Se para uma pessoa surda as
dificuldades de comunicação já são grandes, imagine para quem tem surdo-cegueira?
A TV Brasil exibiu dentro do programa Especial,
que é apresentado por uma cadeirante e específico para assuntos na área de
deficiência, uma reportagem a respeito das tecnologias que estão sendo
desenvolvidas para melhor comunicação de pessoas que além de não escutar,
também não enxergam. Confira a reportagem completa clicando no vídeo a seguir.
(William Veras)
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
sábado, 3 de dezembro de 2016
Alter: coloque-se no lugar do outro
Por Jéssica Xavier
Alter é um jogo que
permite que você experimente virtualmente como é ser uma pessoa com
deficiência. O jogo foi criado pela Racional Games com parceria da Secretaria
Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência e o Conselho Municipal da
cidade de Curitiba.
Nele
você brinca com um personagem com vários tipos de deficiências (física, visual,
auditiva, intelectual e autismo) que vão sendo alteradas em cada fase. O nome
Alter, que vem do latim “outro”, representa bem a ideia do jogo, de se colocar
no lugar do outro e entender suas dificuldades e potencialidades.
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quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Porque descrição para cegos em imagens na internet
Por William Veras*
Imagine você
entrando em algum site ou portal na internet e não ter a oportunidade de saber
que imagens estão presentes nas seções do site. Imagine ainda receber um e-mail
de alguém contendo várias fotos para ilustrar algum produto, serviço,
informações ou pessoas e você não conseguir entender nada... É isso que quem
não enxerga vive constantemente, em todos os lugares.
Como não existe
uma lei ou fiscalização ativa em ferramentas criadas para a internet, pessoas
com deficiência visual acabam não usufruindo com total autonomia desses
produtos da web. Por causa disso, muita gente vai em busca de alternativas, mas
nenhuma delas funciona com eficácia.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Você sabe o que é terapia ocupacional?
Por Jéssica Xavier
Uma
nova área e profissão vem crescendo e tomando espaço no Brasil nos últimos
anos. É a terapia ocupacional, que dentre suas funções ajuda pessoas com
deficiência a alcançar melhor qualidade de vida.
Segundo
a professora do Departamento de Terapia Ocupacional da UFPB Joana Rostirolla,
trata-se de uma profissão que, no Brasil, atua nos campos da educação, cultura,
saúde e social. Objetiva facilitar a autonomia, participação e inserção social,
por meio do trabalho com pessoas, grupos ou comunidades, de forma a enriquecer
suas possibilidades de engajamento em ocupações necessárias ou desejadas.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
10 filmes sobre inclusão de pessoas com deficiência
Diante
dos desafios na inclusão de pessoas com deficiência, os filmes são uma ótima
maneira de abordar o assunto e discutir o respeito à diversidade. O Centro de Referência em Educação Integral listou 10 filmes que tratam
a inclusão de pessoas com diferentes tipos de deficiência. Na lista, estão as
obras brasileiras: Colegas (2002), Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014), A Pessoa é Para o Que Nasce (2002) e Janela da Alma (2001). Confira a lista
completa no site do Centro de Referência. (Jéssica Xavier)
domingo, 20 de novembro de 2016
Funad promove V Mostra de Arte Inclusiva
Jéssica Xavier
A
V Mostra de Arte Inclusiva, promovida pela Funad (Fundação Centro Integrado de
Apoio ao Portador de Deficiência) e pela Secretaria de Estado da Educação da
Paraíba, acontecerá nos dias 24 e 25 deste mês, na sede da Funad em João
Pessoa. A abertura oficial do evento acontece às 8h30 do dia 24, e as
atividades ocorrem pela manhã e tarde.
A
mostra irá exibir os trabalhos desenvolvidos ao longo do ano pelos artistas com
deficiência da Funad e de outras instituições. O objetivo é mostrar a arte como
um instrumento não só de expressão, mas também de inserção social e inclusão das
pessoas com deficiência.
Além
das exposições de artes visuais que ocorrem durante os dois dias, o evento terá
apresentações de diversos grupos de música, teatro e dança, como, por exemplo, Bailando sobre Rodas e Sapateando sobre Rodas, ambas
realizadas por cadeirantes da Funad. Também estará disponível uma oficina de
bordado russo, a exposição fotográfica Veja-me,
de Danielle Ribeiro, Marcos Neves e Virginia Cavalcanti, e a exibição dos
palhacinhos reciclados do artista plástico Joselito Dantas.
O evento é gratuito e aberto a todos os
públicos. Confira a programação completa e participe!
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sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Espaços deficientes
Afinal de contas, são as pessoas ou os
ambientes que têm deficiência? A publicitária Mila Guedes fala com muito bom
humor (e também muita seriedade) sobre algumas dificuldades enfrentadas
diariamente pelas 45 milhões de pessoas com deficiência que vivem no Brasil.
Ela participou do TEDx São Sebastião e
falou sobre suas experiências de vida: da descoberta de que tem degeneração de
Stargardt, esclerose múltipla e dificuldade de locomoção à luta para que os
espaços públicos e privados sejam acessíveis, de forma que ninguém mais seja
“deficiente”. Confira a íntegra da palestra abaixo. (Samuel Amaral).
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Acessibilidade para cadeirantes em agências bancárias é precária
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| Descrição para cegos: foto do professor Robson Antão de frente para a a câmera. |
Duas pesquisas conduzidas por um mesmo grupo realizaram levantamento das condições de acessibilidade em agências bancárias e prédios do judiciário em João Pessoa. Sob orientação do professor Robson Antão, do Departamento de Direito Público da UFPB, objetivaram verificar a efetivação dos direitos da pessoa com deficiência no tocante à mobilidade, observando a arquitetura desses locais. A repórter Taisa Fervie entrevistou o professor Robson Antão para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. Ouça a entrevista. (Jéssica Xavier)
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domingo, 13 de novembro de 2016
UFPB tem programa de apoio para alunos com deficiência
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| Descrição para cegos: foto mostra o aluno Otto de Sousa, do Curso de Rádio e TV, sendo auxiliado por sua apoiadora, que lê alguns papéis. |
Por William Veras
Se
as dificuldades acadêmicas, barreiras e desafios já são visíveis para quem não
possui nenhum tipo de deficiência, imagine as dificuldades que uma pessoa com
alguma necessidade especial enfrenta, em todos os aspectos, durante a sua vida acadêmica.
Foi
pensando nisso que o Comitê de Inclusão e Acessibilidade da Universidade
Federal da Paraíba criou o programa Aluno Apoiador, que visa disponibilizar estudantes
para auxiliar a pessoa com deficiência dentro e fora da sala de aula, incluindo
suporte pedagógico e comunicacional, ajuda na mobilidade dentro do campus, organização
de materiais em formatos acessíveis e acompanhamento em todos os eventos
acadêmicos que o aluno necessitar participar.
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William Veras
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Equipamento desenvolvido no Lavid transmite sensações da música para surdos
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Coordenado
pelo professor Carlos Eduardo Batista, do Centro de Informática da UFPB, o
projeto desenvolvido no Laboratório de Vídeo Digital submete as pessoas surdas
às sensações da música. O equipamento, ainda em desenvolvimento, tem obtido
êxito nos testes. Ele faz o surdo sentir a música através de vibrações - um
outro modo de experiência musical. A repórter Daiane Lima entrevistou o
professor Carlos Eduardo Batista para o programa Espaço Experimental, que vai
ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido
pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. Ouça a
entrevista. (Jéssica Xavier)
domingo, 6 de novembro de 2016
Uma história de conquistas
Por Samuel Amaral
José Roberto Ferreira de Oliveira nasceu em 2
de abril de 1981, na cidade de Lagoa Seca, interior da Paraíba, com cegueira
congênita. Devido à falta de estrutura da cidade natal, veio para João Pessoa
aos oito anos para estudar no Instituto dos Cegos da Paraíba. Ali, José Roberto
teve seu primeiro contato com várias modalidades esportivas: natação, futebol,
atletismo... fez quase tudo!
Certo tempo depois, em 1993, ele foi
apresentado ao Goalball pelo professor de Educação
Física do Instituto dos Cegos, que conheceu a modalidade num campeonato em São
Paulo. Ao contrário de outros esportes que foram adaptados para pessoas com
deficiência, o goalball foi criado para os veteranos da Segunda Guerra Mundial
que haviam perdido a visão.
- O goalball foi o último esporte dos que
conheci. Eu era doido pra ser nadador, mas nunca fui bom não! Sempre fui de
médio pra ruim! E aí fiquei no goalball mesmo, desde os meus 13 anos. Faz 22
anos que eu jogo - conta José Roberto.
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quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Campanha cobra da Semob acessibilidade nas calçadas
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| Descrição para cegos: foto de uma calçada ao longo de um muro. Sem pavimento, em parte ela é tomada por capim e lixo. |
Por William Veras
Muitas
calçadas de nossa cidade são completamente inapropriadas para os pedestres. Os
problemas vêm desde carros estacionados até degraus, buracos e pavimento
quebrados que podem provocar quedas em pessoas idosas ou com alguma
deficiência.
Essa
falta de acessibilidade arquitetônica em João Pessoa tem prejudicado muita
gente em seu direito de ir e vir, e foi pensando nisso que se criou um
movimento através da Avaaz,
site que organiza petições públicas sobre assuntos de interesse coletivo e que
procura resolvê-los encaminhando-os para os órgãos competentes.
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William Veras
domingo, 23 de outubro de 2016
Conheça (e apoie) o Braille Bricks
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| Descrição para cegos: símbolo do projeto Brille Bricks. O segundo "l" da palavra "Braille", está representado por três pontos que, em braille, formam essa letra, dentro de um retângulo vermelho. O "c" da palavra "Bricks" também está representado por seus pontos correspondentes no Sistema Braille, dentro de um retângulo amarelo. |
Como uma simples peça de Lego pode ajudar quem não enxerga? O
projeto experimental Braille Bricks, desenvolvido pela agência
Lew’Lara TBWA em parceria com a
Fundação Dorina Nowill para Cegos tem a proposta de transformar o brinquedo
numa ferramenta de inclusão e alfabetização de crianças com deficiência visual,
funcionando como um complemento ao processo de aprendizagem tradicional dos
livros e apostilas. O vídeo abaixo faz parte da campanha #BrailleBricksForAll (Braille Bricks Para Todos), e mostra a reação
de crianças cegas em contato com os blocos adaptados. Visa também pressionar o
fabricante a produzir peças desse tipo em escala global. O registro do produto
está disponível através de Creative Commons. (Samuel Amaral).
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Samuel Amaral
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Drama: locomoção de pessoas com deficiência na periferia
![]() |
| Descrição para cegos: casas da periferia, sem infra-estrutura e precariamente construídas em um morro. |
A Pública –
Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo, produziu o minidocumentário Meio Complicado, que mostra as
dificuldades de mobilidade enfrentadas por pessoas com deficiência que vivem
nas periferias. Devido à falta de infraestrutura urbana adequada, muitas delas
vivem presas em casa, isoladas do convívio social, pois não podem enfrentar os
degraus com tamanhos diferentes, buracos, becos estreitos, ladeiras íngremes e
calçadas irregulares. Confira o vídeo aqui. (Samuel Amaral).
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