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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Se vier de nós, não é o mundo o culpado

Descrição para cegos: a imagem mostra um papel preto que se rasga e revela os olhos de uma menina com Síndrome de Down, que sorri. No canto inferior direito se lê: Síndrome de Down: É preciso ver com novos olhos. 
Certo dia estava em um salão de beleza e ouvi duas mulheres conversando sobre o filho da irmã de uma delas que havia nascido. Comecei a prestar atenção na conversa quando elas começaram com: “Sabe, né?! Hoje em dia as pessoas estão entendendo mais o que é uma pessoa com Síndrome de Down, mas eu sei que essa criança vai sofrer muito...”. O que mais me chocou foi o fato de ser a tia da criança a falar isso.
Todos pensamos que o preconceito vem de fora, mas ele começa antes mesmo da pessoa – nesse caso a criança – sair de casa. Carregamos conosco tanta culpa dos outros que muitas vezes não vemos sequer o pré-conceito que está arraigado em nós mesmos. São pensamentos assim que, se fossem evitados durante toda uma vida, a sociedade estaria incluindo esses deficientes e não os excluindo.

Vamos parar para pensar que se fizéssemos nossa parte como cidadãos e primeiramente como seres humanos melhoraríamos os olhares que são dirigidos a essas pessoas, o cuidado que deveríamos ter com o próximo, sendo ele deficiente ou não. (Gabriella Mayara)

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Parabéns deficiente, você consegue! (sic)


Descrição para cegos: Eduardo Camara, sorrindo posando para foto, segurando um copo com chopp, em um bar. Eduardo está com uma camisa azul, e no fundo da imagem um homem com camisa listrada, luzes e uma televisão.
Parece até espantoso você avaliar a pessoa pelo grau de deficiência que ela tem. Ao realizar atividades cotidianas os deficientes são considerados incapazes de fazer qualquer coisa sozinhos ou ao menos tentar resolver as coisas por sua própria conta. Eles não gostam de ser vistos como coitadinhos e nós devemos respeitá-los sem medir ninguém por grau de dificuldade que tenha ou não. Pessoas são pessoas, independente de raça, cor, credo ou qualquer outra medida utilizada.
Leia a seguir um desabafo de um deficiente físico que foi parabenizado por estar em uma balada. (Gabriella Mayara)