Mostrando postagens com marcador Fernanda Mendonça. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fernanda Mendonça. Mostrar todas as postagens

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Personagens Down protagonizam história em quadrinhos

Descrição para cegos: a imagem mostra uma das páginas da história em quadrinhos Downtown, dividida em quatro quadrinhos. Neles, o personagem retratado aparece sentado no chão, com as costas apoiadas num sofá, assistindo televisão.
Com a premissa de combater o preconceito e desconstruir estereótipos, os espanhóis Noel Lang e Rodrigo García Llorca criaram Downtown. A história em quadrinhos traz personagens com Síndrome de Down em situações comuns da rotina de uma criança. Na tirinha acima, o personagem principal, Blo, assiste a um noticiário e se queixa das contradições ditas: “a televisão dos maiores é impossível de entender”. Downtown chega ao Brasil em março pela Editora Revan, com tradução de Michelle Strzoda. Confira a matéria divulgada no site Movimento Down. (Fernanda Mendonça)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Um amigo Aspie

Descrição para cegos: imagem mostra uma captura de tela da animação em preto e branco, na qual o personagem Max aparece ao lado de um gato, que não tem o olho esquerdo. Ambos tem expressões assustadas. Apenas os cabelos de Max são vermelhos, e ele usa uma camisa na qual se lê: "Aspies for Freedom" (tradução: Aspies pela Liberdade). 
Por Fernanda Mendonça.

       Personagens pálidos, repletos de defeitos, fora dos padrões. Assim são Mary e Max, protagonistas de uma animação inspirada em fatos reais que muito tem a ensinar aos adultos sobre as deficiências do ser humano.
       Mary e Max - Uma Amizade Diferente (Austrália, 2009, direção de Adam Elliot) conta a história de Mary Dinkley, uma solitária menina de oito anos que vive na Austrália, e Max Horovitz, um judeu nova-iorquino de 44 anos que tem Síndrome de Asperger (uma variação do autismo).

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Site descreve conteúdo audiovisual para deficientes

Descrição para cegos: a imagem mostra a logomarca do "Legenda Sonora", nome que está em destaque, em letras amarelas. Abaixo, em menor tamanho, lê-se "Entretenimento Audiodescrito", com letras na cor cinza. 

O Legenda Sonora é um projeto que contribui com a inclusão das pessoas com deficiência no meio virtual. O site oferece aos deficientes visuais, cegos ou com baixa visão, a audiodescrição de vídeos disponibilizados online. De filmes clássicos, como Forrest Gump e Star Wars, a comerciais do YouTube, os conteúdos são organizados em sete categorias: animação, ativismo, curtas, filmes, humor, séries e informativo. No final de 2014, o Legenda Sonora recebeu o prêmio Brasil Criativo na categoria Cinema e Vídeo e foi o 3º no Prêmio Nacional de Acessibilidade na Web. Em entrevista ao QSocial, o idealizador do projeto, o ex-ator de teatro Diego Oliveira, revelou que o segredo para uma boa audiodescrição está na humanização do processo, que une técnica e emoção na medida certa. Confira a matéria completa (Fernanda Mendonça):


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Exclusão e inclusão dos surdocegos

Descrição para cegos: a imagem mostra Alex Garcia falando ao microfone. Ele está sentado atrás de uma bancada, na qual estão apoiados um notebook, copos com água, e uma placa com seu nome. 
O artigo de autoria de Alex Garcia, intitulado Surdocegueira e Inclusão no Brasil, aborda a realidade da exclusão e inclusão social de pessoas multideficientes. Como surdocego, o autor traz à discussão argumentos filosóficos, mas também subjetivos. Desde criança, Alex Garcia perde gradativamente a capacidade de ver e ouvir. Ele foi o primeiro surdocego a cursar uma universidade no Brasil. Hoje, especialista em Educação Especial, preside a Associação Gaúcha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes (Agapasm) e é membro da World Federation of Deafblind. Confira o artigo (Fernanda Mendonça): 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

The Sisters of Invention: grupo pop formado por mulheres com deficiência

Descrição para cegos: a foto mostra, da esquerda para a direita: Aimee, Annika e Michelle (que está sentada na frente), Jackie e Caroline. Todas estão com vestidos sujos e manchados, num ambiente escuro. 
Cinco mulheres que, apesar de parecerem diferentes, têm muito em comum. O primeiro fato que as une é o amor pela música. Em segundo, vêm as dificuldades que compartilham: todas são mulheres com algum tipo de deficiência – e isso não as impediu de batalhar por seus sonhos.
Juntas elas formam o grupo pop The Sisters of Invention, que anda fazendo sucesso na Austrália. Através de suas músicas, Annika, Michelle, Jackie, Aimee e Caroline transmitem experiências por elas vividas.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

O meio digital e a visibilidade das pessoas com deficiência

Descrição para cegos: a imagem
mostra Lia Almeida sentada, posando
para a foto, olhando para a câmera.
Em entrevista para o Espaço Experimental, a doutoranda da PUC de São Paulo Lia Almeida explicou como as mídias digitais podem contribuir com a visibilidade das causas das pessoas com deficiência no meio social. Confira abaixo a matéria completa (Fernanda Mendonça):


As mídias digitais estão proporcionando aos militantes a exploração de canais de comunicação através dos quais manifestam suas demandas. A doutoranda Lia Almeida analisa como esse recurso contribui com a visibilidade das causas das pessoas com deficiência no meio social. Ela está cursando doutorado na PUC de São Paulo, na área de Cultura e Ambientes Midiáticos. A pesquisa é intitulada Biossociabilidade e Estratégias de Comunicação em Rede: As Mídias Digitais como Espaço de Visibilidade para as Pessoas com Deficiência. São analisados aspectos culturais e comunicacionais em publicações divulgadas em meio digital que tratam de assuntos relacionados à causa. A repórter Fernanda Mendonça conversou com Lia Almeida sobre ciberativismo e a militância das pessoas com deficiência. 




II Colóquio de Direitos das Pessoas com Deficiência - com a professora Sandra Santiago

Descrição para cegos: a imagem mostra Sandra Santiago sentada atrás de uma mesa, no segundo plano. Uma câmera aparece gravando a professora no primeiro plano.
O II Colóquio de Direitos das Pessoas com Deficiência da Disciplina de Jornalismo e Cidadania foi realizado no dia 19 de novembro com a professora Sandra Alves da Silva Santiago. Graduada em Pedagogia, Sandra tem doutorado em Educação pela Universidade Federal da Paraíba e atua como docente e pesquisadora da UFPB na área de educação e inclusão de pessoas com deficiência. A organização foi de Felipe Ramos, Fernanda Mendonça, Gabriella Mayara e Mabel Abreu.

No primeiro vídeo, a professora Sandra explica o conceito de inclusão, que está além da instalação de rampas de acesso.



quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Dia de reflexão e inclusão

Descrição para cegos: desenho feito à mão de uma ciranda, composta por seis bonecos e duas bonecas. Dentre os bonecos, dois seguram uma bengala e um é cadeirante.
No Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado hoje, 3 de dezembro, a Turminha do MPF faz um resgate histórico sobre a origem da data e a importância da inclusão social. O site, vinculado ao Ministério Público Federal, tem o objetivo de contribuir com a formação cidadã de crianças e adolescentes. Assuntos como equidade, direitos humanos e diversidade são prioridades de discussão. Além de oferecer aos cidadão links de manuais do Ministério da Educação sobre educação inclusiva, também estão disponíveis textos e conteúdos audiovisuais relacionados a acessibilidade e discriminação. Confira a seguir o texto publicado no site da Turminha do MPF: (Fernanda Mendonça)

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Acessibilidade na comunicação pública

Descrição para cegos: Mariany Granato, em pé,
sorri para foto. Atrás dela aparecem algumas
carteiras escolares. Ela usa um crachá onde se lê:
"Jornalismo - Participação - Cidadania".
Em entrevista para o Espaço Experimental, a pesquisadora Mariany Granato falou sobre o acesso à comunicação pública por pessoas com deficiência. Confira abaixo a matéria completa (Fernanda Mendonça): 




sábado, 4 de outubro de 2014

Quem muito fala e pouco faz

Descrição para cegos: urna eletrônica e
parte da mão de uma pessoa com o dedo
indicador na tecla "Confirma".

Demokratía. A palavra grega composta pelos radicais demos (“povo”) e kratos (“poder”) traduz o verdadeiro sentido da democracia. Neste domingo (5), brasileiras e brasileiros estarão indo às urnas para exercer o mais importante ato de cidadania. Vale relembrar que, ao escolher um candidato, o cidadão reconhece suas propostas e as reafirma, confiando àquela autoridade o dever de formular as políticas públicas do Estado e o representar no meio político.
No entanto, há quem tente ludibriar o eleitor com promessas mirabolantes e falsas verdades. Em época de eleição, é comum que alguns políticos se aproximem de movimentos sociais e demonstrem uma aparente empatia pela causa, como, por exemplo, a luta pelos direitos das pessoas com deficiência.
Nesses casos, é preciso redobrar a atenção. Nem sempre os interesses do candidato em se unir à luta estão relacionados ao reconhecimento das reais necessidades do movimento, como a melhoria da acessibilidade e inclusão. Por vezes, essa aproximação é utilizada apenas como meio para chegar ao poder e, após isso, todo compromisso é descartado – e muitas vezes esquecido por ambas as partes.  

domingo, 28 de setembro de 2014

Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência

Descrição para cegos: uma mulher em cadeira de rodas adaptada para esportes. Ela está devidamente equipada com capacete e roupas próprias, sorrindo ao posar para a foto. Ao fundo a imagem de um ônibus de apoio ao evento.

O calendário da humanidade é repleto de datas memorativas. No dia 21 de setembro, por exemplo, comemora-se o Dia da Árvore, o Dia do Radialista, o Dia Mundial do Alzeheimer, o Dia Internacional da Paz e o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência. Diferentemente dos outros, este último ressalta a luta e foi definido por lei.

No dia 14 de julho de 2005 foi oficializada a Lei Federal nº 11.133, que criou o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência. A data escolhida, 21 de setembro, na verdade é uma metáfora: representa o florescer de uma nova era – já que esse mês marca o início da primavera no hemisfério sul da Terra.