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| Descrição para cegos: a foto mostra a professora Betânia Medrado, usando óculos escuros e sorrindo para a câmera. O nome da docente está em destaque no canto superior direito. |
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Pesquisa busca meios para ensino de língua estrangeira a deficientes visuais
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terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Entendendo a "adaptação razoável"
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| Descrição para cegos: a imagem mostra uma calçada acessível: rebaixada e com piso tátil. |
Apesar de haver um grande número de pessoas com deficiência no Brasil, e do muito que tem se esclarecido sobre seus direitos, ainda é um grande desafio para elas encontrarem condições mínimas de para alcançarem autonomia e dignidade. Isso devido, principalmente, à falta de acessibilidade, que é uma exigência constitucional e direito fundamental para as pessoas com deficiência. Uma forma de desimpedir esses acessos pode ser a adaptação razoável, conceito apresentado na Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, de 2006. A adaptação razoável é indicada para a adequação de espaços, produtos e serviços. A leitura do texto a seguir, publicado na página do Grupo Vozes, Empoderamento e Inclusão das Pessoas com Deficiência, pode elucidar o conceito. (Marília Araújo)
sábado, 12 de dezembro de 2015
Educação é direito de todos
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| Descrição para cegos: a imagem mostra carteiras enfileiradas numa sala de aula. |
Por Marília Araújo
Um dos grandes desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência é a luta pelo acesso ao ensino regular. Assegurar a todos a igualdade de condições para o acesso à escola e a permanência nela, sem discriminação, é um princípio que está previsto na Constituição desde 1988, porém o processo de inclusão tem encontrado muitas barreiras no tocante à educação.
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
III Colóquio sobre Direitos da Pessoa com Deficiência – com Windyz Ferreira e Alceni Maria
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Descrição para cegos: foto mostra Windyz à esquerda e Alceni à direita, sentadas, e a câmera filmando-as, com elas aparecendo no visor
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O III Colóquio sobre Direitos da Pessoa com Deficiência foi realizado no dia 1º de dezembro pela turma de Jornalismo e Cidadania do Curso de Jornalismo na UFPB. As convidadas foram a professora Windyz Brazão Ferreira e a pedagoga Alceni Maria da Silva, que tem visão subnormal e é servidora da Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência da Paraíba (Funad). O colóquio foi organizado por Gabriela Garcia, Luiz Lambert, Marília Araújo e Marília Cordeiro.
Assista
ao colóquio a seguir:
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Dia de quê?
Por Marília Araújo
Por decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU)de 14
de outubro de 1992, o 3 de dezembro foi instituído como o Dia Internacional das
Pessoas com Deficiência. A principal ideia dessa data é refletir sobre as
melhores ações para garantir qualidade de vida e dignidade para todas as
pessoas que têm algum tipo de deficiência.
Mas além de refletir, é urgente pôr em prática. Um longo
caminho ainda precisa ser percorrido para que alcancemos uma sociedade efetivamente
inclusiva, ou seja, um lugar com oportunidades para todos, onde cada indivíduo
representa igual papel de contribuição para a coletividade.
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Ação da Confenen para banir crianças com deficiência da escola regular é negada
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| Descrição para cegos: a imagem mostra vários meninos posando para a foto, sorrindo. Alguns estão fazendo o gesto "paz e amor", com os dedos em forma de "V". |
Por Gabriela Garcia
O ministro Edson
Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), indeferiu medida cautelar na Ação de
Inconstitucionalidade (ADI) 5357, ajuizada pela Confederação Nacional dos
Estabelecimentos de Ensino (Confenen) contra dispositivos do Estatuto da Pessoa
com Deficiência (Lei 13.146/2015) que tratam de obrigações dirigidas às escolas
privadas.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2015
A discriminação mora ao lado
Por Marília Araújo
Eu estava lá, ao lado da porta, pedindo que me ajudassem a subir a rampa íngreme. E
você, nem a minha presença sentiu. Eu estava lá, na calçada, sem saber se o
sinal abriu. E você tampouco me viu.
Eu pedi ajuda, com gestos simples, e
parece que isso te amedrontou. E quando não pude ouvir o que disse, você de
pronto me ignorou.
Eu precisei de educação de qualidade,
e você não atendeu. Mostrou quanto era difícil adaptar a escola para “uma
pessoa como eu”.
Você viu o meu currículo e quis me
contratar, mas ao ver minha diferença, precisou ensaiar desculpas para me
incapacitar.
Tudo isso foi tão pouco, mas se lhe
pareceu casual, permita que eu informe: isso não é natural. Se ainda existe
discriminação, quem é deficiente, afinal?
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Asdef constata inadequações nas obras da calçadinha da orla
Por Gabriela Garcia
Uma
vistoria realizada pela Associação
de Deficientes e Familiares (Asdef) na calçadinha da orla do Cabo Branco, comprovou
várias inadequações nas obras. Um dos problemas detectados, foi o do piso
tátil, que não segue as normas técnicas, e os obstáculos, como os orelhões,
quiosques e lixeiras, que dificultam o trânsito de portadores de deficiência
visual.
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Projeto Anima visa interatividade de pessoas com deficiências
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| Descrição para cegos: a foto mostra a professora Taísa Caldas em sala de aula, tendo ao fundo uma lousa. O nome da docente está em destaque no canto superior esquerdo. |
O Anima tem como objetivo o desenvolvimento dessas
pessoas para uma vida mais participativa na sociedade. Ele é coordenado pela
professora do Curso de Pedagogia da UFPB Taísa Caldas Dantas. A professora
destaca que os jovens atendidos pelo Projeto Anima superaram obstáculos que os
impediam de fazer coisas que seriam simples para outras pessoas. Taísa cita
como exemplo, pagar a próprias contas, ir ao cinema desacompanhado e não
depender de outras pessoas. Ouça abaixo a entrevista que fiz com a professora
Taísa Caldas para o programa Espaço Experimental. (Gabriela Garcia).
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sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Senado lança Estatuto da Pessoa com Deficiência em Braile
Após entrar em vigor, o Estatuto da Pessoa com Deficiência ganha versão em braile. Observando uma carência de títulos nessa língua, o Senado disponibiliza uma versão para organizações e bibliotecas que trabalham com cegos. Reportagem completa no site da Agência Senado. (Luiz Lambert)
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
UFPB sedia Curso internacional de Gentle Teaching
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| Descrição para cegos: imagem mostra um polegar para cima, em sinal de "positivo". Há uma "carinha feliz" pintada nele, com olhos arregalados e um largo sorriso. Ao fundo há uma lousa. |
Por
Marília Araújo
O
Projeto de extensão Pró-Mães, da Universidade Federal da Paraíba, em parceria
com a Associação de Deficientes e Familiares (Asdef), realiza na próxima
sexta-feira um Curso de Gentle Teaching para Famílias de Pessoas com
Deficiência. Será ministrado pelo psicólogo Mario do Carmo Pereira, de Portugal,
e acontece no auditório da Reitoria, das 8h às 17h.
O
Gentle Teaching (ou Ensino Gentil) é um modelo pedagógico baseado numa forma
de relacionamento de interdependência e companheirismo, que visa demonstrar que
a base das necessidades do ser humano está nos sentimentos.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Entendendo o esporte adaptado
Em nosso país, pelo menos 30 milhões de pessoas têm algum
tipo de deficiência e, por causa do princípio de sempre valorizar o mais forte,
ágil ou resistente nos esportes, elas têm que enfrentar grandes barreiras para
exercer esse direito com dignidade. Felizmente, o Brasil está caminhando, ainda
que a passos curtos, em direção à inclusão de pessoas com deficiência no
desporto; conquistando, inclusive, colocações de destaque em Paraolimpíadas e
jogos Parapan-americanos. No entanto, ainda há muito que precisa ser feito para
garantir o direito ao esporte e ao lazer. O texto a seguir, publicado no site Vida Mais Livre,
ajuda a entender o esporte adaptado, que pode (e deve) ser adotado em escolas,
para incluir crianças e adolescentes com deficiência nas atividades esportivas.
(Marília Araújo)
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quarta-feira, 12 de agosto de 2015
O acesso da mulher com deficiência ao SUS
O Governo
Federal criou recentemente um grupo de trabalho com o objetivo de definir
estratégias para garantir o acesso de mulheres com deficiência aos cuidados da
saúde da mulher, no Sistema Único de Saúde (SUS), bem como buscar formas de
melhorar a qualidade do atendimento nas unidades. O grupo, ligado às
Secretarias de Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres da Presidência
da República e do Ministério da Saúde, também deve promover campanhas contra o
preconceito e a violência. Leia abaixo a matéria na íntegra, divulgada pelo Portal
EBC. (Marília Araújo)
terça-feira, 14 de julho de 2015
Pesquisadores sugerem teste de olfato para diagnosticar autismo
Pesquisadores de
Israel realizaram testes de olfato com cerca de 36 crianças a fim de analisar se
a forma como elas sentem odores pode ser uma base para
diagnóstico de autismo. Os resultados mostraram que, diferente das outras, as
crianças com autismo não dispensavam mais ou menos tempo inalando aromas
agradáveis ou desagradáveis. O método pode ser uma ferramenta adicional para
diagnosticar o transtorno precocemente, o que geralmente acontece depois que a
criança faz dois anos. Leia a notícia completa, veiculada no Blog Quem
Inova, do grupo Catraca Livre. (Marília Araújo)
Teste de olfato promete ser base para diagnosticar autismo
Um
estudo realizado pelo Instituto Weizmann de Israel concluiu que a maneira como
as crianças reagem a odores poderia ser a inesperada base de um teste para
autismo.
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