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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Pesquisa propõe cinema para deficientes visuais

Descrição para cegos: desenho de uma mulher deficiente visual com óculos escuros. Em uma mão leva a bengala e um par de ingressos e com a outra mão segura um pacote de pipoca.

O publicitário Diego Normandi realizou um estudo que permitiu entender como seria um cinema para os deficientes visuais. A pesquisa elaborou uma proposta de serviço cinematográfico compatível com as necessidades dos usuários com deficiência, possibilitando a eles uma experiência acessível e inclusiva. Para o publicitário, é necessário que as cadeias de produção, distribuição e divulgação se adequem ao uso de ferramentas de áudio-descrição. Reportagem completa no site Ciência na Rua. (Jéssica Xavier)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Um amigo Aspie

Descrição para cegos: imagem mostra uma captura de tela da animação em preto e branco, na qual o personagem Max aparece ao lado de um gato, que não tem o olho esquerdo. Ambos tem expressões assustadas. Apenas os cabelos de Max são vermelhos, e ele usa uma camisa na qual se lê: "Aspies for Freedom" (tradução: Aspies pela Liberdade). 
Por Fernanda Mendonça.

       Personagens pálidos, repletos de defeitos, fora dos padrões. Assim são Mary e Max, protagonistas de uma animação inspirada em fatos reais que muito tem a ensinar aos adultos sobre as deficiências do ser humano.
       Mary e Max - Uma Amizade Diferente (Austrália, 2009, direção de Adam Elliot) conta a história de Mary Dinkley, uma solitária menina de oito anos que vive na Austrália, e Max Horovitz, um judeu nova-iorquino de 44 anos que tem Síndrome de Asperger (uma variação do autismo).