O Governo
Federal criou recentemente um grupo de trabalho com o objetivo de definir
estratégias para garantir o acesso de mulheres com deficiência aos cuidados da
saúde da mulher, no Sistema Único de Saúde (SUS), bem como buscar formas de
melhorar a qualidade do atendimento nas unidades. O grupo, ligado às
Secretarias de Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres da Presidência
da República e do Ministério da Saúde, também deve promover campanhas contra o
preconceito e a violência. Leia abaixo a matéria na íntegra, divulgada pelo Portal
EBC. (Marília Araújo)
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
terça-feira, 14 de julho de 2015
Pesquisadores sugerem teste de olfato para diagnosticar autismo
Pesquisadores de
Israel realizaram testes de olfato com cerca de 36 crianças a fim de analisar se
a forma como elas sentem odores pode ser uma base para
diagnóstico de autismo. Os resultados mostraram que, diferente das outras, as
crianças com autismo não dispensavam mais ou menos tempo inalando aromas
agradáveis ou desagradáveis. O método pode ser uma ferramenta adicional para
diagnosticar o transtorno precocemente, o que geralmente acontece depois que a
criança faz dois anos. Leia a notícia completa, veiculada no Blog Quem
Inova, do grupo Catraca Livre. (Marília Araújo)
Teste de olfato promete ser base para diagnosticar autismo
Um
estudo realizado pelo Instituto Weizmann de Israel concluiu que a maneira como
as crianças reagem a odores poderia ser a inesperada base de um teste para
autismo.
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Transtorno do Espectro Autista
terça-feira, 7 de julho de 2015
Sancionado o Estatuto da Pessoa com Deficiência
Após
15 anos de tramitação no Congresso Nacional e finalmente votada, foi sancionada
pela presidenta Dilma Rousseff a Lei Brasileira de Inclusão. Baseado na
Convenção da Pessoa com Deficiência da ONU, o também chamado Estatuto da Pessoa
com Deficiência assegura direitos e criminaliza a discriminação. Leia
reportagem completa do Portal Asdef. (Luiz Lambert)
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Preconceito dificulta a inclusão do doente mental no ensino médio
Projeto orientado pela professora Silvana Carneiro
Maciel, do Centro de Ciências Humanas e Letras da UFPB, identificou esse
preconceito. O resultado da pesquisa demonstra a necessidade da implementação
de uma política específica para o doente mental da educação. A professora
defende uma ação inclusiva mais eficiente, como acontece com os deficientes
físicos. Isso contribuirá para quebrar as representações sociais equivocadas e
incluí-los socialmente. Ouça a reportagem que produzi para o programa Espaço
Experimental, da oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Luiz
Lambert):
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Sobre inclusão
Por Luiz Lambert
É
fato que as pessoas com deficiência sempre foram excluídas. Privadas de exercer
funções na sociedade que não se adequa para acolhê-las, têm muitos dos seus
direitos básicos negados.
Com
o tempo e através de ‘obras sociais’ dos poderes públicos e da iniciativa
privada, os deficientes foram segregados a ‘guetos de acolhimento’.
Instituições de amparo e apoio que existem por todo Brasil são de grande valia,
mas apenas as segregam socialmente.
Leis
que procuram integrar os cidadãos com deficiência na sociedade foram criadas, a
sociedade passou a observá-los, forças se uniram para tentar facilitar a vida deles,
mas todas essas ações ainda os deixam a uma distância discriminatória,
separados dos considerados ‘normais’.
terça-feira, 16 de junho de 2015
Onde está o princípio da isonomia?
Os princípios constitucionais da
dignidade da pessoa humana e da igualdade perante a lei existem. Porém, muitas
vezes são esquecidos ou mal compreendidos pela sociedade, em relação à pessoa
com deficiência. Apesar dos discretos avanços ocorridos nos últimos tempos, na
busca pela inclusão desses indivíduos, percebe-se que muitas pessoas ainda
precisam evoluir, no sentido de reconhecer e respeitar os direitos da pessoa
com deficiência. A Lei Nº 8.213
(Lei de Cotas), por exemplo, está em vigor desde 1991, mas a aceitação de
pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal ainda é muito baixa. Foi
partindo do questionamento “quanto as pessoas com deficiência têm seus direitos
humanos e fundamentais respeitados? ”, que o advogado Luis Kassab escreveu para
o site Vida mais Livre. Leia a seguir: (Marília Araújo)
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sábado, 6 de junho de 2015
Gestão pública deficiente
![]() |
| Descrição para cegos: Na imagem em preto e branco há uma pessoa na cadeira de rodas em uma calçada, sendo impedida de passar por causa de entulhos de concreto à sua frente. |
Levantamento
do IBGE para traçar o Perfil dos Municípios Brasileiros aponta dados
preocupantes. Desde políticas inclusivas a simples rampas de acesso, diversas
prefeituras descumprem a lei e o bom senso. O site Deficiente Online denuncia
que mais de 800 cidades brasileiras não têm sequer programas voltados aos
interesses de pessoas com deficiência. (Luiz Lambert)
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quarta-feira, 3 de junho de 2015
Protesto por acessibilidade
Figurando
as páginas policiais de um dos mais importantes portais de comunicação da
Paraíba, o WScom,
uma manifestação pacífica de estudantes, professores e servidores do Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba em Cabedelo ganhou adesão das
pessoas com deficiência que integram o corpo docente e discente daquela
instituição. Protestando contra a falta de acessibilidade do campus, o grupo,
com apoio da Asdef, interditou a rodovia BR230 e reivindicou a pavimentação
das ruas que dão acesso à instituição. (Luiz
Lambert)
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Ensino de Matemática para deficientes
![]() |
| Descrição para cegos: na imagem há uma equação matemática escrita em um papel branco e, ao lado, a ponta de um lápis grafite. |
Disciplina
optativa oferecida no curso de Licenciatura em Matemática da USP propõe uma
nova abordagem metodológica para o ensino a pessoas com deficiência. Recriar a
maneira de ensinar é uma ação que busca a inclusão de alunos especiais nas
escolas. (Luiz Lambert)
Curso recria ensino de matemática para pessoas com deficiência
Por Jéssica Gonsalves
“O dever mais difícil pra você, qual é? –
Matemática.
Tem muitas contas pra resolver? – Sempre.”
Lucas Braga, de cinco anos de idade, não é o único que tem medo da matemática. Só de pensar em números, fórmulas e contas, muita gente fica de cabelo em pé. E as tarefas podem ser ainda mais difíceis pra pessoas com deficiência.
Lucas Braga, de cinco anos de idade, não é o único que tem medo da matemática. Só de pensar em números, fórmulas e contas, muita gente fica de cabelo em pé. E as tarefas podem ser ainda mais difíceis pra pessoas com deficiência.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Quais problemas uma criança deficiente pode ter se não frequenta o dentista?
Todo mundo sabe dos temores que a ida ao dentista
desperta em muitas pessoas. Com uma criança não é diferente. Quando se trata de
uma criança com necessidades especiais, o problema aumenta porque envolve
outros fatores, dependendo do paciente. A equipe do Espaço Experimental realizou uma entrevista com a cirurgiã dentista
e especialista em pacientes com necessidades especiais, Glória Pimenta, e com a
dentista Jordana Medeiros, especialista em odontopediatria e atendimento a
pacientes em Unidade de Terapia Intensiva, para discutir o assunto. A produção
foi de Laís Albuquerque e Mabel Abreu. Acompanhe abaixo. (Gabriela Garcia)
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quarta-feira, 27 de maio de 2015
Análise de redes sociais aponta pontos positivos e negativos em matéria de inclusão
Sabe-se que a
internet dispõe de um amplo acervo de conteúdos que informam e entretêm, mas
que também possibilita interações sociais. Com o surgimento de tecnologias
inclusivas (como os leitores de tela e teclados em Braille, por exemplo),
pessoas com deficiência passaram a desfrutar da acessibilidade na web. No entanto,
muito ainda é necessário para que a inclusão seja mais efetiva. A pedagoga
Luciane Barbosa, que defende mais acessibilidade na programação de páginas da web,
analisou a experiência proporcionada por algumas redes sociais a pessoas
portadoras de deficiência visual. A conclusão é de que muitas páginas ainda são
construídas sem visar a inclusão. Leia reportagem sobre o assunto publicada no Portal EBC. (Marília Araújo)
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segunda-feira, 25 de maio de 2015
Um sentimento
Por Gabriela Garcia
O que é amar em uma cadeira de rodas?
Amar sem uma perna, um braço...
Amar sem ver, ouvir, sem tocar.
Deficiente ou ciente?
Ciente, é ser diferente
É puro, natural, é real.
domingo, 24 de maio de 2015
Fotografia para deficientes visuais
![]() |
| Descrição para cegos: na foto está um homem de óculos escuros e roupa cinza levantando uma câmera profissional acima de sua testa, tentando capturar uma imagem. |
Com
o objetivo de estimular o deficiente visual explorar os seus próprios sentidos,
curso propõe uma nova abordagem sobre a fotografia. Para trazer à luz uma
percepção diferente do mundo, o fotógrafo recebe a descrição do ambiente, mas
decide quando realizar o clique. (Luiz Lambert)
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Psicóloga revela os mitos que envolvem pessoas com deficiência
Muitas
pessoas costumam insinuar que um deficiente, seja de qualquer tipo, não
consegue fazer certas coisas, como, por exemplo, gerar um filho ou até mesmo
ser um professor. A partir disso, a psicóloga e fundadora da Ong Projeto Próximo Passo, que apóia atletas com
deficiência, Mara Gabrilli, tetraplégica há 21 anos, escreveu um artigo para o
blog Vida Mais Livre ilustrando como a deficiência é
cercada de mitos. Confira a seguir. (Gabriela Garcia)
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