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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Movimento Down disponibiliza cartilha educativa para pais de crianças com deficiência

Foto/Reprodução: Movimento Down


Descrição para cegos:
Foto de uma criança com síndrome de Down com ilustração laranja e frase na parte inferior da foto, “Três Vivas para o Bebê!”.

Por Marcelo Vieira

Muitos pais quando ficam sabendo que seus filhos têm síndrome de down, recebem notícias inapropriadas e, às vezes, falsas. Pensando nisso o Movimento Down preparou um guia para mães e pais de crianças que possuem a síndrome.

O Movimento Down surgiu para reunir conteúdos e iniciativas que colaborem para o desenvolvimento dessas potencialidades e que contribuam para a inclusão das pessoas com síndrome de Down e deficiência intelectual em todos os espaços da sociedade.

Na cartilha, eles salientam, por meio de informações atualizadas e de qualidade que, assim como as outras pessoas, quem nasce com síndrome de Down vem ao mundo cheio de potencialidades e têm o direito de estudar, trabalhar e participar de sua comunidade.


sábado, 21 de fevereiro de 2015

Familiares relatam desafio do tratamento do autismo

Descrição para cegos: a imagem em preto e branco retrata um menino olhando pela janela, com seu rosto sendo refletido pelo vidro. 
Para a presidenta da Associação Brasileira de Autismo, Marisa Furia Silva, o autismo ainda é um assunto pouco abordado, sobretudo no Brasil. O que há muitas vezes reservado para as pessoas que apresentam os sintomas da Síndrome de Asperge, conhecidas como autistas, é o julgamento de boa parte da população, quer seja pela falta de informação ou de consciência. Por outro lado, mães e pais relatam outro desafio. Na matéria publicada no site Inclusive.Org, os familiares de pessoas com essa deficiência apresentam a barreira que é a dificuldade no tratamento, principalmente após o diagnóstico, mesmo quando este é precoce. Confira a matéria completa aqui. (Felipe Ramos)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Entendendo melhor o Autismo

Descrição para cegos: imagem mostra a captura de tela do "Programa Especial", transmitido pela TV Brasil. No estúdio do programa estão duas mulheres, uma delas na cadeira de rodas, conversando. Atrás, um monitor com o nome do programa. À esquerda do estúdio, um painel com letras no sistema braille. No canto superior direito da tela está o símbolo da emissora. No canto inferior direito, a captura de tela mostra uma mulher transmitindo o conteúdo da conversa em Libras. Há também uma legenda que transcreve o que está sendo dito no momento. 
O autismo atinge 0,6% da população, sendo quatro vezes mais comuns em meninos do que em meninas e é considerado um déficit na comunicação e na interação social. Essas características sãoidentificadas antes dos três anos de idade. Abaixo, uma reportagemdo Programa Especial, veiculada pela TV Brasil, entrevistando a presidente do Grupo Azul, destinado a autistas e a neurologista Carla Gikovate, que fala sobre o autismo, como proceder diante o diagnóstico e quais são os tratamentos. (Mabel Abreu)

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Se vier de nós, não é o mundo o culpado

Descrição para cegos: a imagem mostra um papel preto que se rasga e revela os olhos de uma menina com Síndrome de Down, que sorri. No canto inferior direito se lê: Síndrome de Down: É preciso ver com novos olhos. 
Certo dia estava em um salão de beleza e ouvi duas mulheres conversando sobre o filho da irmã de uma delas que havia nascido. Comecei a prestar atenção na conversa quando elas começaram com: “Sabe, né?! Hoje em dia as pessoas estão entendendo mais o que é uma pessoa com Síndrome de Down, mas eu sei que essa criança vai sofrer muito...”. O que mais me chocou foi o fato de ser a tia da criança a falar isso.
Todos pensamos que o preconceito vem de fora, mas ele começa antes mesmo da pessoa – nesse caso a criança – sair de casa. Carregamos conosco tanta culpa dos outros que muitas vezes não vemos sequer o pré-conceito que está arraigado em nós mesmos. São pensamentos assim que, se fossem evitados durante toda uma vida, a sociedade estaria incluindo esses deficientes e não os excluindo.

Vamos parar para pensar que se fizéssemos nossa parte como cidadãos e primeiramente como seres humanos melhoraríamos os olhares que são dirigidos a essas pessoas, o cuidado que deveríamos ter com o próximo, sendo ele deficiente ou não. (Gabriella Mayara)