| Descrição para cegos: professor Luiz Henrique Proença lendo um texto. Fonte: Youtube
Por Maria Ricarte
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência revogada em 06 de Julho de 2015, assegurou e promoveu , o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais para pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. Dito isso, a importância do conhecimento da população sobre a questão da desigualdade social existente entre crianças, jovens e adultos portadores de deficiência é essencial para conscientizar a sociedade sobre as dificuldades, os direitos e os deveres de cada um perante essa parcela da população.
A criação do Curso virtual de Licenciatura sobre Educação e Inclusão, pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), ministrada pelo Professor Luiz Henrique Proença, compactua com a ideia da criação de medidas conscientizadoras a fim de educar a população sobre a importância da adoção de projetos, leis, ONGs e escolas capacitadas para que os portadores de deficiência possam ter seus Direitos Humanos e Fundamentais garantidos. O curso, disponibilizado no Youtube, contém 28 vídeos; sendo que 25 são vídeos aulas abordando ramificações sobre temas específicos relacionados à inclusão na educação e três vídeos são debates tendo o assunto “Política Nacional de Educação Especial” como base.
Acesse o link da playlist existente no Youtube com os vídeos do Curso virtual de Licenciatura Educação e Inclusão, de 2015, e obtenha mais informações sobre o mesmo:
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terça-feira, 13 de novembro de 2018
Univesp promove a educação sobre os direitos das PcDs através do ensino a distância
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domingo, 4 de junho de 2017
Canal no YouTube apresenta canções em Libras
Descrição para cegos: duas mãos abertas
viradas para baixo sobre um fundo liso. Em primeiro plano, a mensagem: “Músicas
em Libras” acompanhada de notas musicais.
Por Gustavo Freire
Como forma de conhecer o mundo em substituição
à audição e à fala, o surdo utiliza uma comunicação espaço-visual. No Brasil,
essa comunicação é construída a partir da Língua Brasileira de Sinais, a
Libras, que surgiu em decorrência da língua de sinais francesa, e que, em 2002, foi reconhecida
como segunda língua oficial brasileira (Lei nº 10.436/2002).
Em decorrência, sobretudo, da
legitimidade da língua de sinais como sendo a língua natural dos surdos – que
tem repercussões linguísticas, cognitivas e sociais - estes têm uma cultura
particular, a cultura surda. No entanto, o contato com a cultura ouvinte, isto
é, daquele que ouve, acontece cotidianamente, haja vista o capital social
gerado a partir das relações sociais. Mais que considerar como um território
contestado, as trocas “enriquecem” os sujeitos que se aventuram em conhecer o
novo.
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