef - Associação de Deficientes e Familiares, tendo em mãos um exemplar do Estatuto da Pessoa com Deficiência.
Por Samuel Amaral

Muita gente pode pensar que são sinônimos, mas na grande maioria das vezes, inserir pessoas com deficiência no mercado de trabalho não representa incluí-las na sociedade.
A Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência já existe há mais de 25 anos e assegura a inserção dessa parte da população no mercado de trabalho. Ela determina que empresas com mais de 100 empregados devem reservar porcentuais mínimos de vagas para pessoas com deficiência no seu quadro de funcionários: de 2 a 5% nas que contam com até 200 funcionários; 3% em empresas que têm de 201 a 500 funcionários; e 4% para as que dispõem de 501 a 1000 postos de trabalho. No entanto, segundo dados do Ministério do Trabalho, dos 45,6 milhões de deficientes brasileiros, apenas 306 mil encontram-se em algum tipo de atividade formal.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Jovens com deficiência visual criam web rádio

Descrição para cegos: à esquerda, William Veras e, à direita, Otto de Sousa Moreira, ambos utilizando seus respectivos notebooks em uma transmissão da Web Rádio Luz e Arte.

Por Samuel Amaral

O slogan “A rádio que promove sempre a inclusão”, repetido tantas vezes durante a programação da Web Rádio Luz e Arte, não é uma frase de efeito qualquer, mas a melhor expressão do espírito desse projeto, realizado exclusivamente por pessoas com deficiência visual.
A Web Rádio Luz e Arte começou suas atividades no dia 2 de dezembro de 2015, por iniciativa do estudante de Rádio e TV da Universidade Federal da Paraíba Otto de Sousa Moreira, e de Ana Lúcia Santos, na época vice-presidente do Instituto dos Cegos da Paraíba Adalgisa Cunha. No ar 24 horas por dia, sete dias por semana, a Web Rádio tem uma programação variada, para todos os gostos, veiculando programas musicais, boletins de notícia, programas esportivos, religiosos, literários: todos voltados para o público em geral.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Dia de quê?

Descrição para cegos: ilustração mostra o mapa mundi com o símbolo da ONU sobreposto, ambos na cor azul. Atrás encontra-se o símbolo da Justiça, a balança, nas cores do arco-íris. À esquerda e à direita da balança está o Símbolo Internacional de Acesso, representado por uma pessoa em cadeira de rodas, também nas cores do arco-íris. Ao centro, há detalhes na forma da letra "S" na cor verde.
Por Marília Araújo

Por decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU)de 14 de outubro de 1992, o 3 de dezembro foi instituído como o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. A principal ideia dessa data é refletir sobre as melhores ações para garantir qualidade de vida e dignidade para todas as pessoas que têm algum tipo de deficiência.
Mas além de refletir, é urgente pôr em prática. Um longo caminho ainda precisa ser percorrido para que alcancemos uma sociedade efetivamente inclusiva, ou seja, um lugar com oportunidades para todos, onde cada indivíduo representa igual papel de contribuição para a coletividade.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A discriminação mora ao lado

Descrição para cegos: a imagem mostra seis esculturas de macacos: três maiores e três menores. As menores estão à frente e têm a cor azul. Eles aparecem fechando a boca, os ouvidos e os olhos. Os três macacos maiores estão atrás e são marrons. Eles fazem os mesmos gestos: um fecha a boca, o outro os ouvidos e o outro os olhos. 

Por Marília Araújo


Eu estava lá, ao lado da porta, pedindo que me ajudassem a subir a rampa íngreme. E você, nem a minha presença sentiu. Eu estava lá, na calçada, sem saber se o sinal abriu. E você tampouco me viu.
Eu pedi ajuda, com gestos simples, e parece que isso te amedrontou. E quando não pude ouvir o que disse, você de pronto me ignorou.
Eu precisei de educação de qualidade, e você não atendeu. Mostrou quanto era difícil adaptar a escola para “uma pessoa como eu”.
Você viu o meu currículo e quis me contratar, mas ao ver minha diferença, precisou ensaiar desculpas para me incapacitar.
Tudo isso foi tão pouco, mas se lhe pareceu casual, permita que eu informe: isso não é natural. Se ainda existe discriminação, quem é deficiente, afinal?

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Entendendo o esporte adaptado

Descrição para cegos: a imagem mostra parte de uma cadeira de rodas numa pista de atletismo. A cadeira é adptada para a prática desportiva, contando com uma pequena rodinha chamada de "roda anti-tombos". 
Em nosso país, pelo menos 30 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência e, por causa do princípio de sempre valorizar o mais forte, ágil ou resistente nos esportes, elas têm que enfrentar grandes barreiras para exercer esse direito com dignidade. Felizmente, o Brasil está caminhando, ainda que a passos curtos, em direção à inclusão de pessoas com deficiência no desporto; conquistando, inclusive, colocações de destaque em Paraolimpíadas e jogos Parapan-americanos. No entanto, ainda há muito que precisa ser feito para garantir o direito ao esporte e ao lazer. O texto a seguir, publicado no site Vida Mais Livre, ajuda a entender o esporte adaptado, que pode (e deve) ser adotado em escolas, para incluir crianças e adolescentes com deficiência nas atividades esportivas. (Marília Araújo)

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

O acesso da mulher com deficiência ao SUS

Descrição para cegos: a foto em preto e branco mostra uma mulher de costas para a câmera, conduzindo uma pessoa em cadeira de rodas por uma calçada. À direita da foto, árvores enfileiradas margeiam a calçada; e, à esquerda, há um muro com plantas. 
O Governo Federal criou recentemente um grupo de trabalho com o objetivo de definir estratégias para garantir o acesso de mulheres com deficiência aos cuidados da saúde da mulher, no Sistema Único de Saúde (SUS), bem como buscar formas de melhorar a qualidade do atendimento nas unidades. O grupo, ligado às Secretarias de Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e do Ministério da Saúde, também deve promover campanhas contra o preconceito e a violência. Leia abaixo a matéria na íntegra, divulgada pelo Portal EBC. (Marília Araújo)

terça-feira, 16 de junho de 2015

Onde está o princípio da isonomia?

Descrição para cegos: a imagem contém representações de diferentes tipos de pessoas, em diferentes cores: meninas, mulheres, homens e pessoas com deficiência, representadas pelo Símbolo Internacional de Acesso, no qual uma pessoa está na cadeira de rodas.
Os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da igualdade perante a lei existem. Porém, muitas vezes são esquecidos ou mal compreendidos pela sociedade, em relação à pessoa com deficiência. Apesar dos discretos avanços ocorridos nos últimos tempos, na busca pela inclusão desses indivíduos, percebe-se que muitas pessoas ainda precisam evoluir, no sentido de reconhecer e respeitar os direitos da pessoa com deficiência. A Lei Nº 8.213 (Lei de Cotas), por exemplo, está em vigor desde 1991, mas a aceitação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal ainda é muito baixa. Foi partindo do questionamento “quanto as pessoas com deficiência têm seus direitos humanos e fundamentais respeitados? ”, que o advogado Luis Kassab escreveu para o site Vida mais Livre. Leia a seguir: (Marília Araújo)

domingo, 1 de março de 2015

Um silencioso Apartheid


Descrição para cegos: a imagem em preto e branco mostra o dedo indicador de uma mão levado à boca, num gesto de quem pede silêncio. 
Com as barreiras criadas nos dia a dia como, por exemplo, a falta de acessibilidade ou de conscientização nas relações interpessoais, as pessoas com deficiência enfrentam um silencioso 'Apartheid', ou seja, uma silenciosa separação, ou segregação da vida das pessoas consideradas 'normais'. Em um artigo publicado no site Planeta Educação, a advogada Ana Paula Crosara de Resende ressalta que apesar de haver muitas discussões sobre os Direitos Humanos, na vida real vamos criando cada vez mais barreiras para separar essas pessoas do nosso convívio, inclusive pela nossa omissão. Confira aqui o artigo completo. (Felipe Ramos)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

The Sisters of Invention: grupo pop formado por mulheres com deficiência

Descrição para cegos: a foto mostra, da esquerda para a direita: Aimee, Annika e Michelle (que está sentada na frente), Jackie e Caroline. Todas estão com vestidos sujos e manchados, num ambiente escuro. 
Cinco mulheres que, apesar de parecerem diferentes, têm muito em comum. O primeiro fato que as une é o amor pela música. Em segundo, vêm as dificuldades que compartilham: todas são mulheres com algum tipo de deficiência – e isso não as impediu de batalhar por seus sonhos.
Juntas elas formam o grupo pop The Sisters of Invention, que anda fazendo sucesso na Austrália. Através de suas músicas, Annika, Michelle, Jackie, Aimee e Caroline transmitem experiências por elas vividas.