Todo mundo sabe dos temores que a ida ao dentista
desperta em muitas pessoas. Com uma criança não é diferente. Quando se trata de
uma criança com necessidades especiais, o problema aumenta porque envolve
outros fatores, dependendo do paciente. A equipe do Espaço Experimental realizou uma entrevista com a cirurgiã dentista
e especialista em pacientes com necessidades especiais, Glória Pimenta, e com a
dentista Jordana Medeiros, especialista em odontopediatria e atendimento a
pacientes em Unidade de Terapia Intensiva, para discutir o assunto. A produção
foi de Laís Albuquerque e Mabel Abreu. Acompanhe abaixo. (Gabriela Garcia)
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Quais problemas uma criança deficiente pode ter se não frequenta o dentista?
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quarta-feira, 27 de maio de 2015
Análise de redes sociais aponta pontos positivos e negativos em matéria de inclusão
Sabe-se que a
internet dispõe de um amplo acervo de conteúdos que informam e entretêm, mas
que também possibilita interações sociais. Com o surgimento de tecnologias
inclusivas (como os leitores de tela e teclados em Braille, por exemplo),
pessoas com deficiência passaram a desfrutar da acessibilidade na web. No entanto,
muito ainda é necessário para que a inclusão seja mais efetiva. A pedagoga
Luciane Barbosa, que defende mais acessibilidade na programação de páginas da web,
analisou a experiência proporcionada por algumas redes sociais a pessoas
portadoras de deficiência visual. A conclusão é de que muitas páginas ainda são
construídas sem visar a inclusão. Leia reportagem sobre o assunto publicada no Portal EBC. (Marília Araújo)
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segunda-feira, 25 de maio de 2015
Um sentimento
Por Gabriela Garcia
O que é amar em uma cadeira de rodas?
Amar sem uma perna, um braço...
Amar sem ver, ouvir, sem tocar.
Deficiente ou ciente?
Ciente, é ser diferente
É puro, natural, é real.
domingo, 24 de maio de 2015
Fotografia para deficientes visuais
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| Descrição para cegos: na foto está um homem de óculos escuros e roupa cinza levantando uma câmera profissional acima de sua testa, tentando capturar uma imagem. |
Com
o objetivo de estimular o deficiente visual explorar os seus próprios sentidos,
curso propõe uma nova abordagem sobre a fotografia. Para trazer à luz uma
percepção diferente do mundo, o fotógrafo recebe a descrição do ambiente, mas
decide quando realizar o clique. (Luiz Lambert)
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Psicóloga revela os mitos que envolvem pessoas com deficiência
Muitas
pessoas costumam insinuar que um deficiente, seja de qualquer tipo, não
consegue fazer certas coisas, como, por exemplo, gerar um filho ou até mesmo
ser um professor. A partir disso, a psicóloga e fundadora da Ong Projeto Próximo Passo, que apóia atletas com
deficiência, Mara Gabrilli, tetraplégica há 21 anos, escreveu um artigo para o
blog Vida Mais Livre ilustrando como a deficiência é
cercada de mitos. Confira a seguir. (Gabriela Garcia)
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quarta-feira, 13 de maio de 2015
O Óleo de Lorenzo, o direito à vida e o cannabidiol
Por Luiz Lambert
Augusto e Michaela Odone, pais de Lorenzo, criança portadora da ALD, lutaram contra suas próprias limitações, realizando pesquisas científicas e desenvolvendo um óleo fitoterápico que, contrariando toda a concepção médica da época, foi testado e aprovado. Lorenzo, fazendo uso do óleo desenvolvido por seus pais, apesar de não autorizados pelas autoridades, viveu até os 30 anos, contrariando o prognóstico que estimava apenas 2 anos de vida.
O direito à vida também pode ser entendido como direito a lutar pela vida e por uma vida digna. Ao redor do mundo, outros pais lutam diariamente pela vida e dignidade de seus filhos e pedem para fazer uso de outra terapia fitoterápica: o cannabidiol, derivado do princípio ativo da maconha.
No Brasil, depois de uma luta incansável, famílias de pessoas portadoras de epilepsia, esclerose múltipla e outras doenças neurais foram atendidas pela Anvisa, que liberou o uso medicinal e controlado da substância.
Assim como o cannabidiol que está presente na cannabis sativa, o Óleo de Lorenzo também é natural, mas sua liberação que contrariava os interesses de grandes empresas, hoje é uma realidade. À base de oliva e canola, o óleo já salvou centenas de crianças dos terríveis sintomas da ALD em todo o mundo.
Link do trailer do
filme O Óleo de Lorenzo: https://www.youtube.com/watch?v=h6HKRnO8XKA
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segunda-feira, 4 de maio de 2015
Secretaria de Direitos Humanos examina obras olímpicas para garantir inclusão e acessibilidade
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(Foto: blog Turismo Adaptado)
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No dia 7 de setembro de
2016, o Rio de Janeiro vai ser palco da abertura dos Jogos Paraolímpicos,
evento com cerca de 4.300 atletas, de 178 países. Com essa data simbólica
no horizonte, o brasil2016.gov.br
preparou uma série de reportagens para ilustrar as várias frentes de trabalho
em curso, tanto no plano esportivo quanto no governamental. Em uma das
reportagens, Antônio Ferreira, Secretário Nacional de Promoção dos Direitos da
Pessoa com Deficiência da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), falou do legado
intangível que os Jogos Paraolímpicos podem deixar, promovendo “um olhar mais
humano” em relação às pessoas com deficiência. Confira abaixo a entrevista.
(Gabriela Garcia)
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terça-feira, 28 de abril de 2015
Você sabe o que significa “devotees”?
Devoteísmo é um assunto
complexo e controverso, mas o debate é necessário. É um tema pouco discutido e
pesquisado, talvez por tratar-se de um assunto em que a discussão pode cair em
uma areia movediça, pois é um tema cheio de incertezas. Basicamente, devotee é
aquele que sente atração por pessoa com deficiência, principalmente a que tem
algum membro amputado ou é cadeirante. Leia abaixo sobre o tema no artigo
publicado pela Associação de Pessoas com Deficiência de Uberlândia (Adef).
(Gabriela Garcia)
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quarta-feira, 8 de abril de 2015
Rock e a Síndrome de Down – construção de ideais
Por Luiz Lambert
O
ano era 1998. Enquanto eu fantasiava ser roqueiro durante os intervalos do
programa infantil que finalizou a minha infância, um produto publicitário
marcava aquela época. Mesmo para poucos, a internet já era realidade no nosso
país e o sinal da extinta Music Televison Brasil chegava na maioria das casas
que eu frequentava. O rock, além da influência materna que me proporcionou o
contato com Bob Dylan e Legião Urbana, chegava através da MTV e principalmente através
da grande rede que já ensaiava modelos de compartilhamento de mídias.
Um
fluxo de guitarras marcantes e uma linha vocal totalmente estranha ao que eu
tinha como rock, somados a imagens em preto e branco de composição fotográfica
caprichadas, fazia saltar aos olhos a ideia do preconceito que não precisava
ser narrado. Essa era a propaganda institucional da Fundação Síndrome de
Down, que resultou em um dos primeiros ‘virais’ que pude observar na rede:
“qual é a música da propaganda do Carlinhos?”
quinta-feira, 12 de março de 2015
Folhetos de cordel são traduzidos para o sistema Braille
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| Descrição para cegos: a imagem mostra o estudante Flaviano Nascimento no canto inferior esquerdo. Ao fundo, resmas de papel escritas em braille. |
O
projeto foi desenvolvido pelo estudante Flaviano Nascimento, que é
cego, para analise semiótica e transcodificação de contos e
cordéis. Ele utilizou o acervo de folhetos Programa de Pesquisa em
Literatura Popular da UFPB e teve como orientadora a professora Maria
de Fátima Barbosa, do Departamento de Letras Clássicas
e Vernáculas. Segundo ela, o trabalho é importante tanto para os
deficientes visuais, como para a cultura popular brasileira. Os
folhetos traduzidos ainda não foram publicados. Eles estão no
segundo andar da Biblioteca Central da UFPB, onde funciona o PPLP,
Programa de Pesquisa em Literatura Popular. Ouça a reportagem
que produzi para o programa Espaço Experimental, da Oficina de
Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Felipe Ramos):
sábado, 7 de março de 2015
Um grito de socorro
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| Descrição para cegos: a imagem mostra a mão de um homem, que se coloca atrás do ouvido, como se tentasse escutar melhor. |
Por Gabriella Mayara
Participo de uma comunidade onde os cultos
religiosos são transmitidos via internet ao vivo, mas algo que sempre me chamou
atenção é que pouquíssimas vezes vi algum intérprete de Libras no recinto. As
poucas vezes que vi era alguém conhecido do deficiente que vinha o acompanhando
para que pudesse entender. Outras vezes também vi surdos totalmente perdidos
durante os sermões pela falta de alguém que os pudesse auxiliar.
O fato que mais me chama atenção é: até onde é esse
limite entre alguém deficiente poder praticar ações tão comuns a nós e não
poder porque não se tem ferramentas para que ele seja atendido? Até quando
ainda veremos pessoas se afastando dos deficientes visuais na rua ao invés de
auxiliá-los a passar perto de um buraco, em algum lugar estreito sem cair ou
tropeçar? Qual a nossa atitude diante disso? Será que por estarmos “muito bem,
obrigada” no nosso lugar deixaremos de nos importar com os outros, já que isso
não nos atinge?
quarta-feira, 4 de março de 2015
Cirurgias auditivas no Brasil: um avanço no tratamento à surdez
Com o avanço da tecnologia nas cirurgias auditivas, em conjunto com o diagnóstico precoce, é possível melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência auditiva. É o caso do implante na orelha média, que já é realizado no Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No podcast abaixo, Mara Gabrilli, do programa Derrubando Barreiras: Acesso para Todos, entrevista o presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial, José Eduardo Lutaif Dolci, que explica esses progressos nas cirurgias faciais e auditivas. (Mabel Abreu)
terça-feira, 3 de março de 2015
Pertti Kurikan Nimipaivat: down e autismo no rock
Uma banda finlandesa chamada Pertti Kurikan
Nimipaivat, conhecida como PKN, tem se destacado na Europa pelo seu
punk politizado que vem dando voz a pessoas com deficiência através de letras
que abordam conscientização e preconceito. A banda surgiu há sete anos em uma
oficina para pessoas com deficiência intelectual e é composta por membros com
Síndrome de Down e Autismo. Em 2009 o grupo estrelou o documentário The Punk
Syndrome, que fala um pouco da história da banda e do processo de
composição. O grupo é formado por Pertti Kurikka (guitarra), Kari Aalto
(vocal), Sami Helle (baixo) e Toni Välitalo (bateria). Neste ano o quarteto é
uma das atrações de destaque do Eurovision, festival realizado anualmente pela
União Europeia. Quer ouvir o som? É só clicar no vídeo abaixo. (Mabel Abreu)
domingo, 1 de março de 2015
Um silencioso Apartheid
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| Descrição para cegos: a imagem em preto e branco mostra o dedo indicador de uma mão levado à boca, num gesto de quem pede silêncio. |
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