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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Verônica González Donet, âncora de TV e cega

Descrição para cegos: foto da jornalista Verônica Donet na 
bancada do telejornal. Ela sorri para a câmera enquanto, 
com as mãos, lê o texto  em Braille. Atrás dela vê-se o 
cenário, com  imagens de uma cidade. 
Se você gosta de conhecer exemplos de pessoas que superam expectativas e ultrapassam barreiras mostrando sua capacidade profissional acima de qualquer deficiência, veja a história de Verônica González, jornalista da televisão estatal da Argentina. Ganhadora de prêmios na área de comunicação, participa de eventos na condição de palestrante, inclusive do Fórum Social sobre Deficiência e Direitos Humanos, em Genebra, na Suíça. Além disso, realizou, através da Fundação Telefônica, miniprogramas de rádio com o objetivo de aumentar a conscientização pública sobre a forma como a mídia mostra as pessoas com deficiência. Saiba mais. (William Veras)

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Manual orienta mídia sobre pessoas com deficiência

Descrição para cegos: capa do Minimanual do Jornalismo Humanizado. O título está no canto superior esquerdo, logo abaixo do símbolo da ONG, que tem o nome Olga no centro, de onde saem raios da cor rosa, em forma de sol. No canto inferior direito está escrito: Parte II: Pessoas com deficiência.

A ONG Think Olga  disponibiliza, desde o dia 15, a segunda parte do Minimanual do Jornalismo Humanizado. O material, elaborado pela antropóloga Adriana Dias, coordenadora do Comitê Deficiência e Acessibilidade da Associação Brasileira de Antropologia, reúne dicas e exemplos práticos para jornalistas que vão escrever sobre pessoas com deficiência, compilando uma série de orientações para evitar termos e abordagens preconceituosas, além de educar o público em geral a identificar os erros cometidos pela mídia. Confira o manual aqui. (Samuel Amaral).

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Um sentimento


Descrição para cegos: a imagem mostra dois meninos brincando em um jardim: um está em uma cadeira de rodas, levantando um avião vermelho de brinquedo e o outro está sorrindo, empurrando a cadeira de rodas.
Por Gabriela Garcia

O que é amar em uma cadeira de rodas?
Amar sem uma perna, um braço...
Amar sem ver, ouvir, sem tocar.

Deficiente ou ciente?
Ciente, é ser diferente
É puro, natural, é real.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O papel da mídia e os deficientes

Descrição para cegos: no primeiro plano da imagem, um homem aparece de costas para a foto, operando uma câmera de televisão, apoiada num tripé. No chão, do lado direito do tripé, aparece parte de um monitor de TV. No segundo plano da imagem, um repórter encontra-se agachado, portando um microfone com fio, que se estende pelo chão até onde está a câmera de televisão. Ele entrevista um homem que está numa cadeira de rodas. Ao fundo aparecem árvores e casas.  
Refletir sobre o papel da mídia na construção de uma consciência mais bem formada sobre os direitos da pessoa com deficiência é fundamental. O jornalismo tem um papel de grande importância na valorização do ser humano e isto fica claro no modo como se conta uma história, em uma reportagem, por exemplo. Neste texto publicado no site Observatórioda Imprensa a reflexão nos leva a pensar sobre a aura de coitado muitas vezes colocada nos personagens de matérias com deficientes e no papel do jornalista de levar à sociedade conceitos de cidadania. Confira aqui a matéria completa. (Felipe Ramos)