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sábado, 3 de novembro de 2018

Bocha Paralímpica promovendo a inclusão social dentro do esporte

Descrição para cegos: Duas pessoas, um homem e uma mulher, estão delimitando o espaço da quadra para que os atletas possam jogar dentro da linha certa. Dois atletas com deficiência física, de cadeira de rodas, estão olhando a marcação da quadra. Fonte: foto retirada da matéria do Portal Correio

Por Maria Ricarte
Uma das formas de adquirir a inclusão social das pessoas com deficiência no âmbito social, é o esporte. O esporte é visto por várias pessoas, instituições e governos, como uma forma de superar as dificuldades que as PcDs (pessoas com deficiência) têm de enfrentar, esses obstáculos atingem boa parte dessa população que se vê desassistida pelo governo e sem a efetivação de fato dos seus direitos constituídos por lei. No Brasil, podemos encontrar diversas instituições de assistência para essas pessoas, como por exemplo: Centro Interdisciplinar de Pesquisa e Atenção à Saúde (CIPAS); e, Organizações Não Governamentais (ONG). Projetos e movimentos como esses, que se dispõem a fazer algo por esses indivíduos, estão crescendo cada vez mais.
Um exemplo de inclusão social através do esporte, foi a Bocha Paralímpica - modalidade que consiste em lançar bolas coloridas o mais perto possível de uma branca -, que foi realizada dentro da Olimpíada Rainha da Borborema, que abriu espaço para as disputas entre atletas com deficiência. Essas competições foram realizadas no dia 02 de outubro, no Ginásio de Esportes da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no bairro de Bodocongó, em Campina Grande. Participaram da Olimpíada 24 atletas, representando três entidades, o que totalizou 33 jogos. O grande destaque foi a equipe da Fundação Centro Integrado de Apoio à Pessoa com Deficiência (Funad) de João Pessoa, que foi campeã em todas as classes disputadas.

Acesse o link da matéria  publicada no Portal Correio e saiba mais sobre a Olimpíada que contribuiu socialmente com a inclusão social através do esporte:

domingo, 6 de novembro de 2016

Uma história de conquistas

Descrição para cegos: José Roberto,
segurando com uma das mãos o
boneco Tom, mascote das Paralimpíadas,
e com a outra a medalha de bronze
conquistada nos Jogos. Ele está com todas
 as medalhas da carreira no pescoço, e,
ao fundo, a bandeira do Brasil.
Por Samuel Amaral

José Roberto Ferreira de Oliveira nasceu em 2 de abril de 1981, na cidade de Lagoa Seca, interior da Paraíba, com cegueira congênita. Devido à falta de estrutura da cidade natal, veio para João Pessoa aos oito anos para estudar no Instituto dos Cegos da Paraíba. Ali, José Roberto teve seu primeiro contato com várias modalidades esportivas: natação, futebol, atletismo... fez quase tudo!
Certo tempo depois, em 1993, ele foi apresentado ao Goalball pelo professor de Educação Física do Instituto dos Cegos, que conheceu a modalidade num campeonato em São Paulo. Ao contrário de outros esportes que foram adaptados para pessoas com deficiência, o goalball foi criado para os veteranos da Segunda Guerra Mundial que haviam perdido a visão.
- O goalball foi o último esporte dos que conheci. Eu era doido pra ser nadador, mas nunca fui bom não! Sempre fui de médio pra ruim! E aí fiquei no goalball mesmo, desde os meus 13 anos. Faz 22 anos que eu jogo - conta José Roberto.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Entendendo o esporte adaptado

Descrição para cegos: a imagem mostra parte de uma cadeira de rodas numa pista de atletismo. A cadeira é adptada para a prática desportiva, contando com uma pequena rodinha chamada de "roda anti-tombos". 
Em nosso país, pelo menos 30 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência e, por causa do princípio de sempre valorizar o mais forte, ágil ou resistente nos esportes, elas têm que enfrentar grandes barreiras para exercer esse direito com dignidade. Felizmente, o Brasil está caminhando, ainda que a passos curtos, em direção à inclusão de pessoas com deficiência no desporto; conquistando, inclusive, colocações de destaque em Paraolimpíadas e jogos Parapan-americanos. No entanto, ainda há muito que precisa ser feito para garantir o direito ao esporte e ao lazer. O texto a seguir, publicado no site Vida Mais Livre, ajuda a entender o esporte adaptado, que pode (e deve) ser adotado em escolas, para incluir crianças e adolescentes com deficiência nas atividades esportivas. (Marília Araújo)

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Secretaria de Direitos Humanos examina obras olímpicas para garantir inclusão e acessibilidade


(Foto: blog Turismo Adaptado)

No dia 7 de setembro de 2016, o Rio de Janeiro vai ser palco da abertura dos Jogos Paraolímpicos, evento com cerca de 4.300 atletas, de 178 países. Com essa data simbólica no horizonte, o brasil2016.gov.br preparou uma série de reportagens para ilustrar as várias frentes de trabalho em curso, tanto no plano esportivo quanto no governamental. Em uma das reportagens, Antônio Ferreira, Secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), falou do legado intangível que os Jogos Paraolímpicos podem deixar, promovendo “um olhar mais humano” em relação às pessoas com deficiência. Confira abaixo a entrevista. (Gabriela Garcia)