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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Quais problemas uma criança deficiente pode ter se não frequenta o dentista?

Descrição para cegos: na foto está a dentista Glória Pimenta vestindo uma blusa com listras pretas e brancas. Há um microfone suspenso à sua frente. No fundo, estão algumas pessoas sentadas em carteiras escolares.
Todo mundo sabe dos temores que a ida ao dentista desperta em muitas pessoas. Com uma criança não é diferente. Quando se trata de uma criança com necessidades especiais, o problema aumenta porque envolve outros fatores, dependendo do paciente. A equipe do Espaço Experimental realizou uma entrevista com a cirurgiã dentista e especialista em pacientes com necessidades especiais, Glória Pimenta, e com a dentista Jordana Medeiros, especialista em odontopediatria e atendimento a pacientes em Unidade de Terapia Intensiva, para discutir o assunto. A produção foi de Laís Albuquerque e Mabel Abreu. Acompanhe abaixo. (Gabriela Garcia)

quarta-feira, 4 de março de 2015

Cirurgias auditivas no Brasil: um avanço no tratamento à surdez

Descrição para cegos: a imagem mostra o Símbolo Internacional da Surdez na cor branca sobre um fundo azul. Trata-se de uma representação do ouvido humano sendo parcialmente transpassado por uma faixa na diagonal. 
Com o avanço da tecnologia nas cirurgias auditivas, em conjunto com o diagnóstico precoce, é possível melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência auditiva. É o caso do implante na orelha média, que já é realizado no Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No podcast abaixo, Mara Gabrilli, do programa Derrubando Barreiras: Acesso para Todos, entrevista o presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial, José Eduardo Lutaif Dolci, que explica esses progressos nas cirurgias faciais e auditivas. (Mabel Abreu)



terça-feira, 3 de março de 2015

Pertti Kurikan Nimipaivat: down e autismo no rock

Descrição para cegos: a imagem retrata os integrantes da banda Pertti Kurikan Nimipaivat, todos vestidos de preto. À frente, da esquerda para a direita, estão Pertti Kurikka (que tem em seu ombro a alça da guitarra à mostra) e Toni Välitalo. Atrás, também da esquerda para a direita, estão Kari Aalto e Sami Helle.
Uma banda finlandesa chamada Pertti Kurikan Nimipaivat, conhecida como PKN, tem se destacado na Europa pelo seu punk politizado que vem dando voz a pessoas com deficiência através de letras que abordam conscientização e preconceito. A banda surgiu há sete anos em uma oficina para pessoas com deficiência intelectual e é composta por membros com Síndrome de Down e Autismo. Em 2009 o grupo estrelou o documentário The Punk Syndrome, que fala um pouco da história da banda e do processo de composição. O grupo é formado por Pertti Kurikka (guitarra), Kari Aalto (vocal), Sami Helle (baixo) e Toni Välitalo (bateria). Neste ano o quarteto é uma das atrações de destaque do Eurovision, festival realizado anualmente pela União Europeia. Quer ouvir o som? É só clicar no vídeo abaixo. (Mabel Abreu)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Equoterapia, o que é e pra que serve?

Descrição para cegos: a imagem mostra um menino loiro com um largo sorriso, sentado no dorso de um cavalo. Duas mulheres seguram o menino pelos braços, uma à direita e outra à esquerda; ambas também sorriem. Ao fundo, árvores, cercas, uma "cancela" e uma casa amarela - numa paisagem típica de fazenda ou haras. 
Por Mabel Abreu

    Durante toda nossa existência ouvimos histórias de pessoas e seus bichos e como o animas sentem quando estamos tristes, estressados e os bichos se sentem na obrigação de melhorar nosso humor e sentimentos. Esse sentimento mútuo e a aproximação dos animais de pessoas com deficiência não poderia ser diferente. 

    Conhecemos os cães-guias que colaboram diariamente com a vida de pessoas com deficiência visual e na terapia de pessoas em hospitais com enfermidades crônicas como o câncer. Mas, em atividades em locais abertos, existe uma terapia usando cavalos como apoio que vem ajudando pessoas com vários tipos de deficiência a se locomoverem, se expressarem e melhorarem a capacidade locomotora: a Equoterapia.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Os desafios da inclusão na educação

Descrição para cegos: a imagem mostra a mão de uma pessoa lendo uma página escrita no Sistema Braille.
O artigo “A Educação Inclusiva é Transversal?” de autoria da pedagoga Luciene Molina, instiga o leitor a se perguntar se a educação é inclusiva e igualitária. Luciene nasceu com baixa visão e ficou totalmente cega aos 17 anos. Ela é professora da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), em São José dos Campos – SP, e é reconhecida pelas contribuições para o avanço do Ensino a Distância (EaD) para pessoas com deficiência visual no Brasil. Confira o artigo abaixo. (Mabel Abreu)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Entendendo melhor o Autismo

Descrição para cegos: imagem mostra a captura de tela do "Programa Especial", transmitido pela TV Brasil. No estúdio do programa estão duas mulheres, uma delas na cadeira de rodas, conversando. Atrás, um monitor com o nome do programa. À esquerda do estúdio, um painel com letras no sistema braille. No canto superior direito da tela está o símbolo da emissora. No canto inferior direito, a captura de tela mostra uma mulher transmitindo o conteúdo da conversa em Libras. Há também uma legenda que transcreve o que está sendo dito no momento. 
O autismo atinge 0,6% da população, sendo quatro vezes mais comuns em meninos do que em meninas e é considerado um déficit na comunicação e na interação social. Essas características sãoidentificadas antes dos três anos de idade. Abaixo, uma reportagemdo Programa Especial, veiculada pela TV Brasil, entrevistando a presidente do Grupo Azul, destinado a autistas e a neurologista Carla Gikovate, que fala sobre o autismo, como proceder diante o diagnóstico e quais são os tratamentos. (Mabel Abreu)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Invisíveis pelo Silêncio

Descrição para cegos: a imagem mostra captura de tela do documentário "Invisíveis pelo Silêncio". Nela, uma moça de cabelos loiros e blusa laranja aparece falando na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Seu nome está em destaque no canto inferior direito, "Renata"; logo abaixo, está escrito: "estudante de Pedagogia". Ela está sentada num sofá e atrás aparecem parte de uma televisão, porta-retratos e alguns CDs, dispostos num "rack".
Por Mabel Abreu

    Imagine tudo no mudo! As pessoas falam e falam e você nada compreende. Então, procura se distrair com algo e vai zapear canais na tevê, mas tudo continua na mesma. Essa é a realidade de 5,7 milhões de brasileiros que apresentam algum tipo de deficiência auditiva, seja ela, leve ou severa.

    O documentário “Invisíveis Pelo Silêncio”, produzido em 2008 por Helen Baesse, retrata o descaso da mídia em não assegurar uma programação acessível para pessoas surdas, chamando atenção para a importância e necessidade das legendas, das legendas ocultas (closed caption) e da janela de Libras. 

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

II Colóquio de Direitos das Pessoas com Deficiência - com a professora Sandra Santiago

Descrição para cegos: a imagem mostra Sandra Santiago sentada atrás de uma mesa, no segundo plano. Uma câmera aparece gravando a professora no primeiro plano.
O II Colóquio de Direitos das Pessoas com Deficiência da Disciplina de Jornalismo e Cidadania foi realizado no dia 19 de novembro com a professora Sandra Alves da Silva Santiago. Graduada em Pedagogia, Sandra tem doutorado em Educação pela Universidade Federal da Paraíba e atua como docente e pesquisadora da UFPB na área de educação e inclusão de pessoas com deficiência. A organização foi de Felipe Ramos, Fernanda Mendonça, Gabriella Mayara e Mabel Abreu.

No primeiro vídeo, a professora Sandra explica o conceito de inclusão, que está além da instalação de rampas de acesso.



segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Aplicativo ajuda crianças com paralisia cerebral

O aplicativo sendo utilizado por uma menina de nove anos com paralisia cerebral
Descrição para cegos: a foto mostra a mão de uma menina com paralisia cerebral utilizando o aplicativo em um tablet.


O progresso da tecnologia está proporcionando mudanças no cotidiano de
pessoas com deficiência e, assim, um novo modelo de vida. Seja com a
criação de próteses cada vez mais leves e com respostas mais rápidas
para a adaptação do usuário, ou por meio dos computadores, ajudando na
comunicação de indivíduos com deficiência. É o caso do primeiro
aplicativo disponível para tablets no nosso idioma, o Livox, que você
confere abaixo. (Mabel Abreu)

Carlos Pereira, pai de Clara, de cinco anos, desenvolveu o aplicativo Livox e agora consegue se comunicar com a filha, que tem paralisia cerebral. O analista de sistemas criou inicialmente um sistema simples em que a menina podia responder "sim" ou "não". Com ajuda de fonaudiólogos, terapeutas ocupacionais e pedagogos, o aplicativo ganhou forma e é considerado um dos métodos mais eficientes de se comunicar com pacientes com esse
diagnóstico no Brasil.