| ||
Descrição para cegos: elementos que representam pessoas com deficiência auditiva, visual, física e intelectual. Fonte: Sesi
O programa criado pela Portaria Normativa Interministerial n° 18, de 2007, o BPC (Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social) na Escola que tem o objetivo de desenvolver ações intersetoriais, aspirando garantir o acesso e a permanência na escola de crianças e adolescentes com deficiência. Tendo em vista a implementação do programa, é acordado um termo de adesão pelos estados, pelos municípios e pelo Distrito Federal, efetivado através do preenchimento eletrônico de documento.
Na Paraíba, há 285 escolas que possuem salas com recursos voltadas para o complemento da educação regular, em que estas salas devem ser dotadas de equipamento mínimo necessário - mesa, cadeira, estante, computador, televisão, aparelho de DVD e material didático. As pessoas com deficiência devem ser atendidas de forma integral com ações articuladas. Dentro dos municípios da Paraíba, existem alguns serviços de referência para as pessoas com deficiência:
- Unidades de Saúde da Família;
- CRAS (Centro de Referência de Assistência Social);
- CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social);
- Gerência Regionais de Educação;
- Gerências Regionais de Saúde;
- Secretarias Municipais;
- Ministério Público;
- Conselhos Tutelares;
- Conselhos de Direitos.
|
Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 13 de novembro de 2018
Direito à Educação das PcDs e a transformação social que ela promov
Marcadores:
acesso à educação,
AEE,
braille,
capacitação,
Educação,
instrumento social,
Libras,
MEC,
ONU,
Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência,
SRM,
trabalho
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
Movimento Down disponibiliza cartilha educativa para pais de crianças com deficiência
![]() |
| Foto/Reprodução: Movimento Down |
Descrição para cegos: Foto de uma criança com síndrome de Down com ilustração laranja e frase na parte inferior da foto, “Três Vivas para o Bebê!”.
Por Marcelo Vieira
Muitos pais quando ficam sabendo que seus filhos têm
síndrome de down, recebem notícias inapropriadas e, às vezes, falsas. Pensando
nisso o Movimento Down preparou um guia para mães e pais de crianças que
possuem a síndrome.
O Movimento Down surgiu para reunir conteúdos e
iniciativas que colaborem para o desenvolvimento dessas potencialidades e que
contribuam para a inclusão das pessoas com síndrome de Down e deficiência
intelectual em todos os espaços da sociedade.
Na cartilha, eles salientam, por meio de informações
atualizadas e de qualidade que, assim como as outras pessoas, quem nasce com
síndrome de Down vem ao mundo cheio de potencialidades e têm o direito de
estudar, trabalhar e participar de sua comunidade.
terça-feira, 6 de novembro de 2018
FUNAD: contribuindo, assegurando e promovendo os Direitos das PCDs no território paraibano
Descrição para cegos: As entrevistadas sorrindo para a foto. Ao lado esquerdo está Palmira e ao lado direito está Rosa Helena. Fonte: Maria Ricarte
O que é a FUNAD?
Rosa: A FUNAD é um órgão da secretaria do governo do estado, ligado a Secretaria de Educação, que já vem fazendo um trabalho de assistência, habilitação e orientação sobre a política de atendimento à pessoa com deficiência desde 1990. Ela vem fazendo esse trabalho em todo o estado, obedecendo a legislação e a política pública de atendimento à pessoa com deficiência, que rege todo o Brasil. Ela não presta apenas assistência, não é uma situação isolada. Ela agrega, procura defender os direitos, proporciona a reabilitação da pessoa com deficiência, a capacitação dos professores que estão na escola para poderem atender os alunos com deficiência de forma coerente e, além disso, promove qualidade de vida, bem estar e autonomia para a pessoa com deficiência na sua vida como um todo.
Quais são os projetos existentes na Fundação para ajudar às PCDs ( pessoas com deficiência)?
Rosa: A gente promove a reabilitação para aquela pessoa que recebeu o laudo comprovando a existência de deficiência, eles vão para o processo de reabilitação que tem as atividades mostrando os Direitos das PCDs - que é justamente a área de proteção social - , e também promove a educação inclusiva - que não é um projeto só da FUNAD mas é um projeto elencado, determinado e traçado pelo Ministério da Educação. Esse projeto referente à educação inclusiva tem dois objetivos; um é a formação dos professores da rede pública de ensino; e o segundo viés, é o assessoramento às escolas. Existe uma assessoria de educação especial que faz esse trabalho, existem técnicos que atendem as escolas e a essas famílias que procuram ajuda, a finalidade seria dar as orientações devidas visando a inclusão escolar dessas pessoas com deficiência. Temos também outro projeto em que oferecemos o curso de Libras e de Braille para professores - para que eles possam ficar capacitados na questão da acessibilidade - , para a comunidade e para as próprias pessoas surdas e cegas - para que elas possam se apropriar da Linguagem Brasileira de Sinais e do Braile.
Palmira: Uma proposta que eu acho interessante é a CIL( Central de Interpretação de Libras) que a gente tem aqui. A CIL, é uma proposta do governo federal em que teve o apoio do Governo do Estado , teve sua central trazida para a FUNAD justamente para atender todas as pessoas surdas que procurarem e agendarem um atendimento. Existe uma equipe preparada para atender essas pessoas, com a finalidade de ajudá-las em consultas médicas, audiências jurídicas, fazer BO, ir na delegacia ; o intérprete vai nesses locais para poder mediar essa comunicação do surdo com a pessoa do órgão em questão. Essa assistência existe em João Pessoa, Guarabira, Campina Grande e em Patos.
Quais são os resultados, os dados alcançados, pela Instituição no atendimento das pessoas assistidas pela instituição?
Rosa: Atualmente mais ou menos temos 5 mil usuários sendo atendidos por mês, sendo de todas as faixas etárias de criança a adulto, não tem discriminação de raça, nem de poder aquisitivo, qualquer pessoa que queira identificar a existência dessa deficiência está apta a vir na Fundação para ser atendida. O pré-requisito mais básico e o mais importante é que tenha o cartão do SUS, no momento em que ele deseja abrir o protocolo, ele precisa trazer alguns documentos que são: cópia de carteira de identidade; RG; CPF; cartão SUS; comprovante de residência e foto 3x4; que a partir dai você abre o protocolo na coordenação de triagem, e com essa documentação, ele agenda uma avaliação multiprofissional para definir se tem ou não aquela deficiência, para que ele possa receber o laudo alegando essa deficiência com o intuito de ser atendido por uma equipe especializada e, para que ele possa assegurar os seus direitos: Direito ao passe livre; Direito ao acesso do programa BPC na escola ( estimula e monitora a permanência dos jovens com deficiência nas escolas), Direito de ser inserido no mercado de trabalho (através da lei de cotas). Tudo isso é possível através desse laudo que foi feito.
Visto que, cerca de 45 milhões de pessoas tem deficiência - auditiva, visual, mental ou física - , ou seja, aproximadamente 25% da população, quais as medidas e as leis que o Governo do Estado deve executar para melhor atender essa parte da população que sofre com a falta de equidade social?
Rosa: A Paraíba é o terceiro estado do Nordeste que apresenta o maior número de pessoas com deficiência, ficando atrás do Rio Grande do Norte e do Ceará, e apresenta uma porcentagem assemelhada ao percentual a nível nacional, a Paraíba tem aproximadamente 24% da população com deficiência. Hoje, ao longo desses 8 anos, o Governo do Estado tem investido muito nessa estruturação de atendimento da pessoa com deficiência, da estrutura física dos locais que precisam estar adequados para melhor atender as pessoas com deficiência; e a FUNAD em si, tem uma qualidade de espaço físico, de material e de qualificação do pessoal que trabalha. Houve um crescimento das solicitações de pessoas para trabalharem na FUNAD, devido ao crescimento da microcefalia, o que resultou na necessidade do Governo de enviar profissionais que pudessem dar suporte no atendimento. Na questão do autismo, houve investimento em materiais, espaço físico e equipamentos para que a equipe pudesse atender de forma mais adequada e capacitada essas pessoas com autismo; em 2011 tínhamos nove profissionais atendendo na FUNAD e hoje em dia temos quase quatrocentos, o que mostra uma resposta ao bom atendimento que estava sendo feito, a procura foi tamanha e o retorno está sendo a qualidade desses profissionais. Sendo mais abrangente, saindo daqui da Instituição, o Governo tem investido na descentralização desse atendimento da pessoa com deficiência em todo o estado, hoje esse centro de reabilitação que é a FUNAD, atende nas quatro deficiências - física, auditiva, visual, mental -, em Campina Grande o antigo prédio da AACD foi transformado em outro centro especializado em reabilitação que também atende as pessoas que possuem as 4 deficiências; em Patos também existe um centro, só que trata apenas duas deficiências- intelectual e física; Catolé do Rocha, Guarabira e Monteiro atendem deficiência auditiva. Então isso está se propagando e com isso, consequentemente, é notório a qualificação e a qualidade do atendimento da pessoa com deficiência, o que evita que ela venha lá de Patos ou do Catolé do Rocha para receber um laudo aqui em João Pessoa, podendo fazer esse procedimento no interior. Agora em dezembro vai ser inaugurada a FUNAD 2, “Funadinha”, em Souza, toda a estrutura física foi levantada, prédio novo, com equipamentos, recursos humanos e a qualificação dos profissionais feita pela Fundação e pela Secretaria de Saúde do Estado que vem monitorando e acompanhando todo esse processo. Hoje a FUNAD faz parte de uma rede de atenção à saúde das pessoas com deficiência, ele é um centro especializado que compõe aquelas demandas que a saúde tem como centros especiais na área de odontologia e núcleos de apoio da família. A FUNAD é hoje um dos equipamentos de saúde que presta atendimento a essas pessoas e constrói essa rede de assistência às pessoas com deficiência juntamente com o Governo do Estado.
Qual a importância do psicopedagogo nas escolas, sejam elas públicas ou privadas, para atenderem os jovens, portadores de deficiência ou não?
Palmira: Eu também sou psicopedagoga e eu acho de suma importância a existência desses profissionais nas instituições, apesar da profissão ainda não ser valorizada. O psicopedagogo é fundamental para atender não só as pessoas com deficiência, mas aquele público que fica fora do atendimento educacional especializado, por exemplo as crianças com hiperatividade; déficit de atenção e com dislexia; esse público que tem os distúrbios de aprendizagem, é totalmente desassistido dentro das escolas, pois eles não entram na parte do público que tem deficiência, ou seja, aqueles que têm o atendimento educacional especializado nas escolas - que é um programa do MEC ( Ministério da Educação), que disponibiliza recursos didáticos e pedagógicos para atender as pessoas com deficiência matriculadas nas instituições regulares de ensino no contra turno , eles estudam pela parte da manhã e na parte da tarde eles têm esse atendimento para poder suprir as suas necessidades no processo de aprendizagem. A criança com dislexia ou com déficit de atenção, elas não podem frequentar esse atendimento o que as deixam desamparadas. Então eu acho importantíssimo a presença do psicopedagogo nas escolas, infelizmente ainda não há um reconhecimento e nem a valorização desses profissionais, mas eu espero que daqui pra frente esse cenário possa melhorar.
Quais as melhorias existentes que foram executadas pelo Governo do Estado na melhoria da qualidade de vida das PCDs?
Na área de acessibilidade foi feita muita coisa pelo Governo do Estado. Principalmente nas escolas. Muitas escolas foram construídas dentro dos parâmetros devidos da legislação e, muitas escolas que já existiam foram reformadas/adaptadas para os alunos com deficiência. Além de hospitais, prédios residenciais e as praças que estão sendo construídas dentro da legalidade da acessibilidade. Essa realidade é uma via que não vai voltar mais, e a população precisa estar consciente e brigando por essa acessibilidade. Hoje a pessoa com deficiência não está mais em casa trancada ou escondida, hoje ela está na rua, na sociedade, indo no cinema e, além de tudo, está exigindo que os shoppings tenham um elevador largo para que caiba a cadeira de roda, que as clínicas tenham acessibilidade, e isso é uma exigência de direito de estar e de participar em todos os espaços que existam. Há uma maior fiscalização, por parte da população, do próprio Governo e da polícia.
|
Marcadores:
assistência social,
braille,
Educação,
Funad,
Governo do Estado da Paraíba,
inclusão social,
legislação,
Libras,
Palmira Araújo,
Paraíba,
PcD,
políticas públicas,
renda,
Rosa Helena,
saúde,
trabalho
sábado, 3 de novembro de 2018
Quebrando o tabu, transpondo as barreiras e desmitificando a estigmatização social das pessoas com deficiência
Por Maria Ricarte
A exclusão social e a discriminação das pessoas com deficiência existe há cerca de muitos anos,os quais eram reprimidos e tratados como incapazes perante a sociedade. Além disso, nota-se que tais ações se preservam atualmente, retomando atitudes arcaicas e preconceituosas. Desse modo,é necessário fazer uma auto reflexão acerca de tal problemática em que haja uma implementação de políticas e tratamentos corretos para que as pessoas com deficiência possam ter as mesmas oportunidades e direitos que toda a população.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil o total de pessoas que declararam possuir pelo menos uma das deficiências - física, intelectual, visual ou auditiva - foi de 45.606.048, representando 23,9% da população, tendo a região Nordeste com a maior concentração e proporção de pessoas com pelo menos um tipo de deficiência, com 26,6%, tendo as regiões Sudeste e Norte 23,0% cada e 22,5% nas regiões Sul e Centro-Oeste. Entre os estados do Brasil, a Paraíba e o Rio Grande do Norte apresentam o maior índice de PcD, possuindo 27,8% da população com alguma incapacidade.
Dentre as deficiências pesquisadas pelo IGBE em 2015, a mais ocorrente entre a população é a deficiência visual (3,6%), e a deficiência física é a segunda com maior número dentre os brasileiros atingindo 1,3% das pessoas. Entretanto, as pessoas com deficiência física, possuem maior incidência no mercado de trabalho, sendo que essa inclusão aumenta a partir dos 25 anos de idade.
Atrelado a essa realidade, a educação tem um papel fundamental no aumento da inclusão social da pessoa com deficiência, não só no mercado de trabalho mas na sociedade como um todo. Em uma pesquisa feita pela Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), os mais escolarizados ocupam as maiorias das oportunidades de emprego. Em 2016, no ano em que a pesquisa foi feita, dos 418.521 contratados, 275.222 PcDs eram formados no ensino médio, possuíam ensino superior incompleto ou estudos superiores concluídos.
Atrelado a essa realidade, a educação tem um papel fundamental no aumento da inclusão social da pessoa com deficiência, não só no mercado de trabalho mas na sociedade como um todo. Em uma pesquisa feita pela Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), os mais escolarizados ocupam as maiorias das oportunidades de emprego. Em 2016, no ano em que a pesquisa foi feita, dos 418.521 contratados, 275.222 PcDs eram formados no ensino médio, possuíam ensino superior incompleto ou estudos superiores concluídos.
A inclusão da PcD no mercado de trabalho, nas escolas, o atendimento nos postos de saúde, acesso ao passe livre e a isenção de impostos na compra de carros adaptados são direitos, independente do tipo de deficiência que apresente, contribuindo assim uma transformação da realidade, que necessita de novos avanços instrumentais e qualitativos na vida social dessas pessoas. Dessa maneira, é imprescindível que as leis e os decretos que asseguram os direitos e deveres das pessoas com deficiência sejam respeitados e efetivados.
Em uma entrevista com Edjanio Pereira Marques de 45 anos de idade, estudante de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ele conta que foi acometido pela Sequela de Pólio - comumente conhecida como paralisia infantil - aos dois anos de idade. Inicialmente ele teve tetraplegia e, após o tratamento, conseguiu reatar os movimentos dos braços e das pernas porém, passou a ter o atrofiamento das pernas. Edjanio faz parte dos brasileiros com deficiência que têm carteira assinada, porém ele afirma que o preconceito é uma das principais barreiras entre as Pcds e o mercado de trabalho.
Marcadores:
ANAMT,
Brasil,
deficiência física,
Educação,
exclusão social,
IBGE,
inclusão social,
mercado de trabalho,
paralisia infantil,
pessoas com deficiência,
políticas públicas,
preconceito,
UFPB
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Enem 2017 discute a educação de surdos na redação
![]() |
Descrição para cegos: Candidatos do
Enem 2017 entrando na escola para realização do exame. Foto: Valter
Campanato/Agência Brasil
|
Por Tiago Bernardino
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)
de 2017 provocou a sociedade a pensar sobre a educação de pessoas com
deficiência. Na prova de redação, aplicada no último domingo (5), o tema
proposto para o candidatos foi "desafio para a formação educacional de surdos".
Além da abordagem da temática na avaliação, nesta edição foi disponibilizada a
possibilidade de fazer a prova por meio de videoprova traduzida na Língua
Brasileira de Sinais (Libras).
Marcadores:
atendimento,
deficiente auditivo,
Educação,
Enem,
Especial,
Estudante,
leitura lábial,
Libras,
liguagens,
redação,
sinais,
surdo,
tema,
Tiago Bernardino
domingo, 13 de novembro de 2016
UFPB tem programa de apoio para alunos com deficiência
![]() |
| Descrição para cegos: foto mostra o aluno Otto de Sousa, do Curso de Rádio e TV, sendo auxiliado por sua apoiadora, que lê alguns papéis. |
Por William Veras
Se
as dificuldades acadêmicas, barreiras e desafios já são visíveis para quem não
possui nenhum tipo de deficiência, imagine as dificuldades que uma pessoa com
alguma necessidade especial enfrenta, em todos os aspectos, durante a sua vida acadêmica.
Foi
pensando nisso que o Comitê de Inclusão e Acessibilidade da Universidade
Federal da Paraíba criou o programa Aluno Apoiador, que visa disponibilizar estudantes
para auxiliar a pessoa com deficiência dentro e fora da sala de aula, incluindo
suporte pedagógico e comunicacional, ajuda na mobilidade dentro do campus, organização
de materiais em formatos acessíveis e acompanhamento em todos os eventos
acadêmicos que o aluno necessitar participar.
Marcadores:
Acessibilidade,
aluno apoiador,
Andreza Polia,
Comitê de Inclusão e Acessibilidade,
Deficiência,
Educação,
inclusão,
UFPB,
William Veras
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Pesquisa busca meios para ensino de língua estrangeira a deficientes visuais
![]() |
| Descrição para cegos: a foto mostra a professora Betânia Medrado, usando óculos escuros e sorrindo para a câmera. O nome da docente está em destaque no canto superior direito. |
Marcadores:
Betânia Medrado,
Cego,
cegueira,
Deficiente visual,
Educação,
ensino,
idioma,
língua estrangeira,
Luiz Lambert,
material didático,
protótipo
sábado, 12 de dezembro de 2015
Educação é direito de todos
![]() |
| Descrição para cegos: a imagem mostra carteiras enfileiradas numa sala de aula. |
Por Marília Araújo
Um dos grandes desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência é a luta pelo acesso ao ensino regular. Assegurar a todos a igualdade de condições para o acesso à escola e a permanência nela, sem discriminação, é um princípio que está previsto na Constituição desde 1988, porém o processo de inclusão tem encontrado muitas barreiras no tocante à educação.
Marcadores:
Acessibilidade,
Constituição Federal,
Educação,
educação inclusiva,
ensino,
escola,
IBGE,
inclusão,
Marília Araújo,
pessoas com deficiência
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
III Colóquio sobre Direitos da Pessoa com Deficiência – com Windyz Ferreira e Alceni Maria
![]() |
Descrição para cegos: foto mostra Windyz à esquerda e Alceni à direita, sentadas, e a câmera filmando-as, com elas aparecendo no visor
|
O III Colóquio sobre Direitos da Pessoa com Deficiência foi realizado no dia 1º de dezembro pela turma de Jornalismo e Cidadania do Curso de Jornalismo na UFPB. As convidadas foram a professora Windyz Brazão Ferreira e a pedagoga Alceni Maria da Silva, que tem visão subnormal e é servidora da Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência da Paraíba (Funad). O colóquio foi organizado por Gabriela Garcia, Luiz Lambert, Marília Araújo e Marília Cordeiro.
Assista
ao colóquio a seguir:
Marcadores:
Acessibilidade,
Alceni Maria,
Deficiência,
discriminação,
Educação,
Gabriela Garcia,
Lei de Inclusão,
Luiz Lambert,
Marília Araújo,
Marília Cordeiro,
Windyz Brazão
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
A discriminação mora ao lado
Por Marília Araújo
Eu estava lá, ao lado da porta, pedindo que me ajudassem a subir a rampa íngreme. E
você, nem a minha presença sentiu. Eu estava lá, na calçada, sem saber se o
sinal abriu. E você tampouco me viu.
Eu pedi ajuda, com gestos simples, e
parece que isso te amedrontou. E quando não pude ouvir o que disse, você de
pronto me ignorou.
Eu precisei de educação de qualidade,
e você não atendeu. Mostrou quanto era difícil adaptar a escola para “uma
pessoa como eu”.
Você viu o meu currículo e quis me
contratar, mas ao ver minha diferença, precisou ensaiar desculpas para me
incapacitar.
Tudo isso foi tão pouco, mas se lhe
pareceu casual, permita que eu informe: isso não é natural. Se ainda existe
discriminação, quem é deficiente, afinal?
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Preconceito dificulta a inclusão do doente mental no ensino médio
Projeto orientado pela professora Silvana Carneiro
Maciel, do Centro de Ciências Humanas e Letras da UFPB, identificou esse
preconceito. O resultado da pesquisa demonstra a necessidade da implementação
de uma política específica para o doente mental da educação. A professora
defende uma ação inclusiva mais eficiente, como acontece com os deficientes
físicos. Isso contribuirá para quebrar as representações sociais equivocadas e
incluí-los socialmente. Ouça a reportagem que produzi para o programa Espaço
Experimental, da oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Luiz
Lambert):
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Ensino de Matemática para deficientes
![]() |
| Descrição para cegos: na imagem há uma equação matemática escrita em um papel branco e, ao lado, a ponta de um lápis grafite. |
Disciplina
optativa oferecida no curso de Licenciatura em Matemática da USP propõe uma
nova abordagem metodológica para o ensino a pessoas com deficiência. Recriar a
maneira de ensinar é uma ação que busca a inclusão de alunos especiais nas
escolas. (Luiz Lambert)
Curso recria ensino de matemática para pessoas com deficiência
Por Jéssica Gonsalves
“O dever mais difícil pra você, qual é? –
Matemática.
Tem muitas contas pra resolver? – Sempre.”
Lucas Braga, de cinco anos de idade, não é o único que tem medo da matemática. Só de pensar em números, fórmulas e contas, muita gente fica de cabelo em pé. E as tarefas podem ser ainda mais difíceis pra pessoas com deficiência.
Lucas Braga, de cinco anos de idade, não é o único que tem medo da matemática. Só de pensar em números, fórmulas e contas, muita gente fica de cabelo em pé. E as tarefas podem ser ainda mais difíceis pra pessoas com deficiência.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Os desafios da inclusão na educação
![]() |
| Descrição para cegos: a imagem mostra a mão de uma pessoa lendo uma página escrita no Sistema Braille. |
O artigo “A Educação
Inclusiva é Transversal?” de autoria da pedagoga Luciene Molina, instiga o
leitor a se perguntar se a educação é inclusiva e igualitária. Luciene nasceu
com baixa visão e ficou totalmente cega aos 17 anos. Ela é professora da
Universidade do Vale do Paraíba (Univap), em São José dos Campos – SP, e é
reconhecida pelas contribuições para o avanço do Ensino a Distância (EaD) para
pessoas com deficiência visual no Brasil. Confira o artigo abaixo. (Mabel
Abreu)
Assinar:
Postagens (Atom)










