Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de junho de 2017

Canal no YouTube apresenta canções em Libras

Descrição para cegos: duas mãos abertas viradas para baixo sobre um fundo liso. Em primeiro plano, a mensagem: “Músicas em Libras” acompanhada de notas musicais.

Por Gustavo Freire

        Como forma de conhecer o mundo em substituição à audição e à fala, o surdo utiliza uma comunicação espaço-visual. No Brasil, essa comunicação é construída a partir da Língua Brasileira de Sinais, a Libras, que surgiu em decorrência da língua de sinais francesa, e que, em 2002, foi reconhecida como segunda língua oficial brasileira (Lei nº 10.436/2002).
        Em decorrência, sobretudo, da legitimidade da língua de sinais como sendo a língua natural dos surdos – que tem repercussões linguísticas, cognitivas e sociais - estes têm uma cultura particular, a cultura surda. No entanto, o contato com a cultura ouvinte, isto é, daquele que ouve, acontece cotidianamente, haja vista o capital social gerado a partir das relações sociais. Mais que considerar como um território contestado, as trocas “enriquecem” os sujeitos que se aventuram em conhecer o novo.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Equipamento desenvolvido no Lavid transmite sensações da música para surdos

           Descrição para cegos: foto do professor Carlos Eduardo sorrindo para a câmera.

       Coordenado pelo professor Carlos Eduardo Batista, do Centro de Informática da UFPB, o projeto desenvolvido no Laboratório de Vídeo Digital submete as pessoas surdas às sensações da música. O equipamento, ainda em desenvolvimento, tem obtido êxito nos testes. Ele faz o surdo sentir a música através de vibrações - um outro modo de experiência musical. A repórter Daiane Lima entrevistou o professor Carlos Eduardo Batista para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. Ouça a entrevista. (Jéssica Xavier)






terça-feira, 3 de março de 2015

Pertti Kurikan Nimipaivat: down e autismo no rock

Descrição para cegos: a imagem retrata os integrantes da banda Pertti Kurikan Nimipaivat, todos vestidos de preto. À frente, da esquerda para a direita, estão Pertti Kurikka (que tem em seu ombro a alça da guitarra à mostra) e Toni Välitalo. Atrás, também da esquerda para a direita, estão Kari Aalto e Sami Helle.
Uma banda finlandesa chamada Pertti Kurikan Nimipaivat, conhecida como PKN, tem se destacado na Europa pelo seu punk politizado que vem dando voz a pessoas com deficiência através de letras que abordam conscientização e preconceito. A banda surgiu há sete anos em uma oficina para pessoas com deficiência intelectual e é composta por membros com Síndrome de Down e Autismo. Em 2009 o grupo estrelou o documentário The Punk Syndrome, que fala um pouco da história da banda e do processo de composição. O grupo é formado por Pertti Kurikka (guitarra), Kari Aalto (vocal), Sami Helle (baixo) e Toni Välitalo (bateria). Neste ano o quarteto é uma das atrações de destaque do Eurovision, festival realizado anualmente pela União Europeia. Quer ouvir o som? É só clicar no vídeo abaixo. (Mabel Abreu)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

The Sisters of Invention: grupo pop formado por mulheres com deficiência

Descrição para cegos: a foto mostra, da esquerda para a direita: Aimee, Annika e Michelle (que está sentada na frente), Jackie e Caroline. Todas estão com vestidos sujos e manchados, num ambiente escuro. 
Cinco mulheres que, apesar de parecerem diferentes, têm muito em comum. O primeiro fato que as une é o amor pela música. Em segundo, vêm as dificuldades que compartilham: todas são mulheres com algum tipo de deficiência – e isso não as impediu de batalhar por seus sonhos.
Juntas elas formam o grupo pop The Sisters of Invention, que anda fazendo sucesso na Austrália. Através de suas músicas, Annika, Michelle, Jackie, Aimee e Caroline transmitem experiências por elas vividas.