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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Pessoas com deficiência intelectual já podem casar

Descrição para cegos: foto mostra o casamento de Rosana e José Francisco. Ela está com um vestido formal azul e ele com camisa social branca e gravata cinza. Juntos exibem a certidão de casamento. Há algumas pessoas atrás do casal, também vestidas formalmente.

       Em janeiro foram aprovadas algumas mudanças no Estatuto da Pessoa com Deficiência, e em uma dessas alterações os impedimentos para o casamento de pessoas com deficiência intelectual foram anulados. Antes, o processo para a união levava meses e enfrentava muita burocracia, sendo necessário autorização dos pais e liberação judicial. Com a nova regulamentação, os noivos agora podem oficializar o matrimônio no cartório como qualquer outro casal, sem obstáculos. Reportagem completa no site da Agência Senado. (Jéssica Xavier)

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Desrespeito a vagas de deficientes na UFPB ganha popularidade nas redes

Descrição para cegos: foto mostra carro vermelho ocupando vaga reservada a pessoas com deficiência, tendo
 a roda sobre a figura que sinaliza essa destinação

                                                                       Por Jéssica Xavier                                                                 
        A legislação assegura a reserva de vagas especiais para deficientes físicos e garante que espaços públicos ofereçam no mínimo 2% dessas vagas. Apesar do caráter humanizante do recurso, não é difícil encontrar casos de desrespeito a esses espaços.
A frequência com que ocorre no campus da Universidade Federal da Paraíba em João Pessoa despertou na comunidade universitária indignação. Indignados, passaram a divulgar e denunciar os flagrantes desse tipo de infração em redes sociais, como o Facebook. A página Barbeiro UFPB se disponibiliza a postar fotos de veículos que param em locais indevidos, como em vagas reservadas, em rampas de acesso, calçadas ou faixas de pedestre. Utilizando a hashtag #barbeiroufpb, qualquer um pode contribuir com denúncias na página.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Onde está o princípio da isonomia?

Descrição para cegos: a imagem contém representações de diferentes tipos de pessoas, em diferentes cores: meninas, mulheres, homens e pessoas com deficiência, representadas pelo Símbolo Internacional de Acesso, no qual uma pessoa está na cadeira de rodas.
Os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da igualdade perante a lei existem. Porém, muitas vezes são esquecidos ou mal compreendidos pela sociedade, em relação à pessoa com deficiência. Apesar dos discretos avanços ocorridos nos últimos tempos, na busca pela inclusão desses indivíduos, percebe-se que muitas pessoas ainda precisam evoluir, no sentido de reconhecer e respeitar os direitos da pessoa com deficiência. A Lei Nº 8.213 (Lei de Cotas), por exemplo, está em vigor desde 1991, mas a aceitação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal ainda é muito baixa. Foi partindo do questionamento “quanto as pessoas com deficiência têm seus direitos humanos e fundamentais respeitados? ”, que o advogado Luis Kassab escreveu para o site Vida mais Livre. Leia a seguir: (Marília Araújo)

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Rock e a Síndrome de Down – construção de ideais

Descrição para cegos: a foto
em preto e branco apresenta a
metade do corpo de uma guitarra
e, à sua frente, brinquedos, sendo eles:
um boneco do Mario Bros,
 um do Luigi, uma da pricesa Peach
 (do jogo Super Mario Bros),
uma bolinha e um boneco do Scooby-doo.

Por Luiz Lambert

O ano era 1998. Enquanto eu fantasiava ser roqueiro durante os intervalos do programa infantil que finalizou a minha infância, um produto publicitário marcava aquela época. Mesmo para poucos, a internet já era realidade no nosso país e o sinal da extinta Music Televison Brasil chegava na maioria das casas que eu frequentava. O rock, além da influência materna que me proporcionou o contato com Bob Dylan e Legião Urbana, chegava através da MTV e principalmente através da grande rede que já ensaiava modelos de compartilhamento de mídias.
Um fluxo de guitarras marcantes e uma linha vocal totalmente estranha ao que eu tinha como rock, somados a imagens em preto e branco de composição fotográfica caprichadas, fazia saltar aos olhos a ideia do preconceito que não precisava ser narrado. Essa era a propaganda institucional da Fundação Síndrome de Down, que resultou em um dos primeiros ‘virais’ que pude observar na rede: “qual é a música da propaganda do Carlinhos?”       

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Cidadania é algo real

Descrição pra cegos: a imagem mostra quatro manchas de tintas nas cores vermelha, azul, verde e laranja. Na mancha vermelha está o Símbolo Internacional de Acesso, representado por uma pessoa na cadeira de rodas; na mancha verde está o Símbolo Internacional da Surdez, representado pelo ouvido humano parcialmente transpassado por uma faixa na diagonal; na mancha azul está o símbolo das libras, formado por mãos gesticulando; por fim, no círculo laranja está o Símbolo Internacional de Pessoas com Deficiência Visual, representado por uma pessoa usando bengala.
Cidadania é o exercício dos direitos e deveres civis. Por esse motivo, não pode ser simplesmente um sonho, principalmente quando o assunto é sobre a inclusão de pessoas com deficiência, o que muitos ainda relacionam o assunto a compaixão. A luta por esse exercício precisa ser real, começando em cada um de nós, com uma vida ativa pela felicidade do outro, como ele é. No artigo publicado no site bengaldalega.com, a autora Cláudia Grabois escreve sobre a necessidade de não deixar a vontade de criar um mundo mais acessível apenas nas leis, ou pior, no nosso imaginário. É preciso acreditar e agir por um presente e um futuro onde a cidadania seja algo concreto no cotidiano da sociedade. Leia baixo o artigo completo. (Felipe Ramos)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O papel da mídia e os deficientes

Descrição para cegos: no primeiro plano da imagem, um homem aparece de costas para a foto, operando uma câmera de televisão, apoiada num tripé. No chão, do lado direito do tripé, aparece parte de um monitor de TV. No segundo plano da imagem, um repórter encontra-se agachado, portando um microfone com fio, que se estende pelo chão até onde está a câmera de televisão. Ele entrevista um homem que está numa cadeira de rodas. Ao fundo aparecem árvores e casas.  
Refletir sobre o papel da mídia na construção de uma consciência mais bem formada sobre os direitos da pessoa com deficiência é fundamental. O jornalismo tem um papel de grande importância na valorização do ser humano e isto fica claro no modo como se conta uma história, em uma reportagem, por exemplo. Neste texto publicado no site Observatórioda Imprensa a reflexão nos leva a pensar sobre a aura de coitado muitas vezes colocada nos personagens de matérias com deficientes e no papel do jornalista de levar à sociedade conceitos de cidadania. Confira aqui a matéria completa. (Felipe Ramos)

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

II Colóquio de Direitos das Pessoas com Deficiência - com a professora Sandra Santiago

Descrição para cegos: a imagem mostra Sandra Santiago sentada atrás de uma mesa, no segundo plano. Uma câmera aparece gravando a professora no primeiro plano.
O II Colóquio de Direitos das Pessoas com Deficiência da Disciplina de Jornalismo e Cidadania foi realizado no dia 19 de novembro com a professora Sandra Alves da Silva Santiago. Graduada em Pedagogia, Sandra tem doutorado em Educação pela Universidade Federal da Paraíba e atua como docente e pesquisadora da UFPB na área de educação e inclusão de pessoas com deficiência. A organização foi de Felipe Ramos, Fernanda Mendonça, Gabriella Mayara e Mabel Abreu.

No primeiro vídeo, a professora Sandra explica o conceito de inclusão, que está além da instalação de rampas de acesso.



quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Dia de reflexão e inclusão

Descrição para cegos: desenho feito à mão de uma ciranda, composta por seis bonecos e duas bonecas. Dentre os bonecos, dois seguram uma bengala e um é cadeirante.
No Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado hoje, 3 de dezembro, a Turminha do MPF faz um resgate histórico sobre a origem da data e a importância da inclusão social. O site, vinculado ao Ministério Público Federal, tem o objetivo de contribuir com a formação cidadã de crianças e adolescentes. Assuntos como equidade, direitos humanos e diversidade são prioridades de discussão. Além de oferecer aos cidadão links de manuais do Ministério da Educação sobre educação inclusiva, também estão disponíveis textos e conteúdos audiovisuais relacionados a acessibilidade e discriminação. Confira a seguir o texto publicado no site da Turminha do MPF: (Fernanda Mendonça)