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terça-feira, 6 de novembro de 2018
quarta-feira, 14 de junho de 2017
Jacob Barnett, autista, cursa Ph.D. aos 19 anos
Descrição para cegos: Jacob
Barnett numa sala de aula em frente a lousa negra, onde escreveu cálculos.
Por Gustavo Freire
Diagnosticado com autismo aos dois anos
de idade, o norte americano Jacob Barnett contradiz prognóstico de especialistas
de que não aprenderia a ler e surpreende com a sua inteligência. Para além da
capacidade de leitura, Jacob, aos 19 anos, está vinculado ao Perimeter Institute
e à Universidade de Waterloo, no Canadá - onde cursa Ph.D. em Física quântica.
Seu interesse por física foi firmado aos
9 anos, quando começou a desenvolver teorias sobre astrofísica. Aos 13 se
tornou físico e aos 14 ingressou no mestrado no Perimeter Insitute, obrigando-o
a mudar de país. Considerado com um QI superior ao de Albert Einstein, Jacob
poderá ser agraciado com o Prêmio Nobel, em anos futuros, com os trabalhos que
vem desenvolvendo.
terça-feira, 14 de julho de 2015
Pesquisadores sugerem teste de olfato para diagnosticar autismo
Pesquisadores de
Israel realizaram testes de olfato com cerca de 36 crianças a fim de analisar se
a forma como elas sentem odores pode ser uma base para
diagnóstico de autismo. Os resultados mostraram que, diferente das outras, as
crianças com autismo não dispensavam mais ou menos tempo inalando aromas
agradáveis ou desagradáveis. O método pode ser uma ferramenta adicional para
diagnosticar o transtorno precocemente, o que geralmente acontece depois que a
criança faz dois anos. Leia a notícia completa, veiculada no Blog Quem
Inova, do grupo Catraca Livre. (Marília Araújo)
Teste de olfato promete ser base para diagnosticar autismo
Um
estudo realizado pelo Instituto Weizmann de Israel concluiu que a maneira como
as crianças reagem a odores poderia ser a inesperada base de um teste para
autismo.
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Transtorno do Espectro Autista
terça-feira, 3 de março de 2015
Pertti Kurikan Nimipaivat: down e autismo no rock
Uma banda finlandesa chamada Pertti Kurikan
Nimipaivat, conhecida como PKN, tem se destacado na Europa pelo seu
punk politizado que vem dando voz a pessoas com deficiência através de letras
que abordam conscientização e preconceito. A banda surgiu há sete anos em uma
oficina para pessoas com deficiência intelectual e é composta por membros com
Síndrome de Down e Autismo. Em 2009 o grupo estrelou o documentário The Punk
Syndrome, que fala um pouco da história da banda e do processo de
composição. O grupo é formado por Pertti Kurikka (guitarra), Kari Aalto
(vocal), Sami Helle (baixo) e Toni Välitalo (bateria). Neste ano o quarteto é
uma das atrações de destaque do Eurovision, festival realizado anualmente pela
União Europeia. Quer ouvir o som? É só clicar no vídeo abaixo. (Mabel Abreu)
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Um amigo Aspie
Por Fernanda Mendonça.
Personagens pálidos, repletos de
defeitos, fora dos padrões. Assim são Mary e Max, protagonistas de uma animação
inspirada em fatos reais que muito tem a ensinar aos adultos sobre as
deficiências do ser humano.
Mary e Max - Uma Amizade Diferente (Austrália, 2009, direção de Adam
Elliot) conta a história de Mary Dinkley, uma solitária menina de oito anos que
vive na Austrália, e Max Horovitz, um judeu nova-iorquino de 44 anos que tem
Síndrome de Asperger (uma variação do autismo).
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Familiares relatam desafio do tratamento do autismo
![]() |
| Descrição para cegos: a imagem em preto e branco retrata um menino olhando pela janela, com seu rosto sendo refletido pelo vidro. |
Para a presidenta
da Associação Brasileira de Autismo, Marisa Furia Silva, o autismo
ainda é um assunto pouco abordado, sobretudo no Brasil. O que há
muitas vezes reservado para as pessoas que apresentam os sintomas da
Síndrome de Asperge, conhecidas como autistas, é o julgamento de
boa parte da população, quer seja pela falta de informação ou de
consciência. Por outro lado, mães e pais relatam outro desafio. Na
matéria publicada no site Inclusive.Org, os familiares de pessoas
com essa deficiência apresentam a barreira que é a dificuldade no
tratamento, principalmente após o diagnóstico, mesmo quando este é
precoce. Confira a matéria completa aqui. (Felipe Ramos)
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Entendendo melhor o Autismo
O autismo atinge 0,6% da população,
sendo quatro vezes mais comuns em meninos do que em meninas e é considerado um
déficit na comunicação e na interação social. Essas características sãoidentificadas antes dos três anos de idade. Abaixo, uma reportagemdo Programa
Especial, veiculada pela TV Brasil, entrevistando a presidente do Grupo Azul,
destinado a autistas e a neurologista Carla Gikovate, que fala sobre o autismo,
como proceder diante o diagnóstico e quais são os tratamentos. (Mabel Abreu)
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