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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Saiba para que serve o piso tátil nas calçadas

Descrição para cegos: foto de uma calçada com uma pessoa passando o bastão guia em um piso tátil de alerta que, no caso, indica o fim da calçada e começo da via para veículos. Foto: Divulgação/Prefeitura Municipal de Santos -SP
Por Tiago Bernardino

A instalação de sinalização tátil nas calçadas oferece acessibilidade e segurança para as pessoas com deficiência. A sua instalação, assim como a calçada, obedece algumas normas. Para auxiliar a quem pretende reformar a calçada a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem (ABESC), em parceira com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA) disponibiliza um manual.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Pesquisa busca meios para ensino de língua estrangeira a deficientes visuais

Descrição para cegos: a foto mostra a professora Betânia Medrado, usando óculos escuros e sorrindo para a câmera. O nome da docente está em destaque no canto superior direito. 
O trabalho leva em conta que os métodos tradicionais de ensino de outros idiomas criam barreiras para quem não consegue ver. A pesquisa é orientada pela professora Betânia Passos Medrado, do Centro de Ciências Humanas e Letras da UFPB. Nela, são desenvolvidos protótipos de material didático e propostas de novas formas para o uso do quadro na sala de aula. Ouça a reportagem que produzi para o programa Espaço Experimental, da Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Luiz Lambert):

quinta-feira, 12 de março de 2015

Folhetos de cordel são traduzidos para o sistema Braille

Descrição para cegos: a imagem mostra o estudante Flaviano Nascimento no canto inferior esquerdo. Ao fundo, resmas de papel escritas em braille.      
   O projeto foi desenvolvido pelo estudante Flaviano Nascimento, que é cego, para analise semiótica e transcodificação de contos e cordéis. Ele utilizou o acervo de folhetos Programa de Pesquisa em Literatura Popular da UFPB e teve como orientadora a professora Maria de Fátima Barbosa, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas. Segundo ela, o trabalho é importante tanto para os deficientes visuais, como para a cultura popular brasileira. Os folhetos traduzidos ainda não foram publicados. Eles estão no segundo andar da Biblioteca Central da UFPB, onde funciona o PPLP, Programa de Pesquisa em Literatura Popular. Ouça a reportagem que produzi para o programa Espaço Experimental, da Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Felipe Ramos):