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sábado, 3 de novembro de 2018

Bocha Paralímpica promovendo a inclusão social dentro do esporte

Descrição para cegos: Duas pessoas, um homem e uma mulher, estão delimitando o espaço da quadra para que os atletas possam jogar dentro da linha certa. Dois atletas com deficiência física, de cadeira de rodas, estão olhando a marcação da quadra. Fonte: foto retirada da matéria do Portal Correio

Por Maria Ricarte
Uma das formas de adquirir a inclusão social das pessoas com deficiência no âmbito social, é o esporte. O esporte é visto por várias pessoas, instituições e governos, como uma forma de superar as dificuldades que as PcDs (pessoas com deficiência) têm de enfrentar, esses obstáculos atingem boa parte dessa população que se vê desassistida pelo governo e sem a efetivação de fato dos seus direitos constituídos por lei. No Brasil, podemos encontrar diversas instituições de assistência para essas pessoas, como por exemplo: Centro Interdisciplinar de Pesquisa e Atenção à Saúde (CIPAS); e, Organizações Não Governamentais (ONG). Projetos e movimentos como esses, que se dispõem a fazer algo por esses indivíduos, estão crescendo cada vez mais.
Um exemplo de inclusão social através do esporte, foi a Bocha Paralímpica - modalidade que consiste em lançar bolas coloridas o mais perto possível de uma branca -, que foi realizada dentro da Olimpíada Rainha da Borborema, que abriu espaço para as disputas entre atletas com deficiência. Essas competições foram realizadas no dia 02 de outubro, no Ginásio de Esportes da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no bairro de Bodocongó, em Campina Grande. Participaram da Olimpíada 24 atletas, representando três entidades, o que totalizou 33 jogos. O grande destaque foi a equipe da Fundação Centro Integrado de Apoio à Pessoa com Deficiência (Funad) de João Pessoa, que foi campeã em todas as classes disputadas.

Acesse o link da matéria  publicada no Portal Correio e saiba mais sobre a Olimpíada que contribuiu socialmente com a inclusão social através do esporte:

terça-feira, 9 de maio de 2017

Dicionário de educação física é lançado em Libras

Descrição para cegos: a imagem demonstra o professor Keegan Bezerra e quatro alunos acenando para a fotografia. A expressão de todos é de alegria. A fotografia foi tirada em sala de aula.


    O professor de Educação Física, Keegan Bezerra, da Escola Estadual Augusto Carneiro dos Santos, localizada no Estado do Amazonas, construiu um dicionário em Libras para auxiliar os alunos surdos no desenvolvimento do aprendizado e conhecimento acerca da disciplina. O dicionário é produto de um projeto que recebeu aporte do Governo do Estado por meio do Programa Ciência na Escola (PCE), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). (Gustavo Freire).

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Moda inclusiva para pessoas com deficiência

Descrição para cegos: a imagem apresenta um cadeirante à esquerda e uma menina com prótese em uma das pernas à direita. A foto mostra apenas os membros inferiores do casal. Há algumas bexigas azuis espalhadas pelo chão.
       Diante das dificuldades encontradas pelas pessoas com deficiência para achar roupas em lojas, além da falta de informações da indústria sobre esse tipo de consumidor, a estilista e cadeirante Michele Simões criou o projeto Meu corpo é real, que propõe estabelecer uma ponte entre o consumidor e a indústria através de informações mais adequadas. Através de um minidocumentário, da realização do ‘Fashion Day Inclusivo’ e de depoimentos na página do Instagram, o projeto discute o acesso físico às lojas, o preparo dos atendentes, o desenvolvimento de peças mais funcionais, além de fomentar soluções para tornar a moda desse público mais prática. Confira a reportagem completa no Hypeness. (Jéssica Xavier)

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

A inclusão em debate

Descrição para cegos: a foto mostra
Izaura Maria usando muleta no braço
 direito. Ela está em frente ao
prédio do Centro de Educação,
cuja placa se vê acima da professora.
Por Samuel Amaral

O projeto A Inclusão se faz assim!, coordenado pela professora Izaura Maria de Andrade da Silva (Departamento de Habilitações Pedagógicas da UFPB), com a colaboração da professora Sandra Santiago (DHP-UFPB), está promovendo rodas de conversa sobre a inclusão de estudantes com deficiência. A primeira ocorreu no dia 26 de agosto, tendo como tema Surdez e Libras, tendo como convidados Sandra Santiago (UFPB), Enio Affonso (Funad) e Huynara Martins (Funad).
Outras três rodas de conversa ocorrerão respectivamente neste mês, em outubro e em novembro (veja a programação no final).
O projeto tem o objetivo de sensibilizar e despertar nos alunos o interesse pela área de Educação Especial, visando à construção de uma “escola para todos, que respeita as diferenças, que acolhe as diferenças”, segundo Izaura.
- Esse projeto nasceu de uma pesquisa que constatou que nenhuma licenciatura (com exceção das de Dança e Educação Física) tem disciplinas voltadas para a capacitação do trabalho com educação inclusiva” – explica a professora.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Projeto garante trabalho para pessoas com deficiência

Descrição para cegos: no primeiro plano, a imagem mostra um homem em cadeira de rodas, utilizando um notebook, que está sobre uma mesa. Ao seu lado, num segundo plano, aparecem duas mulheres manuseando computadores igualmente dispostos em  cima da mesa. A imagem mostra ainda um homem em pé, auxiliando uma das mulheres. Os rostos não aparecem na imagem. 
Por Amanda Galdino 

Através de ações sustentáveis de inclusão, o projeto “Levanta-te, Vem Para o Meio”, parceria entre a Prefeitura de Teresina e a ASA (Ação Social Arquidiocesana)tem a missão de promover a pessoa com deficiência e garantir-lhe as condições de trabalho para o exercício da cidadania.  
Oferecendo cursos de capacitação, o projeto  oportunidades de empregabilidade em mais de 50 empresas parceiras, que cumprem a cota de contratação de pessoas com deficiência, conforme a Lei 8.213/1991, que segundo o Art. 93, determina que “a empresa com 100 ou mais funcionários está obrigada a preencher de dois a cinco por cento dos seus cargos com beneficiários reabilitados, ou pessoas portadoras de deficiência.” 
Ao todo, são mais de 70 cursos oferecidos, todos gratuitos, que contemplam as áreas de Informática, Eletrônica, Administração, Prestação de Serviços e Comércio.  
A ação já capacitou mais de mil pessoas, tendo, pelo menos, 300 delas incluídas no mercado de trabalho. 

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Projeto Anima visa interatividade de pessoas com deficiências

Descrição para cegos: a foto mostra a professora Taísa Caldas em sala de aula, tendo ao fundo uma lousa. O nome da docente está em destaque no canto superior esquerdo. 
O Anima tem como objetivo o desenvolvimento dessas pessoas para uma vida mais participativa na sociedade. Ele é coordenado pela professora do Curso de Pedagogia da UFPB Taísa Caldas Dantas. A professora destaca que os jovens atendidos pelo Projeto Anima superaram obstáculos que os impediam de fazer coisas que seriam simples para outras pessoas. Taísa cita como exemplo, pagar a próprias contas, ir ao cinema desacompanhado e não depender de outras pessoas. Ouça abaixo a entrevista que fiz com a professora Taísa Caldas para o programa Espaço Experimental. (Gabriela Garcia).